Archive for Outubro 2013

Jesus Caminha sobre as águas e Salva à Pedro

segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Posted by FrTutorial no Brasil
Jesus Caminha sobre as águas e Salva à Pedro
Mateus 14:22 Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões.
Mateus 14:23 E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só.
Mateus 14:24 Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário.
Mateus 14:25 Na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando por sobre o mar.
Mateus 14:26 E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram:

É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram.
Mateus 14:27 Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais!
Mateus 14:28 Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas.
Mateus 14:29 E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus.
Mateus 14:30 Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor!


Mateus 14:31 E, prontamente, Jesus, estendendo a mão, tomou-o e lhe disse: Homem de pequena fé, por que duvidaste?
Mateus 14:32 Subindo ambos para o barco, cessou o vento.
Mateus 14:33 E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus!
O barco estava a caminho de uma forte tempestade, ele estava sendo muito castigado pelas ondas e pelos ventos contrários.

Quando o homem está no meio de uma tempestade, de uma contrariedade ou de uma situação ruim é comum ele sentir medo, abandono e incapacidade. Nestes momentos, em si mesmo, o homem não encontra a segurança e nem o porto seguro para ancorar o seu tripulado e enfraquecido espírito. Constantemente castigada pelos problemas, angústias e adversidades da vida, a sua alma encontra-se abatida e assustada.

Diante das contrariedades e dos sofrimentos da vida o homem ora e clama a Deus. Ele pede o auxílio do Senhor Jesus Cristo. E o nosso Deus de Amor não nos abandona e com carinho Ele nos orienta: Abandone os seus problemas e ansiedades nos meus braços; Venha filho querido, segure firme na minha mão.

O homem ora e chama pelo auxilio divino. Ele pede para que Deus venha rapidamente em seu socorro. E Ele vem. O nosso Deus de amor jamais nos abandona. O nosso Deus sempre nos acolhe e nos consola.
O homem, ainda  assustado, receoso e sem saber ao certo o que pensar, o que sentir e muito menos o que fazer, vendo ali nos braços do Senhor o verdadeiro caminho para livra-se da dor e do sofrimento começa a caminhada com o grande Senhor das nossas almas.

Entretanto, no decorrer da caminhada o homem fraqueja e acaba permitindo que o a dúvida

contamine a sua pequena fé. Quando o homem age assim ele se permite afundar nas tentações porque ele acaba dando mais importância às dificuldades, as barreiras e os ventos contrários do que ao poder e a Força do nosso Senhor Jesus Cristo.

Mesmo o homem demonstrando tanta incredulidade e fraqueza na fé o nosso Deus não desiste de nós. Ele jamais nos abandona. O Senhor Jesus Cristo, mais do que ninguém, conhece a nossa natureza pecaminosa e vacilante. Isso é completamente e facilmente comprovado quando observamos e vivenciamos a  impressionante misericórdia que o nosso Deus tem com cada um de nós, os seus filhos. Basta que no momento da nossa angústia e sofrimento clamemos ao nosso Senhor Jesus Cristo que Ele, não nos deixa só. Imediatamente Ele envia ao nosso encontro o seu maravilhoso Espírito Santo para que Ele venha nos libertar e nos salvar das adversidades da vida.

A nossa fé no nosso Deus, no Senhor Jesus Cristo e no seu Divino Espírito Santo deve ser algo firme, constante e perseverantemente exercitada. Jamais devemos abrir a guarda, jamais devemos dar brechas. O barco da nossa vida é o nosso espírito. Se deixarmos espaço para as dúvidas e valorizarmos mais os problemas e as dificuldades dessa vida, fatalmente sucumbiremos.


Para que a nossa fé seja verdadeiramente forte ela deve ser sempre alicerçada no nosso Deus, no Senhor Jesus Cristo e no Espírito Santo de Deus. Em nada mais. Não devemos colocar a nossa fé nos homens e muito menos nos bens materiais deste mundo.

APRENDENDO A CONFIAR SOMENTE EM JESUS

quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Posted by FrTutorial no Brasil
A Bíblia ensina que Deus, o Pai e Supremo Criador, enviou Seu Filho, Jesus Cristo,
para ser o único em quem os homens podem e devem confiar para o perdão dos
seus pecados e para receberem o presente da vida eterna. Jesus é o único caminho
que conduz ao Pai. Portanto, todas as pessoas de qualquer país, raça ou nação,
precisam aprender a confiar somente em Jesus Cristo e a confessá-lo como o seu
único e suficiente Salvador e Senhor, renunciando, de uma vez por todas, os seus
antigos valores em que apoiavam a sua fé. Neste estudo veremos como a Bíblia
aponta para Jesus, o único em quem devemos confiar para a nossa salvação.
Aquele que perseverar até o fim crendo em Jesus será salvo. Leia, em sua Bíblia, os

textos indicados, reflita sobre eles:

1- Jesus é o Salvador prometido por Deus e anunciado pelos anjos.
"Ela terá um menino, e você porá nele o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo
dos pecados deles"(Mateus 1.21).
2- Jesus é a solução que Deus preparou para a salvação de todo pecador.
"No dia seguinte, João viu Jesus vindo na direção dele e disse: Aí está o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!"(João 1.29). "Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquelque nele crer não morra, mas tenha a vida eterna"(João 3.16).
3- Além de Jesus, não há nenhum outro Salvador.
"Jesus é aquele de quem as Escrituras Sagradas dizem: "A pedra que vocês, os
construtores, rejeitaram veio a ser a mais importante de todas." A salvação só pode
ser conseguida por meio dele. Pois não há no mundo inteiro nenhum outro que Deus
tenha dado aos seres humanos, por meio do qual possamos ser salvos" (Atos 4.11,12).
4- Jesus é o único caminho que nos conduz ao Pai(céu). "Jesus respondeu: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém pode chegar até
o Pai a não ser por mim"(João 14.6).
5- Jesus e o verdadeiro Deus e a própria vida eterna.
"Sabemos também que o Filho de Deus já veio e nos deu entendimento para
conhecermos o Deus verdadeiro. A nossa vida está unida com o Deus verdadeiro,
unida com o seu Filho Jesus Cristo. Este é o Deus verdadeiro, e esta é a vida eterna"(1 João 5.20).

6- Jesus, o Filho de Deus e o maior que Moisés(lei) e Elias(profetas) e devemos
ouvi-lo. "Logo depois, uma nuvem os cobriu, e dela veio uma voz, que disse: Este é o meu Filho querido. Escutem o que ele diz!"(Marcos 9.7).
7- O cristão não pode querer se justificar pela lei. "Vocês que querem que Deus os aceite porque obedecem à Lei estão separados de Cristo e não têm a graça de Deus"(Gálatas 5.4).
8- Precisamos crer em Jesus e confessá-lo como nosso Senhor para a nossa
Salvação, e permanecer crendo nEle ate o fim. "Se você disser com a sua boca: "Jesus é Senhor" e no seu coração crer que Deus ressuscitou Jesus, você será salvo. Porque nós cremos com o coração e somos aceitos por Deus; falamos com a boca e assim somos salvos"(Romanos 10. 9-10).
"Mas quem ficar firme até o fim será salvo"(Mateus 10.22b).
"Nós não somos gente que volta atrás e se perde. Pelo contrário, temos fé e somos
salvos"(Hebreus 10.39).

Conclusão:

Confiamos mais em uma pessoa à medida que a conhecemos melhor. O apóstolo
Paulo teve um conhecimento profundo de Jesus Cristo como o Filho de Deus, e
como o próprio Deus. Por isso declarou: "mas o que para mim era lucro, isto
considerei perda por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus como
meu Senhor; por amor do qual, perdi todas as coisas e as considero como refugo,
para ganhar a Cristo"(Filipenses 3.7,8). Devemos, pois, abandonar tudo em que
confiávamos antes(ídolos, doutrinas, filosofias, ideologias, santos protetores, boas
obras, etc., e confiar somente em Jesus Cristo para a nossa Salvação.
Oração
Faça, agora, uma oração renunciando todas as coisas em que você confiava e
confesse a Jesus Cristo corno o seu único Salvador e Senhor(em voz alta).
Versículo para decorar
"Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao

Pai senão por mim" (João 14.6).

Apostasia a Palavra

quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Posted by FrTutorial no Brasil
A Palavra "apostasia" em II Tessalonicenses 2:3
II Tessalonicenses 2:1-10
       V.1; para quem Paulo está falando? "irmãos"; para a Igreja.
       V.2; qual o assunto, de que dia Paulo está falando? O dia do Senhor, Paulo está falando da chegada do dia do Senhor, da chegada da tribulação.
       O que Paulo está falando para a Igreja? "olha gente, nem que vocês recebam epístola, carta, informação, recado, telegrama, telefonema, etc., de que chegou o dia do Senhor, a tribulação..."; é sobre isso que Paulo está falando. 
Ele começa assim, falando do arrebatamento: "quanto a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e a nossa reunião com ele ...", nossa reunião com ele, é o arrebatamento. Em seguida, Paulo fala da chegada do dia do Senhor, a tribulação; "como se o dia do Senhor já estivesse perto". E no V.3 Paulo diz: "ninguém de modo algum vos engane", é mentira. Paulo está desmentindo um boato que estava surgindo já naquele tempo de que a tribulação estava perto. V.2; "como se procedesse de nós através de epístola".
       V.3; "ninguém de modo algum vos engane; porque isso não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição ... V.9".Paulo está explicando: "gente, nós não estamos no dia do Senhor (na tribulação), porque ainda não veio a apostasia". Aqui é que está a grande confusão no entendimento. O que é apostasia? Em nosso contexto comum, quando alguém diz assim: "fulano apostatou"; significa que ele se rebelou contra Deus, que se afastou da fé.
     
  O que significa a palavra apostasia? Em grego é a mesma palavra, ela não foi traduzida para o português, foi transliterada. Como essa palavra tomou a conotação de "rebelião contra Deus, afastamento de Deus". Hoje quando, no meio do povo de Deus, se fala "apostasia", logo se pensa: se afastou de Deus, se afastou da fé.
       Porém, como a palavra "apostasia" em si, está escrita aqui em Tessalonicenses, não quer dizer isso. O verbo de onde vem a palavra apostasia é "afistemi", e quer dizer: retirado, ir embora, partir, retirar-se de. Para significar: cair da verdade ou se afastar da verdade, o contexto tem que levar a isso. Se a palavra aparece sozinha, sem que o contexto nos leve a esse entendimento, não temos autoridade para dizer que é afastamento da fé.
O verbo "afistemi" aparece 15 vezes no V.T.; 11 vezes significando partir, sair, ir embora. Vamos analisar algumas passagens:

Lucas 2:37; está falando de Ana, que era viúva de 84 anos, e que "não se afastava (apostatava - afistemi) do templo."

