As Bases Doutrinárias da Fé 


Missões são Extremamente Insuficientes.
A profundidade e amplitude do entendimento doutrinário consideradas importantes                 
para os cristãos e missionários, tem sido extremamente superficial e insuficiente.                     

Este baixo padrão do entendimento bíblico é então repassado para as igrejas mais                         novas. O resultado é que o entusiasmo inicial não tem raízes profundas, o estudo                           bíblico não é valorizado pela liderança e o nominalismo inicia­se.
Prevalece então a errônea noção de que uma compreenssão ampla e profunda da                         doutrina bíblica, é apenas para os santos mais avançados ou talvez para os                         
estudiosos, mas não é para os simples missionários e com certeza não é para seus                             convertidos. Porém isso não é verdade.
Paulo diz em Efésios 4 versos 13 e 14 que a única maneira de pessoas comuns                               deixarem de ser crianças atiradas para lá e para cá pelos ventos da falsa doutrina e                               pela astúcia dos homens, é se eles vierem para plena maturidade no conhecimento                         

 o conhecimento do Filho de Deus. Este não é o alvo de uma elite, para poucos                               instruídos! Este é o mandamento bíblico para todos os crentes! Para você!


O Valor da Verdade Bíblica.

● A verdade bíblica liberta de Satanás (v. Jo 8v32; 2 Tm 2v24­26); ● A verdade bíblica intermedia entre a graça e a paz (v. 2 Pe 1v2); ● A verdade bíblica santifica (v. Jo 17v17; 2 Pe 1v3,5,12; 2 Tm 3v16,17); ● A verdade bíblica mostra o amor (v. Fl 1v9); ● A verdade bíblica protege do erro (v. Ef 4v11­

15; 2 Pe 3v17,18); ● A verdade bíblica salva (v. 1 Tm 4v16; At 20v26,27; 2 Ts 2v10); ● A verdade bíblica é o ideal celeste (v. 1 Co 13v12); ● A verdade bíblica será resistida por alguns (v. 2 Tm 4v1­5); ● A verdade bíblica é o dever dos anciãos (v. Tt 1v9); ● A verdade bíblica é aprovada por Deus (v. 2 Tm 2v15); ● A verdade bíblica deve aumentar continuamente (v. 2 Pe 3v18; Cl 1v10; Hb                         5v12).





Em que sentido o crente é liberto do mal? 
 


R. No sentido de não ser justificado nem condenado pela Lei (Rm.3:28; 7:4-6; Gl.2:16). Mas o crente tem o dever de pautar a sua vida segundo a retidão estabelecida pela Lei Moral, que o Novo Testamento mantém como norma de conduta .

Se o quarto mandamento ordena a guarda do Sábado porque não o guardamos?  

R. O vocábulo Sábado, na Bíblia, vem da palavra shabbath e significa repouso, descanso, etc. Na nossa língua, o sétimo dia da semana chama-se Sábado, mas isto não ocorre em todas as línguas. Em alemão, por exemplo, o sétimo dia da semana chama-se  sonnabend (véspera do sol) ou samstag (dia de Saturno). Em francês, samedi (dia de Saturno). Em inglês, saturday (dia de Saturno). Logo, o sétimo dia e Sábado não são a mesma coisa.

O que a Lei ordena é a guarda de um dia de descanso por semana. E isto nós guardamos. Quando guardamos o Domingo, estamos cumprindo o 4º Mandamento. O calendário dos judeus lhes foi dado na saída do Egito (Ex.12:2). Os crentes em Cristo não estão obrigados a guardar o mesmo dia da semana, que os judeus guardavam e muitos ainda guardam. Guardando o Domingo, não estamos quebrando o 4º Mandamento.

Por que guardamos o Domingo?       
    
R. Por várias razões. Dentre elas, destacamos as seguintes: 1. Jesus ressuscitou no Domingo (Mt.28:1-10; Mc.16:1-8; Lc.24:1-12; Jo.20:1-10). 2. O Espírito Santo desceu sobre os crentes no Pentecoste, ou seja, no Domingo (At.2:1-4). 3. Os apóstolos e os discípulos, após a ressurreição de Cristo, passaram a guardar o Domingo (At.20:6-7; I Co.16.1-4).  5.

O Novo Testamento chama ao Domingo de Dia do Senhor (Ap.1:10).  6. A tentativa de levar os crentes a guardarem o Sábado, e não o Domingo, primeiro dia da semana, é inovação adventista, sem nenhuma base na Palavra de Deus.

Quem ordenou o matrimônio e quais os seus objetivos? 

R. O matrimônio foi ordenado pelo Criador Gn.2:18-24), e tem como objetivos: 1. O mútuo auxílio de marido e mulher (I Co.7:3-5). 2. A propagação da raça humana por sucessão legítima (Gn.1:27-28) e 3. Impedir a impureza (1 Co.7:2, 9; Hb.13:4).

Quais são as regras básicas que a palavra de Deus estabelece para o casamento do crente?  

R. São as seguintes: 1. Só pode casar-se quem pode dar consentimento ajuizado. 2. O Crente deve casar-se somente no Senhor (1 Co.7:39; 2 Co.6:14). 3. Não devem casar-se as pessoas entre quais existem graus de consangüinidade ou afinidades proibidos pela moral e que podem acarretar lesões biológicas.

Em que circunstâncias a Palavra de Deus permite o divórcio? 

R. Apenas em caso de adultério (Mt.19:9) ou nos casos de deserção irreparável (1 Co.7:15). O casamento é indissolúvel por ser uma instituição divina, figura da união entre Cristo e a Igreja ( Mc.10:9; Ef.5:22-23).



O último Milagre de Eliseu - A honra de Eliseu


A eternidade efidelidade de Deus

É interessante observarmos que o último milagre de Eliseu se deu postumamente. Eliseu já estava morto quando ocorre algo envolvendo seus restos mortais que desafia toda a razão humana (2 Rs 13.19,20). Essa passagem revela pelo menos dois aspectos dos atributos de Deus — em primeiro lugar ela mostra que Deus é eterno. chamou a atenção para esse fato quando comentou o texto bíblico: “Como fui com Moisés, assim serei contigo”.
“A incondicional prioridade de Deus em seu universo é uma verdade no Antigo e no Novo Testamentos. 

O profeta cantou essa verdade em linguagem de êxtase: ‘Não és tu desde a eternidade, ó Senhor meu Deus, ó meu Santo?’O apóstolo João a expõe com cuidadosas palavras de denso significado: ‘No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. 

Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.’[...] Não podemos pensar certo sobre Deus enquanto não começamos a pensar nEle como estando sempre ali, e ali primeiro, sempre existente antes de tudo mais. Josué teve que aprender isso. Ele fora servo de Moisés, servo de Deus, e com tanta segurança recebera em sua boca a Palavra de Deus, que Moisés e o Deus de Moisés se tundiram na mente dele, em fusão tal que ele mal podia separar os dois pensamentos; por associação sempre apareciam juntos em sua mente. Agora Moisés estava morto e, para que o jovem Josué não seja abatido pelo desespero, Deus lhe fala para dar-lhe segurança: ‘Como fui com Moisés, assim serei contigo.’ Moisés estava morto, mas o Deus de Moisés continuava vivo. Nada mudara e nada se perdera. De Deus nada morre quando morre um homem de Deus.”


