Posted by : FrTutorial no Brasil segunda-feira, 13 de maio de 2013


 Esposa do pastor Marcos Pereira nega ter sido estuprada: “Estou cansada desta galhofada da mídia”. Assista



As investigações da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) apontam que o líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD), pastor Marcos Pereira da Silva, teria ordenado a execução de três homens que filmaram orgias com a participação dele.
As denúncias foram feitas por testemunhas, em depoimentos, mas a polícia ainda levanta a identificação das vítimas. O líder religioso é investigado também por associação ao tráfico de drogas, maus tratos, lavagem de dinheiro, além de ser suspeito de ter cometido outros estupros.
As testemunhas afirmam ainda que o pastor fazia orgias em motéis com garotas e garotos de programa e travestis. Em depoimento, uma testemunha contou que ele gostava de ver mulheres fazendo sexo grupal.
Nesta sexta-feira (10), o Ministério Público denunciou também quatro homens suspeitos de ameaçar uma das vítimas que acusam o pastor Marcos Pereira de estupro, segundo o RJTV. Ubirajara Moraes Pereira, Cezar Luiz Moraes Pereira, Lúcio Oliveira Câmara Filho e Daniel Candeias da Silva teriam ameaçado a vítima em março de 2012, logo após uma das denúncias contra o pastor ter sido apresentada.
O MP pede também proteção às testemunhas em decorrência da suspeita de possíveis ligações de Marcos Pereira com o tráfico de drogas. Além disso, a Justiça do Rio negou, na noite de quinta-feira (9), dois pedidos de liminar para libertar o pastor.
Marcelo Patrício, advogado do pastor, alega que o religioso é inocente e afirma que está tentando reverter na Justiça a liminar que negou os pedidos de habeas corpus ao suspeito. O advogado também defende a inocência dos quatro homens denunciados nesta sexta-feira.

 Esposa do pastor Marcos Pereira nega ter sido estuprada: “Estou cansada desta galhofada da mídia”. Assista

Veja  pessoal a esposa em sua defesa 

A esposa do pastor Marcos Pereira, Ana Madureira Silva, gravou um depoimento que foi divulgado no canal da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) no Youtube.
No vídeo, Ana rebate as informações divulgadas pela imprensa de que ela teria se separado do pastor em 1998 e que ela seria uma das seis vítimas de estupro apontadas no inquérito policial que resultou na prisão de Marcos Pereira.
“Eu quero dizer que isto é mentira, e eu já estou cansada desta galhofada da mídia”, disse Ana. O vídeo, de pouco mais de quatro minutos, também traz declarações de Ana sobre o diretor do Afroreggae, José Júnior, desafeto de Marcos Pereira e autor de acusações feitas contra o pastor relacionadas ao tráfico de drogas e manipulação de rebeliões em presídios do Rio de Janeiro.
“Quero dizer a esse Afroreggae, que meu marido tá orando pra Jesus te salvar, e eu to pedindo para ele a justiça de Deus [...] Ele disse também, que se ele aparecesse morto ou alguém da família dele, que a primeira suspeita seria meu marido. Eu quero dizer a esse Afroreggae, que a recíproca é a mesma”, esbravejou Ana Madureira Silva, que tem 58 anos.
Ana fala ainda sobre as acusações feitas por uma das vítimas, que alegou ter sido abusada pelo pastor Marcos Pereira da Silva por anos enquanto era membro da ADUD, e afirma que se for verdade o que essa mulher diz, ela se portou como “prostituta”, por não ter feito a denúncia após a primeira vez que supostamente foi abusada.
“Hora, se ela disse que meu marido abusou sexualmente dela, desde que ela entrou e ela saiu, ela esta se declarando uma prostituta, porque eu também sou mulher, eu também já fui jovem e se acontecesse isso comigo uma coisa dessa, eu saia correndo dali, no mínimo”, afirmou.
As informações divulgadas pela imprensa a respeito das supostas acusações de Ana Madureira Silva contra o próprio esposo vem acontecendo desde meados de julho de 2012, quando a Polícia passou a investigar as acusações de José Junior contra Marcos Pereira.
À época, o jornal Extra, do Rio de Janeiro, publicou a suposta acusação de Ana contra Marcos referindo-se a ela como ex-esposa do pastor, mencionando que o casal estaria separado desde 1998. Desde que Marcos Pereira foi preso, a informação de que Ana o acusou de estupro e que eles estariam separados vem sendo rebatida pela família, advogados e membros da ADUD.
Em julho de 2012, a advogada responsável pelo caso, Valéria Aragão, investigava as denúncias de José Júnior, e disse que encaminharia as queixas de estupro para a Delegacia de Atendimento à Mulher, e relatou que nenhuma das supostas vítimas se queixou de agressão: “Em nenhum dos depoimentos, as testemunhas falam em violência, ameaça, coação, apenas em sedução. Todos há cerca de oito anos atrás”, declarou a delegada.
Assista ao depoimento de Ana Madureira Silva:




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