Lucas 4:13; "... retirou-se (apostatou, afistemi) dele até a ocasião oportuna". Apartou- se, retirou-se; quando lemos entendemos: foi embora, partiu. É essa a conotação geral da palavra "afistemi". Lucas 13:27; "... apartai-vos (afistemi) de mim ..."; é a mesma palavra, apartai-vos de mim, saí para longe, vá embora, não é isso? Essa é a palavra "afistemi". Então, se você levantar por número de vezes que ela aparece no N.T., o sentido predominante é o ato de uma pessoa separar-se de um lugar ou de alguém.
       Uma única vez a palavra "afistemi" aparece em apostasia da fé, e é explicado claramente no contexto.

I Timóteo 4:1; apostatarão da fé.

       Aqui é o mesmo verbo afistemi que lemos em Lucas, porém está claramente referindo-se a afastar-se da fé, o contexto explica assim. Se traduzirmos a palavra sempre como afastar-se da fé, é um grande erro. Temos que analisar o contexto onde a palavra está inserida. Se o contexto falar de fé, aí sim será afastar-se da fé. Dizer-se que originalmente esta palavra significa afastar-se da fé, não é correto. A palavra significa: partir de; retirar-se. Para ser afastar-se da fé, o contexto tem que explicitar.
       Agora, lá em II Tessalonicenses, qual é o assunto? É fé ou é vinda de Jesus? O assunto de fé não é nem citado; lemos isso no V.1-9. Qual é o assunto? Paulo está explicando: "olha, quanto a nossa reunião com o Senhor Jesus (quer dizer, quanto ao arrebatamento), cuidado, vocês podem ser enganados, estão saindo boatos por aí, porém nós não estamos na tribulação" Porque? E Paulo conclui: "porque para chegar a tribulação é preciso que venha a partida"; é só assim que temos que traduzir.
       V.3; "Isso não sucederá sem que venha primeiro a partida", quer dizer: a tribulação ( o dia do Senhor) não vem sem que venha a partida". Só isso, não está falando de fé, não diz partida de fé.
       E que partida é essa? Vamos analisar na gramática da língua grega. "Sem que venha primeiro a partida". No grego,
quando aparece o artigo definido, é para pararmos e prestarmos atenção, sabe porque? Porque os substantivos no grego já são definidos por si mesmos; não dizemos no grego: o menino. Quando aparece "menino", já é definido. Quando for indefinido é que temos que por o artigo. Quando um substantivo, que por si já é definido, aparece com um artigo definido, é para prestarmos atenção, é porque alguma coisa muito específica vai ser falada. E quando isso aparece, significa que a pessoa que está falando, sabe do que se trata ou aquilo já foi relatado e essa pessoa, presume que o leitor saiba do que está sendo falado. Nesta passagem, Paulo não explica nada, ele só fala: a partida; só isso. Se fosse traduzir para o português, tinha que ser assim: "olhem, o dia do Senhor não vem, sem que antes venha a partida".
       É isso que está acontecendo em II Tessalonicenses; Paulo fala assim: calma, a tribulação não começou, pois para começar tem que vir antes a partida. Agora, será que aqueles leitores sabiam do que Paulo estava falando? Claro que sim, como começa o V.1? "Quanto a nossa reunião...", está no contexto restrito do que Paulo está falando. Outro argumento forte: para quem Paulo está falando este assunto? Para os Tessalonicenses. E para quem Paulo descreveu detalhadamente acerca do arrebatamento em uma carta anterior? Foi para os mesmos Tessalonicenses. Portanto, Paulo não precisava explicar mais nada.
       Então, não confundam mais e nem se deixem ensinarem errado; esta palavra "apostasia" aqui em II Tessalonicenses, significa simplesmente "afastamento, partida", e está se referindo ao arrebatamento. Não tem nenhuma indicação de afastamento da fé ou de Deus, mas sim está falando de nossa reunião com o Senhor Jesus. 








O tempo da vinda de Jesus Cristo

segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Posted by FrTutorial no Brasil
O tempo da vinda de Jesus Cristo

Tentativas houveram para determinar a data da vinda de Cristo mas em nenhuma delas o Senhor veio na hora marcada pelos homens. E destacou que o tempo exato da sua vinda está oculto em Deus. Mateus 24 : 36 - 44.
Daremos a seguir uma visão geral sobre o tempo da sua vinda.                  

Os sinais que precederão a sua vinda           

         Falsos Cristos - Mateus 24 : 5 Porque muitos virão e meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.

         Guerras -,... Mateus 24 : 6 E ouvireis de guerras e rumores de guerras; olhai, não vos assusteis                
I Guerra Mundial - 8 milhões morreram e 15 milhões mutilados       
II Guerra Mundial - 55 milhões morreram                  

         Fome - Mateus 24 : 7 ... haverá fome,...                     
Milhares de pessoas morrem diariamente no mundo.                       