Em segundo lugar, a Escritura revela aqui a Fidelidade de Deus. Aquilo que Ele prometeu, Ele cumpre, mesmo quando as circunstâncias parecem dizer o contrário. Ao permitir que o toque nos restos mortais de Eliseu desse vida a um morto, Deus mostrava ao rei Jeoás que a morte de Eliseu não iria impedir aquilo que há algum tempo ele havia prometido a ele. Deus é fiel e vela sobre a sua palavra para a cumprir.

A honra de Eliseu

Mas além da fidelidade e eternidade de Deus que ficam bem patentes nesse último milagre de Eliseu, há ainda mais uma lição que o texto deixa em relevo. Aqui é possível perceber que mesmo morto, o nome de Eliseu continuaria sendo lembrado como um homem de Deus. Elias subiu ao céu vivo. Eliseu deu vida mesmo estando morto. Os intérpretes destacam que esse milagre de Eliseu mostra que o Senhor possui planos diferenciados para cada um de seus filhos e que, portanto, não devemos fazer comparações nem questionar os atos divinos (Jo 21.19-23). A Bíblia fala de homens cujas ações continuam falando mesmo depois de suas mortes (Hb 11.4).




O Maior legado de Eliseu


Legado sócio-cultural


Já estudamos que Eliseu supervisionava a escola de profetas (2 Rs 6.1). Esse sem dúvida foi um dos seus grandes legados. Todavia Eliseu fez muito mais. Ele teve uma participação ativa na vida social da nação. Enquanto Elias era um profeta do deserto, Eliseu teve uma atuação mais urbana. Eliseu tinha acesso aos reis e comandantes militares e possuía influência suficiente para deles pedir algum favor (2 Rs 4.13). Como povo de Deus não podemos viver isolados da vida social da nação, mas aproveitar as oportunidades para abençoar os menos favorecidos.

Legado espiritual


Há uma extensa lista de obras e milagres operados através do profeta Eliseu. Sem dúvida eles demonstram seu grande legado espiritual. Podemos enumerar alguns aqui: Abertura do Jordão (2 Rs 2.13,14); a purificação da nascente de água (2 Rs 2.19-22); O azeite da viúva (2 Rs 4.1-7); o filho da sunamita (2 Rs 4.8-37); a panela envenenada (2 Rs 4.38-41); A multiplicação dos pães e das sementes (2 Rs 4.42-44); a cura de Naamã (2 Rs 5); o machado que flutuou (2 RS 6.1-7); o caso de Dotã (2 Rs 6.11-23); escassez e festa em Samaria (2 Rs 6.24—7.20); revelação a Hazael (2 Rs 8.7-15); profecia ao rei Jeoás (2 Rs 13.14-19) e a ressurreição de um homem (2 Rs 13.21).
Assim termina a vida do profeta de Abel-meolá. 

Um grande homem de Deus que nunca deixou de ser servo. Começou pondo água nas mãos de Elias (2 Rs 3.11), um gesto claro de sua presteza em servir, e terminou sendo exaltado por Deus. Mesmo sem ter escrito uma linha, se levanta como um dos maiores profetas bíblicos de todos os tempos. Deixou sua marca na História, mas em nenhum momento atraiu para si a atenção pelos milagres feitos. Deus a quem ele amava e servia era sua fonte de satisfação. Devemos imitá-lo nisso.



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Santidade Somos Novas Criaturas 


Em primeiro lugar é necessário se dizer à nível de esclarecimento que não podemos ser pessoas que se acovardam e se perdem, mas que se firmam na fé e, deste modo, crescemos e enriquecemos nossa caminhada. Tendo a compreensão da santidade, obteremos uma visão difusa da nossa nova identidade como filhos de Deus.(2Co 5.17)

1 -Somos novas criaturas! (2Co 5.17)

Tudo o que é novo, a priori, é também confuso, delicado e muitas vezes complexo. Não se pode crescer sem a experiência que muitas vezes nos é dolorosa e nos fazem chorar, mas devemos ter bom ânimo disse Jesus.( Jo 16.33 - Disse-vos estas coisas para que em mim tenhais paz. No mundo tereis aflições. Mas tende bom ânimo! Eu venci o mundo.).

(Mt 16.24 - Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me.).

O vocábulo original (Do Lat. Sanctitatem) fala-nos de perfeição moral. Estado de quem se destaca pela pureza. Mediante a Sagradas Letras, a santidade possui dois sentidos que são bem distintos:

1 - É a separação do mal e do pecado.
2 - É a dedicação completa ao serviço do Reino de Deus.

Para alcançarmos a santificação é necessário adentrarmos ao universo imenso da experiência com a palavras(Vós já estais limpos por causa da palavra que vos tenho falado.) e o sacrifício vicário de Cristo Jesus(quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus, purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, para que sirvamos ao Deus vivo!Hb 9.14).

Há uma diferença entre os termos – Mortos – vivos e Vivos – Mortos.

a) Mortos – Vivos: No primeiro caso encontramos a explicação no texto de Rm 6.11; no segundo vemos: Mt 8.22.

b) Vivos – Mortos: No conceito de vida em que o mundo vive, ainda que as pessoas não queiram admitir, Deus não se faz presente, no sentido diretivo. Ele não tem prioridade na vida das pessoas mundanas e nem a sua palavra encontra guarida nos corações deles. Eles não conhecem a Deus(1Jo 3.1d); o que peca é espiritualmente filho do diabo, pela prática do pecado(Jo 8. 31-47; 1Jo 3.7-10). Para sermos filhos de Deus, segundo a sua graça,(sacrifício perfeito de Cristo), é necessário entrarmos pelo caminho único que é o próprio Cristo. Ao aceitarmos a Ele, somos inseridos no reino por meio da graça(favor imerecido), e Deus nos torna seus filhos pela santíssima Fé, em Cristo Jesus, mediante a prática da sua palavra

c) Santificação é separação: é estabelecer em nossa vida um crivo para sondarmos e separarmos o que é mal e não agrada a Deus, do que é bom e agradável a Deus. A Alegria de Deus está em nossa obediência, temor(*), confiança e entrega de si, para que Ele posso nos conduzir ao porto seguro.

