google-site-verification: googlefec0aa61c13dd7cc.html A Impecabilidade de Cristo
Posted by : FrTutorial no Brasil segunda-feira, 6 de março de 2017

A Impecabilidade de Cristo

1 – O SIGNIFICADO DA IMPECABILIDADE DE CRISTO
Impecabilidade significa que Jesus jamais fez qualquer coisa que desagradasse a Deus, que violasse a lei ou que tenha deixado de demonstrar a glória de Deus em sua vida (Jo 8.29).

2 – O TESTEMUNHO DA IMPECABILIDADE DE CRISTO
As Escrituras dão testemunho da vida sem pecado de Jesus. Ele foi chamado santo desde seu nascimento (Lc 1.35). Jesus desafiou seus inimigos a provarem que ele tinha pecado (Jo 8.46). Nada que Jesus falou pode acusar-lhe justamente (Mt 22.15). Ele guardava os mandamentos (Jo 15.10). Nos momentos em que precederam a crucificação foi declarado inocente onze vezes (Mt 27.4,19,24,54; Lc 23.14,15,22,41; Jo 18.38; 19.4,6). Paulo atestou a impecabilidade de Cristo (2Co 5.21), assim como Pedro (1Pe 1.19; 2.22); João (1Jo 3.5), o autor de Hebreus (Hb 4.15; 7.26,27).

3 – O DEBATE SOBRE A IMPECABILIDADE DE CRISTO
Há uma antiga discussão sobre a possibilidade ou não de Jesus cometer pecados em seu ministério
terreno. O conceito de que Jesus não podia pecar se chama “impecabilidade” (non posse peccare) e o conceito de que ele podia pecar, mas não o fez se chama “pecabilidade” (posse non peccare).
Quem defende a pecabilidade de Cristo o faz com base na afirmação de que, se ele foi tentado, é porque poderia pecar; e, se isso não fosse possível, não poderia ser dito que a tentação foi real (um defensor desse ponto de vista é Charles Hodge). Quem rejeita essa ideia e defende a impecabilidade refuta argumentando que a impecabilidade não anula o ato da tentação assim como a impossibilidade de um couraçado ser vencido por uma jangada não invalida os ataques da minúscula embarcação. Segundo esse ponto de vista, a impecabilidade não depende da “ausência de tentação”, mas da “ausência de vontade de pecar” (um defensor desse ponto de vista é William Shedd).

4 – A NATUREZA DAS TENTAÇÕES DE CRISTO
A Bíblia afirma que Cristo foi tentado como um ser humano (Hb 4.15). A dificuldade de algumas linhas aceitarem isso é o fato de Tiago afirmar que Deus não pode ser tentado (Tg 1.13). Aparentemente, diante disso, ou Cristo não é Deus ou não foi tentado. Como nenhum teólogo conservador está disposto a atacar a divindade de Cristo, a discussão é sobre se Cristo foi ou não tentado e se ele podia ou não ceder à tentação. São dois debates distintos que se entrelaçam e repousam sobre os mesmos fundamentos.
As tentações de fato ocorreram e foram apropriadas ao Deus-homem, visto que um homem qualquer não é tentado a transformar uma pedra em pão. Mesmo assim, Jesus foi tentado à semelhança dos homens. Para melhor compreensão da natureza das tentações de Cristo, é bom comparar o texto de 1Jo 2.16 com Mt 4.1-11, onde é possível perceber que, apesar de Jesus não ter sido tentado com cada tentação do mundo (como ser tentado a assistir um mau programa de televisão), ele foi tentado em todas as áreas comuns ao ser humano.

5 – OS PROBLEMAS DO CONCEITO DA PECABILIDADE DE CRISTO

Várias implicações indesejáveis surgem da defesa da pecabilidade de Cristo:
a) A imutabilidade – Se Cristo pudesse pecar, sua divindade estaria em xeque antes mesmo do pecado, pois não seria “imutável” (Is 9.6; Ml 3.6; 2Tm 2.13; Hb 13.8).
b) A soberania – Se Cristo pudesse pecar, temos de levar em conta a real possibilidade de isso acontecer. Se Jesus acabasse por cometer um pecado, nem ele seria Deus (devido ao mal nele), nem o Pai seria soberano, pois ficaria patente que não tem poder para controlar a história e manter seus planos (At 4.27,28).
c) As profecias – Caso Jesus cometesse algum pecado, a onisciência e a presciência de Deus não poderiam existir e todas as profecias sobre a obra de Cristo e a redenção dos homens
cairiam por terra. No caso de Cristo poder pecar e não fazê-lo, tais profecias não passariam de otimismo (Mq 5.2; Is 53.6-9). Também perderiam completamente o sentido todos os textos que falam de determinações prévias de Deus sobre os redimidos (Mt 25.34; Ef 1.4). Por fim, sem plena certeza de que tais prenúncios realmente aconteceriam, Deus seria enquadrado entre os mentirosos (Tt 1.2; Hb 6.18).
d) A confiabilidade da redenção – Se Jesus pudesse realmente pecar, ser humano algum pode alguma vez ter uma justa confiança na redenção divina e ela correu o risco de falhar. Isso foge da clara esperança nas promessas de Deus (Gn 12.3).

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