         Pestes - Mateus 24 : 7 ... e pestes ... Câncer, Cólera, AIDS e outras.             
         Terremotos - Mateus 24 : 7 ... e terremotos em vários lugares..                     1985 - 8000
mortos no México            
1988 - 25000 mortos na Armênia                    
1990 - 35000 mortos no Irã                 
1993 - 30000 mortos na Índia              

         Multiplicação dos pecados - Mateus 24 : 12 E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará.

         Proliferação do ocultismo - I Timóteo 4 : 1 ... dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios.

         Decadência moral - II Timóteo 3 : 1 - 2 ... que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,...                 
 
         Ciência avançada - Anum 2 : 4 Os carros se enfurecerão nas praças, chocar-se-ão pelas ruas; o seu parecer é como o de tochas, correrão como relâmpagos.                    

A Segunda vinda de Jesus

A segunda vinda de Jesus será dividida em duas fases :                  
1a Fase ARREBATAMENTO DA IGREJA                     
2a Fase A VINDA DE JESUS EM GLÓRIA                   

Ensinos sobre o arrebatamento

            Vamos citar muitos textos sobre este
assunto e peço a Deus que abra nosso entendimento. Devemos orar e pedir ao Espírito Santo que nos auxilie e nos traga a revelação, para entendermos bem este assunto. [Uma das maiores discussões é se o arrebatamento da Igreja se dará no início da tribulação, no meio ou no final.]

Existem teologia sobre o assunto que são conflitantes:
            Pré-tribulacionismo: a Igreja não entra no período da tribulação.
            Midi-tribulacionismo: dizem que a Igreja é arrebatada no meio do período da tribulação (3,5 anos)
            Pós-Tribulacionismo: dizem que a Igreja é arrebatada no final da tribulação, após os 7 anos.

Outras questões acerca do arrebatamento


            Quem tomará parte do arrebatamento; toda Igreja? parte da Igreja? Ou seja, quando e quem tomará parte do arrebatamento são as maiores questões discutidas nas Igrejas. Vamos estudar na Bíblia e pedir revelação ao Espírito Santo sobre essas questões.
            A nossa esperança
•           I Tessalonicenses 1:8-10 "... e esperardes dos céus a seu Filho ... Jesus, que nos livra da ira vindoura" a vinda de Jesus para sua Igreja, nos livrará da ira vindoura, que ira é essa?
•           Colossenses 1:27; "... Cristo em vós, a esperança da glória".
            Esta palavra "esperança" aqui, esta ligada à palavra espera, do verbo esperar. Cristo em vós, isto é, em mim, em você; Cristo em mim, significa que estou esperando a glória, que estou esperando o corpo glorificado, que estou esperando a chegada (a hora) de ir para o céu.
•           Colossenses 3:4; "... então também vós vos manifestareis com ele em glória". Cristo em vós,
significa a espera da manifestação desta glória aqui citada.
•           Romanos 8:24  "Porque na esperança fomos salvos ..."; fomos salvos na espera, na esperança que estamos falando.
"Ora, a esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera"? É a mesma característica de fé (Hebreus 11:1). Portanto, não vejo mas é certeza que acontecerá. Vimos esses versículos, para mostrar qual tem que ser a nossa expectativa; aguardando, eu estou aguardando do céu o meu Salvador, você está?

            Quando você está aguardando alguém, por exemplo, que você convidou para jantar em sua casa, como você fica? Vai chegar, deixa eu me arrumar. Você arruma a casa toda, toma banho, veste uma roupa apropriada, a melhor, ajeita tudo e fica esperando tocar a campainha. Se for alguém que você anseie muito a chegada, você diz: "parece que está demorando". É essa que tem que ser a nossa expectativa, aguardando do céu o nosso Salvador.

O que a Igreja espera?


            O encontro com o noivo. Quando uma noiva vai se casar, tudo passa a ser em função daquele dia, daquele momento; o dinheiro, o tempo, o esforço, a cabeça, as idéias, a memória, tudo é em função do dia do casamento. Nós estamos esperando o nosso noivo, que vem nos buscar e nos levar para a casa dele, para a casa que ele preparou. João 14:1-3

UMA NOVA CRIATURA

sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Posted by FrTutorial no Brasil
UMA NOVA CRIATURA

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo. (II Corintios. 5.17)

O substantivo: REGENERAÇÃO (Paliggensia) Em Tito 3.5-,refere-se à restauração, ou melhor, à transformação do homem salvo que de agora em diante entrou numa nova vida.
Essa significação refere-se à alteração que o Espírito Santo efetua.(o efeito).
Por exemplo, o vocábulo (gennão)- juntamente com (anõthen) (João 3.33,5) significa gerar ou nascer, sendo usado em João 1.13; 3 á 8 –I João 2.29 – 5:1,4,18, etc.
Em I Pedro1.3,23– a palavra (anagennão) que significa gerar de novo ou novo nascimento, é encontrada com sentido especial para a regeneração.

 
Em Romanos 1:2, Paulo diz: E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento…

Em Gálatas 6:15, novamente ele afirma: Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura.

Em Efésios 2.15-, Na sua carne (Cristo) desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois (judeus e gentios) um novo homem, fazendo a paz.