2 – COMO POSSO CONHECER A DEUS:

Jesus viveu aqui na terra de forma santa e irrepreensível, procurou sempre agradar a Deus, e fazer a sua vontade. Levou até a cruz todos os nossos pecados, temores e inseguranças e tudo isso para nos garantir a certeza da vida eterna(Jo 3.16). Para conhecer a Deus não é preciso forçar a mente, esmurrar-se ou sentir repulsa do nosso corpo mortal, isolar-se do mundo e das pessoas, ou espiritualizar as coisas materiais.

a) E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração. (Jr 29: 13)
b) Jesus purificou a nossa consciência de atos que podem nos levar a morte, para servirmos ao Pai celestial (Hb 9.14).
c) Jesus nos purificou para sermos puros não somente por alguns dias ou horas, mas para sermos eternamente puros, santificados.(*)

d) A purificação da nossa consciência nos transporta à condição da presença de Deus. Devemos nos separados do mundo, mesmo que este seja aparentemente agradabilíssimo. Saiba que satanás é mestre no ilusionismo. Lembre-se de como os nossos pais caíram no éden!

e) Posso conhecer a Deus através de uma vida simples e dedicada, sem exageros e ou demasias.(Ec 7.16-18). Não é preciso viver nos extremos do mais ou do menos para alcançarmos o estado da presença de Deus. Seja quem você é(*), Deus sabe de tudo sobre você.(Sl 44.21; 2Tm 2.19; 1Jo 3.20;).

3 – COMO POSSO SANTIFICAR-ME?

O salmista dar a resposta dizendo:... Observando-o segundo a tua palavra – Sl 199. 9b. Somente quando o jovem pára pra se observar e faz uma acareação de seus atos com a palavra de Deus é que ele descobre como deve agir para com Deus, a Igreja, sua família e o mundo. 

Fazendo assim, ele terá possibilidade de separar o que é bom do que é mal aos olhos de Deus. Paulo nos exorta dizendo: ORA, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus. (II Co 7 : 1).

a) Chegando-me a Deus em oração e meditação-Tg 4.8
b) Tornando-me puro diante de Deus e do mundo
c) Afastando-me das concupiscências (1Jo 2.16)
d) Buscando a Deus de todo o coração – Jr 29.13

Procure conhecer o caráter e também a natureza de Deus, para que você pode dedicar-se melhor em servi-lo. Como podemos amar bem sem conhecer bem? Como podemos obedecer bem, sem conhecer de quem de nós exige obediência, o que lhe agrada? Leia portando a Bíblia e não seja breve na leitura; medite e seja vagarosa na meditação. Deus quer se revelar para você.



Eliseu Aumenta o Azeite da Viúva


A Multiplicação do Azeite na Casa da Viúva

Dize-me que é o que tens em casa.”
E ela disse:

“Tua serva não tem nada em casa, senão uma botija de azeite”.

Isto bastava para Deus operar o milagre.
Era necessário construir sua segurança a partir do que fora deixado pelo marido.
E havia uma botija de azeite.
Este deveria ser um azeite muito puro e de boa qualidade, pois talvez aquela botija guardada era para produzir o azeite da unção, usado pelos profetas para seu ministério junto aos enfermos e nas consagrações.
E tanto poderia ser usado na alimentação, na produção de remédios, no serviço ministerial e para tantos fins comerciais.

Eliseu estava dando àquela mulher viúva, anônima, e aos seus filhos as chaves para um negócio lucrativo e abençoado. A sua independência financeira por meio do “pouco” que o marido deixara para a família.
A multiplicação do azeite aconteceria com a sua obediência às recomendações do profeta Eliseu.
Uma viúva cujos filhos estão para ser vendidos à escravidão a fim de pagar as dívidas deixadas pelo pai, vai a Eliseu em busca de ajuda.

Tudo que ela possui de algum valor é um pouco de azeite.
Eliseu sugere que ela tome emprestados de seus vizinhos tantos jarros quantos conseguir e os encha com o azeite do seu jarro.
Ela continua despejando azeite do seu jarro até encher todas as vasilhas que conseguiu.
Eliseu então lhe diz que venda o azeite para pagar as dívidas e com a sobra do dinheiro poderá viver com seus filhos.

Deus fez mais do que simplesmente cuidar do problema dessa viúva.
Ela não só foi capaz de vender o azeite para pagar as dívidas, mas teve sobra suficiente para continuar a viver.

O azeite da viúva poderia ter continuado a fluir do seu jarro, mas ela não tinha mais vasilhas.

A graça de Deus mais do que supre as nossas necessidades. Ela nunca se esgota. Nós é que não temos mais espaço para aceitar Suas bênçãos.

Eliseu conhecia o jovem esposo daquela mulher.
Ela chegou-se ao profeta de Deus, clamando, e, talvez com lágrimas nos olhos, em atitude suplicante, ela disse:

“Meu marido, teu servo, morreu; e tu sabes que o teu servo temia ao Senhor; e veio o credor, para levar os meus dois filhos para serem servos” (v.1). Era uma situação difícil e urgente.
A viúva foi concisa e trouxe para Eliseu o problema angustiante, depositando aos seus pés sua necessidade.

O Nome de Eliseu significa “Deus é salvador”.

Talvez baseada nessa premissa, ela tivesse deixado toda a sua angústia nas mãos dele... A familiaridade com que ela fala do marido ao profeta mostra que ele realmente servira a Eliseu.
Ela o identifica como “meu marido, teu servo”, isto significa que Eliseu sabia bem quem era o falecido.
Talvez até mesmo Eliseu tivesse feito o serviço fúnebre no enterro dele, agradecendo a Deus por sua vida e pedindo o consolo para a família enlutada... E, agora, ali estava o problema...

A viúva ficaria sem os filhos, talvez adolescentes, pois seriam levados pelo credor para pagar as dívidas da família, como era costume na época. Isto significaria seu total desamparo, pois como uma viúva sobreviveria num contexto de discriminação ao serviço feminino remunerado?
Junto com os filhos, ela poderia trabalhar e conseguir a subsistência, mas, sozinha, seria impossível...

“Então disse ele:

Vai, pede emprestadas, de todos os teus vizinhos, vasilhas vazias, não poucas.
Então entra, e fecha a porta sobre ti, e sobre teus filhos, e deita o azeite em todas aquelas vasilhas, e põe à parte a que estiver cheia.” (v.3-4).
O profeta sabia que ela não teria tantas vasilhas para encher de azeite. Seriam potes próprios para conter azeite.

E a casa se encheu de vasilhas.

E a porta foi fechada. Quem sabe uma oração subiu aos céus naquela hora?
Quem sabe ela tenha dado a mão aos filhos e, juntos, pediram e já agradeceram pelo milagre de Deus? Quem sabe se lembraram das orações do pai falecido e ficaram cheios de coragem e fé?

Como você, querida irmã, reagiria em tal situação?

Qual seria a sua atitude, se, ao buscar ajuda do “ex-patrão” de seu marido, ele mandasse você trabalhar junto com os filhos (pedindo emprestadas muitas vasilhas)? Será que o profeta não deveria acolher os órfãos e a viúva naquela “casa de profetas” e arranjar um “serviço” para ela, talvez de “cozinheira” ou “lavadeira” para pagar aos credores?
Será que ele não deveria “levantar” o valor da dívida com os outros “crentes” e dar para ela?

Ela obedeceu, e todas as vasilhas foram completamente cheias.

la mesma foi ao profeta para saber qual seria o próximo passo a ser dado. Então “disse ele: Vai, vende
o azeite, e paga a tua dívida; e tu e teus filhos vivei do resto” (v.7).

Que alegria para ela e para os filhos.

O azeite era um produto caro e os recursos advindos da sua venda dariam para pagar a dívida (quem sabe, do aluguel? Ou da farmácia?
Ou de um empréstimo no banco?), e ainda sobraria bastante para ela e os filhos viverem...

É certo que haveria muito trabalho pela frente, mas o milagre acontecera.
Deus opera os seus milagres em nossas vidas, mas não dispensa o nosso trabalho, a nossa obediência e humildade diante dos problemas da vida.


Confrontando os falsos profetasProfetizavam sob encomendo


Os fatos ocorridos no reinado de Acabe vêm mais uma vez confirmar uma verdade: Nenhum sistema é profético, nenhum profeta pertence ao sistema. O texto de 1 Reis 18.19, destaca essa verdade. Eram profetas, mas comiam da mesa de Jezabel. Eram profetas, mas possuíam seus ministérios alugados para Acabe e sua esposa. Eles profetizavam o que o rei queria ouvir, pois faziam parte do sistema estatal de governo. Nenhum homem de Deus, nem tampouco a igreja, pode ficar comprometido com qualquer esquema religioso ou político. Se assim o fizerem, perdem suas vozes proféticas (1 Rs 22.13).
Esses profetas “comiam da mesa de Jezabel”. Estavam debaixo de sua influência. Ainda hoje o espírito de Jezabel atua, e atua com grande força. John Pauljackson (2011, pp.215-218) enumera 14 características que identificam o espírito de Jezabel:

1. Embora, a princípio, seja difícil perceber, o indivíduo sente-se profundamente ameaçado pelos profetas, os quais são seu principal alvo. Embora ele pareça ter o dom da profecia, seu alvo na verdade é controlar aqueles que se movem na esfera profética.

2. Para aumentar seu favor, o indivíduo muitas vezes se aproxima do pastor e dos líderes locais e depois busca encontrar o elo mais fraco a fim de dominá-lo. Seu objetivo final é governar toda a igreja.

3. Em busca de reconhecimento do pastor e dos membros, o indivíduo forma associações estratégicas com pessoas que são reconhecidas como espirituais e têm influência na igreja.

4. Para parecer espiritual, o indivíduo busca reconhecimento manipulando as coisas e buscando tirar vantagem. Muitas vezes, compartilha sonhos e visões provenientes de sua própria imaginação ou que ouviu de outros.

5. Quando o indivíduo recebe um reconhecimento inicial, geralmente responde com falsa humildade. No entanto, tal atitude não dura muito.

6. Quando é confrontado, o indivíduo se coloca na defensiva. Ele justifica suas ações com frases do tipo: “Estou obedecendo a Deus” ou “Deus me disse para fazer isso”.

7. Muitas vezes, o indivíduo alega ter grandes revelações espirituais sobre o governo da igreja, mas não busca as autoridades legítimas. Em geral, primeiro compartilha suas opiniões com outras pessoas. Sua opinião pessoal muitas vezes se torna a “última palavra” sobre várias questões, fazendo com que se sinta superior ao pastor. No entanto, mesmo que sua revelação seja proveniente de Deus, ele prefere sair falando, em vez de orar.

8. Com motivos impuros, o indivíduo busca se aproximar de outros. Parece desejar fazer “discípulos” e precisa de constante afirmação de seus seguidores.

9. Esse indivíduo prefere orar pelas pessoas em particular (em outra sala ou num canto isolado), para não ter de prestar contas a ninguém. Assim, suas revelações e falsas “profecias” não podem ser questionadas.

10. Ansioso para conseguir o controle, ele reúne as pessoas e procura ensiná-las. Embora, a princípio, o ensino possa ser correto, ele apresenta “doutrinas” que não possuem fundamento na Palavra de Deus.

11. Enganando os outros com profecias carnais e falando aquilo que as pessoas gostam de ouvir, ele busca, acima de tudo, conseguir credibilidade. Profetiza meias verdades ou fatos pouco conhecidos, como se fossem revelações divinas. Também tira proveito da memória fraca das pessoas, torcendo seus pronunciamentos anteriores e fazendo parecer que se cumpriram na íntegra.

12. Embora a imposição de mãos seja um princípio bíblico, esse indivíduo gosta de compartilhar um nível “mais elevado” no espírito ou derrubar as paredes que prendem as pessoas, por meio da imposição de mãos. No entanto, seu toque transmite maldição. Em vez de uma bênção santa, o que ele transmite mediante seu toque é um espírito maligno.

13. Mascarando uma autoestima deficiente com orgulho espiritual, ele deseja ser visto como a pessoa mais espiritual da igreja. Pode ser o primeiro a chorar, clamar, etc., afirmando estar recebendo uma carga de Deus. No entanto, não é diferente dos fariseus que queriam que suas boas ações fossem vistas e suas virtudes, reconhecidas pelos homens.

14. Lamentavelmente, a vida familiar desse indivíduo é turbulenta. Ele pode ser solteiro ou casado. Quando é casado, seu cônjuge em geral é espiritualmente fraco, não convertido ou miserável. Esse indivíduo tem a tendência de dominar todos os membros de sua família.5

Já estou no pastorado de tempo integral por mais de uma década e pude comprovar de forma prática essa palavra  Pelo menos três vezes identifiquei claramente esse espírito querendo controlar as pessoas e o meu ministério. Graças a Deus porque Ele me deu o discernimento para que eu não ficasse prisioneiro de Jezabel.

Eram mais numerosos

Acabe e sua esposa Jezabel haviam institucionalizado a idolatria no reino do Norte. Baal e Aserá não eram apenas os deuses principais, mas também oficiais. O culto idólatra estava presente em toda a nação, de norte a sul e de leste a oeste. Dessa forma, para manter a presença da religião pagã na mente do povo, a casa real necessitava de um grande número de falsos profetas (1 Rs 17.32,33). O texto sagrado, por diversas vezes, destaca esse fato (1 Rs 18.19). Quando na presença do povo, Elias pôs isso em evidência (1 Rs 18.22), não havia verdade, autenticidade, nem tampouco qualidade no culto falso, mas apenas quantidade.