Portanto, a regeneração,em vários de seus elementos transformadores, toma como primeiro passo, o novo nascimento (João 3.5), toma como primeiro, pois através dele o homem pode vir a ser uma nova criatura criada segundo a imagem de Cristo, em “santificação”. (Romanos 8.29,30).
Feito isso, então ele está apto para ver e entrar no reino de Deus.
(Mateus 19.28). etc.

No Antigo Testamento, por exemplo, apesar da palavra regeneração não está explicitamente presente como Novo, contudo, a idéia se faz presente em vários contextos similares. Em Ezequiel, por exemplo, Deus conclama uma transformação radical para o homem, dizendo; E LHES DAREI UM SÓ CORAÇÃO, E UM ESPÍRITO NOVO POREI DENTRO DELES…(Ez. 11.19a- 18.31) e outros versículos similares.

Significado da REGENERAÇÃO.

Do lado divino de observação, a mudança de coração é chamada de REGENERAÇÃO, de novo nascimento; e do lado humano é chamada de CONVERSÃO.

Na REGENERAÇÃO; a alma é passiva; na CONVERSÃO; porém é ativa.

( João 3.5—10;10,28- I João 5;11,12) como a concessão de uma nova natureza (II Pedro 1.4) ou coração novo (Jeremias 24.7- Ezequiel 11;19—36;26) e a produção de uma nova criação (II Corintios 5.17).

As Escrituras apresentam a regeneração como uma obra de Deus; mas há numerosos meios e exigências envolvidos na experiência, que são apresentados da seguinte maneira:

Somos nascidos NÃO…da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus (João 1.13). Tiago diz SEGUNDO A SUA VONTADE, ELE NOS GEROU PELA PALAVRA DA VERDADE (Tiago 1.18).


A morte e ressurreição de Cristo. Precisamos lembrar que o nascimento é concedido mediante a fé no Cristo crucificado (João 3.14-16) e que a ressurreição de Cristo está igualmente envolvida em nossa regeneração (I Pedro 1.3).

Sendo de novo gerado, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus.(I Pedro 1.23a) O mesmo pensamento é expresso em João 3.5 e Tiago 1.18, respectivamente. De Efésios 5.26, aprendemos que a nossa purificação é relacionada à Palavra de Deus. E a passagem de João 15.3, expressa o significado do argumento. Isso não significa regeneração batismal, e sim, regeneração moral e metafísica.

Porque ainda que tivésseis dez mil aios em Cristo não teríeis contudo muitos pais; porque eu pelo evangelho vos gerei em Jesus Cristo (Corintios 4.15- Gálatas 4.19).

Pelo Espírito Santo, Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água (Palavra) e do Espírito (Espírito Santo), não pode entrar no reino de Deus. (João 3.5). E outros contextos similares.

NASCIMENTO- Deus o Pai é quem o gerou, e o crente é nascido de Deus (I João 5.1) nascido do Espírito (João 3.3,5,6), nascido do alto (tradução literal). Esse termo refere-se ao ato da graça criadora que faz do crente um filho de Deus (João 1.12,13 etc).

PURIFICAÇÃO- Deus nos salvou pela lavagem (literalmente, lavatório ou banho) da regeneração (Tito 3.5). A alma foi lavada completamente das imundícias da vida de outrora, recebendo novidade de vida, experiência simbolicamente expressa no ato de

batismo (Ato 22.16). Por inferência é o que Pedro diz: Que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, batismo, não da consciência para com Deus…(I Pedro 3.21a)


VIVIFICAÇÃO-Somos salvos não somente pela lavagem da regeneração, mas também pela renovação do Espírito Santo (Cl. 3.10 e Tito 33.5). O Espírito de Deus é quem opera neste processo de vivificação do crente, como bem podemos desprender dos seguintes textos: Salmo 51.10—ll9.25,37,40,50,88,1149, 154,156,159—Romanos 12.2—Efésios 4.23,etc. A essência da regeneração é uma vida concedida por Deus Pai, mediante Jesus Cristo e pela operação do Espírito Santo.
A fé Cristã é fundada sobre Jesus Cristo e Sua ressurreição.

Antes dos evangelhos do Novo Testamento terem sido escritos, os líderes Cristãos primitivos declararam sua crença na morte e ressurreição de Jesus através de uma declaração de crença conhecida como um credo. O registro mais antigo do credo Cristão é apresentado por Paulo e encontrado em 1 Coríntios 15:3-8:

“Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. E apareceu a Cefas e, depois, aos doze. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém alguns já dormem. Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo.”

Fé Cristã: Importância do Registro Primitivo para o Credo
Um dos maiores argumentos contra a fé Cristã é que a história da ressurreição seja um mito que se desenvolveu ao longo de cerca de um século depois que Jesus foi crucificado em uma cruz romana. Acreditava-se no início que os relatos dos evangelhos foram escritos tanto quanto cem anos depois que Jesus caminhou sobre a terra. Recente estudo da confiabilidade do manuscrito e crítica textual agora identifica os evangelhos como sendo de 30 a 50 anos após Jesus. Por que é que a passagem acima é tão importante? Porque os estudiosos bíblicos, usando os registros históricos de Paulo e suas primeiras viagens a Damasco e Jerusalém,
datam a passagem acima de aproximadamente 35 DC, apenas 3 a 5 anos após a morte de Jesus Cristo. Isto é dramático porque esses mesmos estudiosos sustentariam que esse credo fundamental para a fé Cristã se desenvolveu muito rapidamente para um mito se desenvolver e distorcer o registro histórico da ressurreição.