Confrontando os falsos deuses
Mais fatos sobre Baal


Não há dúvida de que Baal era a principal divindade Cananeia (1 Rs 16.31; 11.1-8). Por diversas vezes fizemos referência a esse fato, mas aqui iremos conhecer mais detalhadamente esse falso deus, e assim entender porque ele causava tanto fascínio no mundo cananeu e também no estado Judeu. A palavra Baal significa proprietário, marido ou senhor. 2 Os estudiosos observam que esse nome traz esses significados para demonstrar que a divindade pagã exercia controle e posse não somente sobre o lugar onde se encontrava, mas também sobre as pessoas.

destaca que a adoração a Baal no Antigo Testamento se tornou uma séria rival do culto a Jeová:
“A ampla supremacia do seu culto é comprovada pela aparição do seu nome em fontes da Babilônia, aramaicas, fenícias, púnicas, de Ugarite e do Egito. Durante o período de Ramessés ele foi equiparado a Sete. Os seus títulos eram Zabul, ‘exaltado, senhor da terra’; Ba’al Shamen, ‘senhor dos céus’ (em fenício, mas não na antiga Ugarite); Rokeb arufot, ‘o que cavalga as nuvens’. O lugar egípcio de nome Baal Saphon (lit. Baal do Norte, Baal do monte Cássio) indica que o seu culto era conhecido no Egito. O Antigo Testamento refere-se às muitas imagens locais de Baal com Baalins, a forma plural de Baal.

Ele era adorado nos lugares altos de Moabe (Nm 24.41). Havia altares dedicados a ele na época dos juizes (Jz 2.13; 6.28-32). Talvez a sua adoração tenha atingido o seu ápice na época de Acabe e Jezabel (1 Rs 16.32; 18.17-40), embora tenha havido novas ocorrências posteriormente (2 Rs 3.2ss.; 10,18-28; 18.4,22; 21,3; 2 Cr 21.6; 22.3). A sua adoração foi abolida por Joiada (2 Rs 11.18) e Josias (2 Rs 23.4,5).

A adoração a Baal era acompanhada por rituais lascivos (1 Rs 14.24; 2 Rs 23.7). Está comprovado que a sua imagem era beijada (1 Rs 19.18; Os 13.2). O sacrifício de crianças no fogo era parte do seu culto (Jr 19.5). A adoração a Baal estava associada à adoração de Astarote (1 Rs 18.19; 2 Rs 23.4) e os seus altares frequentemente tinham aserás nas proximidades (Jz 6.30; 2 Rs 16.32,33).”3

Os profetas estavam conscientes dessa realidade e sabiam que não havia como aceitar esse fato entre o povo de Deus, e por isso levantaram suas vozes em protesto contra essa prática (1 Rs 21.25,26).


Identificando a falsa divindade Aserá


A crença Cananeia dizia que El seria o deus principal, isto é, o pai dos outros deuses, e Aserá era a deusa-mãe. O texto bíblico de 1 Reis 18.1719, faz referência a essas duas divindades. A palavra poste-ídolo neste texto é a tradução do termo hebraico ashera ou Aserá, e mantém o significado de bosque para adoração de ídolos. Aserá, conhecida também como Astarote ou Astarte, era uma deusa ligada à fertilidade humana e animal e também da colheita. No texto bíblico observamos que ela exerceu grande influência negativa entre o povo de Deus (Jz 2.13, 3.7; 1 Rs 11.33). Assim entendemos o porquê da resistência profética a esse culto.

Os enciclopedistas observam que: “No Antigo Testamento, a adoração a ela está associada à adoração a Baal (Jz 3.7; 1 Rs 18.19; 2 Rs 23.4). Gideão teve que destruir o altar que o seu pai havia erigido a Baal e à companheira Aserá, para qualificar-se como líder de Israel (Jz 6.25-30). A adoração a ela durante a época dos reinos hebraicos é atestada pela imagem feita pela mãe de Asa (1 Rs 15.13) e pela imagem colocada por Manassés no Templo (2 Rs 21.7). Josias tentou extinguir a adoração a esta deusa (2 Rs 23.4-7).

Alguns textos do Antigo Testamento indicam uma fusão da divindade com o objeto de culto usado na adoração a esta deusa (Ex 34.13; Jz 6.25-30; 2 Rs 18.4), um fenômeno comum em muitas religiões(...). Alguns estudiosos, baseando-se em Deuteronômio 16.21 e em outras evidências, julgam que (Aserá) se tratava de uma árvore viva. No entanto, a maioria dos estudiosos pensa que se tratava de uma imagem de Aserá, talvez uma árvore da vida estilizada, porque se não fosse assim o silêncio dos profetas sobre o assunto seria estranho. Mas eles efetivamente condenaram a idolatria, o que incluiria o asherim''.
















As lições deixadas pela seca


A majestade divina


Já vimos alguns dos atributos de Deus quando falamos do “Deus de Elias”. Todavia cabe aqui fazermos uma pequena síntese desses atributos, porque a majestade divina é uma das lições reveladas pela seca. Os fatos que já comentamos e que vale a pena relembrar sobre a ação do Deus de Elias, estão registrados nos primeiros versículos do capítulo 17 do livro de primeiro Reis. Primeiramente vimos a sua onipotência, quando Ele demonstrou total controle sobre os fenômenos naturais (1 Rs 17.1). Em segundo lugar, Deus mostrou a sua Onipresença durante esses fatos. Elias ao se referir ao Senhor reconheceu-o como um Deus presente: “Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou” (1 Rs 17.1). Em terceiro lugar, vimos como Deus Onisciente, quando demonstrou a sua capacidade para conhecer o futuro. Não haveria nem orvalho nem chuva, e não houve mesmo!

O pecado tem o seu custo


Quando o profeta Elias encontra-se com Acabe durante o período da seca, Elias responde ao monarca e o censura por seus pecados: “Respondeu Elias: eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do Senhor e seguistes os baalins”(l Rs 18.18). Em outras palavras, Elias afirmava que tudo o que estava acontecendo em Israel era resultado do pecado.

O pecado pode ser atraente e até mesmo desejável, mas tem um custo muito alto. Não vale a pena!
Por outro lado, Franz Delitzsch destaca a morte dos profetas de Baal como consequência do pecado de idolatria. Em seu comentário ao livro dos Reis, escreve: “Elias usou a euforia do povo pelo Senhor para acabar com os profetas de Baal que haviam apartado o povo do Deus vivente. Ordenou ao povo prendê-los e os fez degolar no ribeiro de Quison. Não fez por motivo de vingança, porque eles haviam motivado a rainha Jezabel para matar os profetas do Deus verdadeiro (ver 13), senão por causa da lei do Antigo Reino de Deus do Antigo Testamento que proibia a idolatria e ordenava exterminar os falsos profetas” (Dt 17.2; 13.13ss).13


Observamos que a longa seca sobre o Reino do Norte agiu como um instrumento de juízo e disciplina. Embora o coração do rei não tenha dado uma resposta favorável ao chamamento divino, os propósitos do Senhor foram alcançados. O povo voltou para o Senhor e o perigo de uma apostasia total foi afastado.
A fome revelou como é vão adorar os deuses falsos e ao mesmo tempo demonstrou que o Senhor é um Deus soberano! Ele age como quer e quando quer. Fica, pois a lição que até mesmo em uma escassez violenta a graça de Deus se revela de forma maravilhosa.