Fé Cristã: Jesus Cristo e Sua Ressurreição
Já que a fundação da fé Cristã é Jesus Cristo e Sua ressurreição, então a veracidade histórica da sua vida, morte e ressurreição é equivalente. Assim como Paulo declarou mais tarde em sua carta aos Coríntios (1 Coríntios 15:14-17):

“E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa
pregação, e vã, a vossa fé; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.”

Embora a fé Cristã não seja puramente baseada em evidências, é definitivamente suportada pela evidência. Fé não é desligar o cérebro e basear-se apenas no coração, ou esmagar a razão em favor da emoção. Não, o objetivo real da fé Cristã é buscar e conhecer a Jesus Cristo com todas as facetas do caráter humano. Trata-se de amá-Lo com todo seu coração, mente, alma e força.

Sucesso Fracassos

segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Posted by FrTutorial no Brasil
SUCESSOS E FRACASSOS
“Mas, havendo-se já fortificado, exaltou-se o seu coração até se corromper; (II Cr 26.16ª).

O reconhecimento da participação de Deus em nossas conquistas é imprescindível, pois nunca devemos superestimar a nossa importância mediante as grandes conquistas que experimentamos. O ser humano está sujeito a sucessos e fracassos, tanto um como outro, dependem dos projetos que arquitetamos na vida, embora nem sempre os fracassos aconteçam por alguma falha que cometemos na execução, existem inúmeros fatores que contribuem inclusive os acidentais. Discorreremos nesse mote sobre o sucesso e fracasso do Rei Uzias.
Contexto histórico

A história de Uzias é contada em (2 Rs 15.1-7) e em (2 Cr 26.1-23). Rei de Judá, conhecido também pelo nome de Azarias, (2 Rs 15.1-13), tinha apenas 16 anos quando assumiu o poder, (Familiares: Pai – Amazias; mãe – Jecolias; filho – Jotão). Considerado um engenheiro de notável saber, possuiu grandes fazendas e reinou por 52 anos. O seu egoísmo o levou ao final trágico morrendo leproso (2 Cr 26.21,22).

1. Rei Uzias “Yahweh” é minha força
a) Sucesso

-Buscou a Deus sendo submissa a orientação do sacerdote Zacarias (2 Cr 26.5);
-Agradou a Deus durante seus primeiros anos como rei;
-Obteve sucesso em derrotar os inimigos do seu pai, começando com os edomitas (2 Rs 14.22; 2 Cr 26.1);
-Derrotou com êxito os filisteus e os árabes (2 Rs 15.3; 2 Cr 26.4,5);
-Fortificou e fortaleceu Judá significativamente (2 Cr 26.9,15);
-Seu nome ganha notoriedade;
-Deus o fez prosperar (2 Cr 26.5).

b) Fracasso

corrompeu (2 Cr 26.16);
-Não compreendeu que tudo quanto ele realizara provinha da ajuda de Deus (2 Cr 26.5,7);
-Se achou tão auto-suficiente que dispensou os sacerdotes (- Eu faço tudo, eu mesmo queimo o meu incenso no templo do Senhor – o que era restrito aos sacerdotes);
-Foi lançado fora, rejeitado por Deus e pelos sacerdotes;
- Morreu leproso, um final trágico.

2. Sucesso nem sempre implica sucesso

Há sucesso que é meio caminho para o fracasso, principalmente quando o individuo não tem noção do que é estar no topo do sucesso. Uzias não pensou nisso se achou auto-suficiente para todas as finalidades, inclusive exercer o sacerdócio, lembre-se que o fracasso está nas entrelinhas do sucesso, os maiores estragos são causados pela

queda das grandes árvores. Estar no topo do sucesso significa passagem por ele.
“Nunca estamos tão próximos do fracasso do que durante os nossos maiores sucessos”.


Quando atribuímos o nosso sucesso a Deus, as coisas procedem de forma especial, mas nem sempre tratamos assim, principalmente quando a jactância predomina o coração, o homem torna-se tendencioso ao orgulho. Porém é importante salientarmos que o nosso sucesso em todos os sentidos da vida, depende de DEUS e de nós, pois a situação de Uzias poderia ser bem confortável se ele não enchesse o seu coração de orgulho. Deus engrandece o homem, mas se ele não souber ficar no centro da vontade de Deus, Ele o abaterá (I Sm 2.7,8; Lc 1.52).

Não se entregue ao desprezo

Posted by FrTutorial no Brasil
Não se entregue ao desprezo
Existem pessoas que não tem prazer em sua própria vida, isso talvez motivado por desgosto, decepção, perda de algo precioso, ser especiais, autoestima em baixa, entre outros, contudo necessitamos saber que somos tão preciosos e importantes quanto às outras pessoas, o sentimento de inferioridade nos leva a desacreditar em nós mesmos, veja a Auto-depreciação de Mefibozete, o aleijado de Lode-bar “… Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?” (II Samuel 9:8). Muitas vezes achamos que somos incapazes de alcançar pontos estratégicos na vida, porém, devemos nos valorizar e manter o nosso bom humor por que; - “O coração alegre serve de bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos” (Pv 17.22), assim entendemos que “estar sempre triste é morrer aos poucos”

2. Não veja tudo pelo lado das impossibilidades
Satanás tem posto no coração de muitas pessoas as impossibilidades, no entanto a confiança paulina foi mais aguerrida - “Tudo posso naquele que me fortalece” (Fp 4.13). Se as coisas não são tão favoráveis atualmente para você, isso não significa que sempre será assim, seja forte e reaja contra esse ressentimento, pois não vem de Deus.

3. Tenha Confiança em Deus
Devemos ter confiança no Senhor para alcançar as promessas de Deus reservadas para nós “Confia no Senhor as tuas obras e teus pensamentos serão estabelecidos” (Pv 16.3). Não devemos entrar pelos caminhos do pessimismo e positivismo, mas sermos otimistas e acreditar no SENHOR. “Entrega o teu caminho ao Senhor confia nele e ele tudo fará” (Sl 37.5). Nada pior do que uma pessoa que desacredite no seu potencial, quando isso acontece torna-se difícil até de ajudá-la.

4. Aprendendo lições de vida
Temos hoje algumas lições de vida interessantes, algumas pessoas “especiais” estão ganhando espaço na sociedade de hoje, porque aquela tristeza e sentimento de inferioridade que havia neles foram trabalhados e eles reagiram com coragem e determinação até alcançar um desejo que ele (a) próprio achava impossível. Sem propósito meu querido (a) não se chega a lugar algum.

5. Tenha coragem para lutar pelos seus ideais


Devemos ser forte e corajoso, usando a nossa fé no Senhor, enfrentando os desafios que surgem em nossa frente. 
Quando meditamos em hebreus 11, que costumamos chamar de a galeria dos heróis da fé sinto-me extremamente fortalecido. “Os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram os exércitos estranhos em fuga”. (Hb 11.33,34). 

Deus criou o homem com um grande potencial de superação, o problema é que ele não sabe empregar ou explorar esse potencial, é claro que sozinhos nada podemos, mas existem milhares de pessoas em nossa volta e se interagirmos bem, certamente elas nos ajudarão, sobretudo, a ajuda de Deus.

Convivendo com os problemas

domingo, 13 de outubro de 2013
Posted by FrTutorial no Brasil
Convivendo com os problemas
A bíblia nos relata que para tudo tem um tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu (Ec 3.1). O tempo pertence a Deus e o cumprimento daquilo que ele fala, temos um grande exemplo de promessa a de Abraão e Sara sua mulher, ela recebeu a virtude de conceber fora da idade; porquanto fiel foi aquele que prometeu (Hb 11.11).

Necessariamente devemos aprender a conviver com os problemas que surgem durante o nosso cotidiano. A bíblia enfatiza o exemplo de Jó, e através dele aprendemos a viver na dependência de Deus, provações inesperadas (Jó 3.25), a sua maneira de se conduzir na dependência de Deus nos levam a compreender essa necessidade. Na ótica humana a deplorável situação de Jó seria o suficiente para blasfemar contra o Senhor, mas a sua fidelidade a Ele o levara a receber mais do que havia perdido, é assim que o Senhor faz com quem vive na sua dependência, pois tudo Ele pode (Ef 3:20). Todos nós independentemente de ser religioso ou não sofremos, no entanto todos necessitam de ajuda, que nem sempre as pessoas que
nos rodeiam podem fazer.

 Vivendo na Dependência de Deus
Raramente as pessoas querem submeter-se a viver na dependência de alguém, muito menos de Deus, porque viver na dependência de Deus requer: Renuncia; submissão e obediência, além de entender a sua soberana vontade. 

Quando se faz o querer de Deus, como fez Abraão, prefere-se deixar tudo para trás e obedecer a voz de Deus (Gn 12.1-4; Hb 11.8). A melhor maneira de viver na dependência de Deus é entregar-se totalmente em suas mãos e deixar que ele se encarregue de abençoar e realizar todos os projetos independentemente das nossas limitações (Dt 28:12).

Conformar-se com a vontade de Deus
Nem sempre queremos aceitar o querer de Deus porque muitas vezes contrariam os nossos (2 Co 12.9,10), entretanto o desejo de todo ser humano é ficar livre definitivamente de todos os problemas, mas isso é impossível acontecer, não que seja impraticável a Deus, mas porque Ele opera em nós tanto o querer quanto o efetuar (Fp 2.13-15). 

Levar a cruz como Jesus falou aos discípulos (Lc 9.23), não é uma cruz literalmente, mas toda carga de sofrimentos e de renuncia que enfrentamos na vida cristã, por isso é necessário buscar forças para suportar. (Rm 12.2b).

Quando confiamos plenamente em Deus, nos eximimos de certas responsabilidades, pois vivemos na sua dependência, exceto as coisas que é posta para nós fazermos ou que alude somente a nós. “Devemos não apenas viver na dependência de Deus, mas conforma-se com a sua soberana vontade. (Jr 29.11).
As muitas águas não poderiam apagar este amor, nem os rios afogá-lo. Ainda que alguém desse todos os bens da sua casa por este amor será todo desprezado” (Ct 8.7; Pv 6.35; Ef 5.28) Os conflitos são os maiores aliados da separação entre amigos e relacionamentos amorosos, essas tensões apesar de deixar seqüelas elas também nos impelem para o prélio, para isso é necessário atenção nos momentos de antagonismo, explanarei com singeleza sobre alguns relacionamentos e crises conjugal.