Elias A provisão divina na seca
Provisão pessoal

O fenômeno da seca e como o profeta Elias se conduziu durante o mesmo é rico em ensinamentos. Aprendemos que Deus é um Deus de provisão. Quando o apóstolo Paulo fez a pergunta: “Acaso, é com bois que Deus se preocupa?” (1 Co 9.9), ele esperava a resposta “Não”. Nesse texto o apóstolo mostra que o trato primeiro de Deus não é com animais, mas com o homem. Deus trata com pessoas, não com coisas. Pedro, o apóstolo, disse “que Ele tem cuidado de nós” (1 Pe 5.7). Durante o longo período de estiagem no Reino do Norte observamos esse cuidado pessoal do Senhor com o profeta.
Há sempre uma provisão de Deus para aquele que o serve em tempos de crise. Embora houvesse uma escassez generalizada em Israel, Deus cuidou de Elias de uma forma especial que nada lhe faltou (1 Rs 17.1-7). A forma como o Senhor conduz o seu servo é de grande relevância. Primeiramente Ele o afasta do local onde o julgamento seria executado: “Retira-te daqui” (1 Rs 17.3). Deus julga e não quer que seu servo experimente as consequências amargas desse juízo! Em segundo lugar, o Senhor o orienta a se esconder: “Esconde-te junto a torrente de Querite” (1 Rs 17.3). Deus não estava fazendo espetáculo. Quando a situação é para aparecer, Deus manda se esconder. Em terceiro lugar, Elias deveria ser suprido com aquilo que o Senhor providenciasse: “Os corvos lhe traziam pão e carne” (1 Rs 17.6). Não era uma iguaria, mas era uma provisão divina!
Vejamos mais algumas lições extraídas desse episódio:
Conduzindo-se em tempos de crise

a)            Ouvindo a palavra (17.2)

O texto diz: “Veio-lhe a palavra do Senhor (1 Rs 17.2). Essa é a primeira lição que aprendemos com o profeta de Tisbe: ouça a palavra de Deus e seja orientado por ela. O aparecimento do profeta Elias está condicionado à Palavra de Deus bem como todas as suas ações. Ele não se movia fora da esfera da Palavra de Deus.

b)           Fugindo

O Senhor também disse ao profeta: “Esconde-te” (1 Rs 17.3). Houve a hora de aparecer, agora era hora de se esconder! Há momentos de publicidade, mas há momentos nos quais devemos estar sozinhos. Elias foi um profeta solitário, as suas aparições são repentinas e sem glamour. Talvez essa seja a principal característica que diferencia o profeta de Tisbe dos “profetas” modernos. Enquanto aquele procurava se esconder para cumprir o desígnio de Deus, estes procuram os holofotes para serem notados. Eles gostam da mídia e fazem de tudo para permanecerem em evidência.

c)            Dependendo de Deus

O            Senhor falou ao profeta: “Beberás da torrente; ordenei aos corvos que ali mesmo te sustentem” (1 Rs 17.4). Elias precisava de pão e água e o Senhor proveu isso para ele. Os corvos eram animais imundos (Dt 14.11-14), mas a comida que traziam para o profeta era santa. Se até o mal cumpre os propósitos de Deus (1 Sm 16.14; 19.9), quem somos nós para questionar? Elias, sem dúvida, possuía mais conhecimento teológico do que muitos eruditos, pois se alimentou da carne trazida pelos corvos sem fazer questionamentos. Quantas vezes perdemos a oportunidade de sermos abençoados porque construímos “muros teológicos” e passamos a acreditar que o Senhor, para operar, necessita trabalhar dentro de seus limites!

d)           Obedecendo

“Foi, pois, e fez segundo a palavra do Senhor” (1 Rs 17.5). O manual já existe e está aí à nossa disposição — A Palavra de Deus. Elias fez segundo o manual do fabricante e foi abençoado. Se seguirmos a orientação do manual, a Bíblia Sagrada, com certeza seremos bem-sucedidos.

Provisão coletiva

Ficamos sabendo pelo relato bíblico que além de Elias, o profeta de Tisbe, o Senhor também trouxe a sua provisão para um grande número de pessoas. Primeiramente encontramos o Senhor agindo através de Obadias, mordomo do rei Acabe, provendo livramento e suprimento para esses profetas: “Obadias tomou cem profetas, e de cinquenta em cinquenta os escondeu numa cova, e os sustentou com pão e água” (1 Rs 18.4).põe em destaque essa ação de Obadias como sendo um canal de Deus no auxílio coletivo aos profetas: “Como podia Obadias ser um adorador de Deus e ainda servir à corrupta casa real de Acabe? Não deveria ele ter tomado uma posição contra as mortes dos profetas de Deus por Jezabel, mesmo se isso lhe custasse sua própria vida? Alguns pensam assim. Contudo, Obadias foi capaz de usar sua posição para salvar vidas de centenas de profetas! É fácil criticar aquele que têm decisões morais difíceis para tomar. Mas cada indivíduo deve ser guiado pelo senso próprio da liderança de Deus. O que pode nos parecer ser “comprometimento” pode, em vez disso, ser uma corajosa decisão em seguir um caminho difícil e perigoso”.12

Em segundo lugar o próprio Senhor faz conhecido a Elias, que Ele ainda contava com sete mil pessoas que não haviam dobrado os seus joelhos diante de Baal: “Também conservei em Israel sete mil” (1 Rs 19.18). Deus é um Deus que cuida!



Os Efeitos da seca

Escassez e fome

Como nordestino, estou familiarizado com a linguagem dos capítulos 17 e 18 do primeiro livro de Reis. Esses capítulos trazem um relato sobre o longo período de estiagem em Israel durante o reinado de Acabe.

Agora mesmo quando escrevo este capítulo, o sul do meu estado, Piauí está sendo duramente castigado por uma severa seca. Centenas de cabeças de gados e outros animais nativos da caatinga e do semiárido nordestino estão morrendo. Os criadores, em um gesto de desespero, estão alugando pastos em outras partes do estado para tentarem salvar seus rebanhos. Euclides da Cunha tinha razão quando disse, em seu livro Sertões, que o nordestino acima de tudo é um forte!10
Mas ninguém conseguiu enxergar todo o drama do nativo do semi-árido como Patativa do Assaré, poeta e filósofo social nordestino.11 Em uma coletânea de poesias, Patativa conseguiu expressar em palavras o que passa o sertanejo nesse período sombrio:
Setembro passou, com outubro e novembro
Já estamos em dezembro.
Meu Deus, o que será de nós?

Assim fala o pobre do seco Nordeste,
Com medo da peste,
Da fome feroz.

A treze do mês ele fez a experiência,
Perdeu a sua crença Nas pedras de sal.
Mas noutra experiência com gosto se agarra,
Pensando na barra Do alegre Natal.

Rompeu-se o Natal, porém a barra não veio,
O sol, bem vermelho,
Nasceu muito além.
Na copa da mata, buzina a cigarra,
Ninguém vê a barra,
Pois a barra não tem.