I. Quatro pilares de sustentação do relacionamento
1.Amor é à base de todo bom relacionamento humano, “amor ao próximo”;
2.Humildade, sem ela é impossível você se relacionar bem;
3.Compreensão, se não soubermos lidar com as diferenças, jamais nos relacionaremos satisfatoriamente;
4.Valorização; devemos estimar as pessoas e considerá-las tão importantes quanto a nós mesmo.

II. Três tipos de relacionamentos
Poderia comentar outros tipos de relacionamentos, até mais significantes, entretanto me aproprio desses três, enfatizando a família.

1. Interpessoais
Devemos ter em comum o relacionamento entre pessoas, sem distinção de cor, raça, classe social, religiosa etc. Esse tipo de relacionamento é o mais natural e fácil de fazer, entretanto há outros mais próximos e afetivos.

2. Intrapessoal
Esse tipo de relacionamento se desenvolve dentro da própria pessoa, se questiona, responde, decide, entre outros. Quando o individuo não interage bem consigo mesmo, muito menos com os outros, a dificuldade já começa dentro dele (a) mesmo “vai bem contigo?” (2 Rs 4.26). Entretanto podemos também interrogar e responder a nós mesmos como fez o salmista (Sl 116.12,13).

3. Conjugal e familiar
Esse é um relacionamento importante, com ele o casal deve conviver afetuosamente todo tempo. O AMOR é causa principal da subsistência amorosa entre marido e mulher, ambos têm compromissos e deveres um para com o outro, a mulher é uma auxiliadora tirada do próprio homem (Gn 3.18), ela deve ser tratada com dignidade, reconhecendo-se o seu valor (I Pe 3.7), uma mulher amada é tida por mulher virtuosa, cujo valor excede o dos rubins e o coração do seu marido está nela confiado (Pv 31.10.11; Pv 12.4), uma esposa fiel, cuidadosa e amorosa, é presente de Deus (Pv 18.22), ela é como a videira frutífera aos lados da tua casa (Sl 128.3), é como um manancial e a gazela graciosa (Pv 5.18,19), ler ainda (Pv 31.10-31). 

O marido deve amar a esposa como o seu próprio corpo, Paulo compara o amor dos cônjuges como o de Cristo e a igreja (Ef 5.25-28). A submissão da mulher ao marido não deve ser entendido pelo lado pejorativo, essa é uma posição sob missão (Ef 5.22,24; I Pe 3.5,6), sem dúvidas envolve o amor; a submissão deve ser com amor, o mais é constrangimento. No relacionamento conjugal ninguém deve interferir entre os cônjuges, outras pessoas quando se envolvem pai, mãe, sogros ou outros de grau parentesco próximos, geram problemas e crises, diz às escrituras que o homem deixará pai e mãe e apegar-se-á a sua mulher (Gn 2.24; Mc 10.7). A palavra de Deus nos ensina que devemos coabitar com as nossas esposas com entendimento (I Pe 3:7). Elas não devem ser tratadas como nossas: Lavadeiras, cozinheiras, passadeiras, objeto de prazer sexual ou mesmo como simplesmente mãe dos nossos filhos, ela merece toda a nossa atenção.
“Toda mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola derruba com as suas próprias mãos” (Pv 14.1)


Relacionamento entre pais e filhos deve ser dentro de um clima de consenso, há uma recomendação paulina que não devemos provocar ira dos nossos filhos (Ef 6.2; Cl 3.21; Gn 18.19; Pv 19.18). Cabe aos pais ensinarem aos seus filhos se relacionarem bem com os seus semelhantes, isso deve ser feito desde cedo no lar, ensinando-lhes o caminho que devem andar (Pv 22.6). Os filhos devem obedecer aos pais e tê-los em honra, pois esse é o primeiro mandamento com promessa (Ef 6.1-3; Ex 20.12; Dt 5.16).

III. Crises
Quando falamos em conflitos no casamento, sabemo-los que eles surgem na vida de muitos casais, portanto eles devem ser superados com bastantes diálogos, essa é a melhor maneira de
conviver com a situação, marido e mulher devem evitar qualquer tipo de atitudes inconvenientes, e para termos vitória é necessário abrir mão de alguns privilégios inclusive reconhecer as faltas entre ambos, se perdoarem, essa é a melhor maneira de superar crises no casamento, as diferenças sempre irão existir, jamais os cônjuges devem medir forças, pois é importante salientar que nenhum conflito será resolvido dessa forma, mas com muita ponderação administrando as diferenças.

Considerações finais

Jamais devemos deixar de valorizar a nossa família, Satanás é o causador de destruição dos lares, ele sabe muito bem que a família é à base da sociedade; se ela for destruída toda sociedade mergulhará num caos, devemos pedir a Deus graça e paciência para não jogar fora tudo aquilo que você conseguiu durante a sua vida conjugal, orar, vigiar e ler a palavra de Deus
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