Sem chuva na terra descamba janeiro,
Depois, fevereiro,
E o mesmo verão.
Então o roceiro, pensando consigo,
Diz: isso é castigo!
Não chove mais não!
[.....]
E vende o seu burro, o jumento e o cavalo,
Até mesmo o galo Vendeu também,
Pois logo aparece feliz fazendeiro,
Por pouco dinheiro Lhe compra o que tem.

Em cima do carro se junta a família;
Chegou o triste dia,
Já vai viajar.

A seca terrível, que tudo devora,
Lhe bota pra fora
Da terra natal

Dramático! Realista! É exatamente assim que nos sentimos durante uma seca. Mas ao verificarmos o texto bíblico onde se encontra a narrativa da predição do profeta Elias, descobrimos igual dramaticidade e realismo. Elias entra no cenário profético quando o reinado de Acabe e sua esposa Jezabel, experimentava relativa prosperidade. Foi então que o profeta Elias vaticinou:
“Tão certo como vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha palavra” (1 Rs 17.1).
As consequências dessas palavras carregadas de inspiração profética são logo sentidas. Confira o relato bíblico em 1 Reis 18.1-8.
A Escritura afirma que “a fome era extrema em Samaria” (1 Rs 18.2). A seca já havia provado que Baal era um deus impotente frente aos fenômenos naturais e a fome demonstrou à nação que somente o Senhor é a fonte de toda provisão. Sem Ele não haveria chuva e consequentemente não haveria alimentos. O texto de 1 Reis 18.5, revela que até mesmo os cavalos da montaria real estavam sendo dizimados. O desespero era geral. A propósito, o texto hebraico de 1 Reis 18.2 diz que a estiagem foi violenta e severa. A verdade é que o pecado sempre traz consequências amargas!

Endurecimento ou arrependimento

É interessante observarmos que o julgamento de Deus produziu efeitos diferentes sobre a casa real e o povo. Percebemos que à semelhança de Faraó (Ex 9.7), o rei Acabe e sua esposa, Jezabel, não responderam favoravelmente ao juízo divino. Acabe, por exemplo, durante a estiagem confrontou-se com o profeta Elias e o acusou de ser o perturbador de Israel (1 Rs 18.17). Quem resiste à ação divina acaba por ficar endurecido! Somente no caso de Nabote ele viria demonstrar algum arrependimento.
Por outro lado, o povo que não dera nenhuma resposta ao profeta Elias quando questionado (1 Rs 18.21), respondeu favoravelmente ante a ação soberana do Senhor: “O que vendo todo o povo, caiu de rosto em terra e disse: O Senhor é Deus! O Senhor é Deus! (1 Rs 18.39).
O Novo Testamento alerta: “quando ouvires a sua voz não endureçais o vosso coração” (Hb 3.8).

















Elias O que motivou a seca Disciplinar a nação

O que motivou a seca
Disciplinar a nação

O culto a Baal financiado pelo estado nortista afastou o povo da adoração verdadeira. O profeta Elias estava consciente disso e quando confrontou os profetas de Baal, logo percebeu que o povo não mantinha mais fidelidade ao Deus de Israel: “Então, Elias se achegou a todo o povo e disse: até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o” (1 Rs 18.21). De fato a palavra hebraica asiph, traduzida como pensamentos, mantém o sentido de ambivalência ou opinião dividida.2 A idolatria havia dividido o coração do povo. Para corrigir um coração dividido somente um remédio amargo surtiria efeito (1 Rs 18.37).

 observa que Elias “predisse uma severa escassez com a qual Israel ia ser castigado por seus pecados. Proclamou ante o rei, em cujas mãos estava o poder de reformar o país e evitar o castigo. A menos que se arrependesse e se reformasse, haveria de sobrevir sobre o país este castigo. Não haveria chuva nem orvalho nesses anos, senão por sua palavra (v.l). “Orou fervorosamente para que não chovesse” e os seus se fizeram duros como o bronze, até que “outra vez orou, e o céu deu chuva” (Tg 5.17,18). 

Elias faz saber a Acabe:

1. Que Jehová, a quem ele havia abandonado, era o Deus de Israel.
2. Que era um Deus vivo, não como os deuses que Acabe adorava, que eram ídolos mudos e mortos.
3. Que o mesmo (Elias) era um servo de Deus em missão, um mensageiro enviado por Ele.
4. Que, apesar da atual prosperidade e paz do reino de Israel, Deus estava enjoado com eles por causa de sua idolatria e ia castigar-lhes com a falta de chuva, com que se lhe mostraria a impotência deles e a insensatez de quem havia deixado o Deus vivente para prestar serviço de adoração a deuses que não podiam fazer nem bem nem mal.
5. Fazer saber a Acabe o poder que Deus pôs na palavra do próprio Elias: “não haverá chuva... senão por minha palavra”.3

Revelar a divindade verdadeira

Quando Jezabel veio para Israel não veio sozinha. Ela trouxe consigo a sua religião e uma vontade obstinada de fazer seus deuses o principal objeto de adoração. De fato, observamos que o culto ao Senhor foi substituído pela adoração a Baal e Aserá, principais divindades dos sidônios (1 Rs 16.30-33). A consequência desse ato foi uma total decadência moral e espiritual. Baal era o deus do trovão, do raio e da fertilidade, e supostamente possuía poder sobre os fenômenos naturais. A longa seca sobre o Reino do Norte criou as condições necessárias para que Elias desafiasse os profetas de Baal e provasse que o mesmo não passava de um deus falso (1 Rs 17.1,2; 2 Rs 18.1,2; 21.39).


O Deus de Elias

Se prestarmos atenção aos detalhes dessa passagem (1 Rs 17), descobriremos que três dos principais atributos de Deus são revelados na narrativa da predição da grande seca sobre Israel.
Em primeiro lugar, Ele é o Deus que governa a natureza — Ele é Onipotente! (1 Rs 17.1). 

A crença cananeia dizia que Baal era o deus que controlava a natureza, inclusive as estações. O comentarista bíblico Lawrence Richards (2010, p. 234) destaca que: “A seca foi uma arma apropriada neste conflito. Baal e Aserá eram deidades da natureza, suspeitos de controlar as chuvas e a fertilidade da terra. Ao anunciar uma estiagem no nome do Senhor, Elias demonstrou conclusivamente que Iahweh, e não Baal, é supremo”.4

Nunca devemos esquecer que o nosso Deus é Onipotente. Foi o próprio Jesus Cristo, o Filho de Deus quem afirmou: “E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível” (Mc 14.36). Saber desse fato é relevante porque uma nova heresia anda à espreita — o teísmo aberto ou teologia relacional. Essa nova crença, que e mais um artifício filosófico do que teológico, argumenta que o Deus da Bíblia é limitado.5 Em outras palavras, ele não é Onipotente; não é  levantaram suas vozes contra esse ataque à fé cristã.6

, por exemplo, cita textos da literatura do teísmo aberto onde esse fato é percebido claramente:
“Quando a tragédia entrar em sua vida, por favor, não pense que Deus tem algo a ver com isso! Deus não deseja que a dor e o sofrimento ocorram e, quando isso acontece, ele se sente tão mal com a situação como aqueles que estão sofrendo. Não pense que, de alguma maneira, essa tragédia deva cumprir algum propósito final. E bem provável que não seja assim! O mal que Deus não deseja acontece a todo momento e, com frequência, não serve para nenhum bom propósito. Porém, quando sobrevêm a tragédia, podemos confiar que Deus está conosco e nos ajuda a reconstruir o que se perdeu. Afinal, de uma coisa temos certeza, a saber: Deus é amor. Então, embora não possa evitar que uma boa parcela de coisas ruins aconteça, ele sempre está conosco quando elas acontecem!”7 (grifo nosso).

Palavras bonitas e carregadas de sentimentalismo, mas totalmente fora do ensino sobre a soberania e majestade divinas. Em palavras mais simples, Deus está vendo a coisa acontecer, mas infelizmente ele não pode impedir que ela aconteça! Só lhe resta então lamentar juntamente com você. Uma heresia grosseira! A história de Elias mostra claramente que o nosso Deus pode sim enviar uma seca, como sinal de julgamento, como pode da mesma forma barrar uma catástrofe e suspender seus efeitos.
Em segundo lugar, Ele é o Deus que conhece todas as coisas — Ele é Onisciente! (1 Rs 17.1). Ware continua denunciando em seu texto no que creem os teólogos relacionais. Aqui é a Onisciência de Deus que é atacada. Para o teísmo aberto Deus não sabe de todas as coisas:

“Deus assumiu um risco enorme ao criar um mundo com criaturas morais que poderiam usar sua liberdade para se voltarem contra o que Ele desejava e queria que ocorresse. Por toda a história, vemos evidências de pessoas (e anjos caídos) usando sua liberdade, dada por Deus, para provocar um mal terrível e causar incalculável dor e miséria. 

E claro que, conquanto Deus não pudesse saber de antemão o que suas criaturas livres fariam, ele certamente nunca quis que aquilo acontecesse! Ele é amor, e não quer que suas criaturas sofram. Mas uma coisa podemos saber com certeza é que Deus vencerá, afinal! Por isso, não se preocupe, pois Deus se certificará de que tudo o que Ele mais deseja que aconteça venha a se cumprir. Você pode confiar nEle de todo seu coração!”8

A profecia de Elias desmonta essa visão limitada sobre Deus, pois o profeta previu que por um espaço de três anos e meio não choveria sobre Israel (1 Rs 17.1; Tg 5.17). Como o profeta saberia que a chuva voltaria somente após três anos e meio? Deus o havia revelado porque somente Ele conhece o futuro.

Em terceiro lugar, Deus não está limitado pelo tempo nem pelo espaço — Ele é Onipresente. Deus pode estar ao mesmo tempo em todos os lugares. Para a teologia cristã isso é confortador, pois jamais estaremos a sós. O Senhor Jesus Cristo afirmou: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos” (Mt 28.20).
Os teólogos relacionais não acreditam dessa forma. A sua crença deixa o devoto entregue à sua própria sorte e Deus apenas assistindo de braços cruzados:

 “Deus é Deus de amor e, como tal, respeita você e os seus desejos. Ele não é alguém que ‘força’ sua vontade sobre outra pessoa. Desse modo, Deus não está interessado em planejar o seu futuro por você, nem em deixar-lhe sem direito de voz sobre o que fazer em sua vida! Não mesmo. Na verdade, grande parte do futuro ainda não foi planejada e Deus espera que você tome suas próprias decisões e escolha o seu rumo, de maneira que Ele saiba como melhor traçar seus próprios planos. É claro que ele deseja que você o consulte durante o processo, embora o que você vier a decidir seja sua própria escolha, e não dEle. O que Deus deseja é que você e Ele trabalhem juntos, traçando o rumo de sua vida. E você pode estar seguro de que Ele fará tudo o que estiver ao alcance dEle para ajudá-lo a ter a melhor vida que você pode ter.”9
Anteriormente, Deus apenas assistia as coisas acontecerem, mas sem poder fazer nada; depois Ele não tem conhecimento das coisas que ocorrerão e agora assiste as coisas acontecerem impossibilitado de fazer alguma coisa. Esse “deus” não é o Deus de Elias. Não, esse não é o nosso Deus.











Elias e a monarquia

Buscando a justiça social


Na história do profetismo bíblico observamos a ação dos profetas exortando, denunciando e repreendendo aos reis (1 Rs 18.18). O livro de 1 Reis mostra que o profeta Elias foi o pioneiro a atuar dessa forma. Na verdade, as ações dos profetas revelam uma luta incansável não somente em busca do bem-estar espiritual, mas também social do povo de Deus. Quando um monarca como o rei Acabe se afastava de Deus, as consequências poderiam logo ser percebidas na opressão do povo. A morte de Nabote, por exemplo, revela esse fato de uma forma muita clara (1 Rs 21.1-16). Acabe foi confrontado e denunciado pelo profeta Elias pela forma injusta como agiu!

Os expositores bíblicos 

comentam que:

“O famoso episódio da vinha de Nabote (capítulo 21) ilustra a extensão do pecado de Acabe e sela o seu destino. Nabote era um cidadão cuja propriedade era vizinha ao palácio em Samaria. O rei queria anexar a vinha de Nabote às propriedades reais, mas a antiga lei israelita proibia a venda de uma herança. A ideia pareceu absurda para Nabote (v.3) e Acabe tinha respeito suficiente pela lei para saber que ele não conseguiria fazer Nabote voltar atrás em sua decisão (v.4).

Sendo a filha do rei de Sidom, Jezabel supôs que o rei de Israel deveria estar acima da lei, como era o caso em outros países. Ela tomou para si a responsabilidade de resolver a questão. Mediante traição, engano e o assassinato de Nabote, ela adquiriu a vinha para Acabe. Mais uma vez, o profeta Elias estava lá para anunciar o julgamento (w. 17-24). Acabe “se vendeu para fazer o que era mau perante o Senhor” (v.25; ver também o v. 20). Como resultado disso, Elias declarou que a dinastia de Acabe seria completamente destruída.”13

Restauração do culto

Como vimos, os monarcas bíblicos serviam tanto de guias políticos como espirituais do povo. Quando um rei não fazia o que era reto diante do Senhor, logo suas ações refletiam nos seus súditos (1 Rs 16.30). A religião, portanto, era uma grande caixa de ressonância das ações dos reis hebreus. Nos dias do profeta Elias, as ações de Acabe e sua mulher Jezabel sofreram oposição ferrenha do profeta porque elas estavam pulverizando o verdadeiro culto (1 Rs 19.10). Em um diálogo que teve com Deus, Elias afirma que a casa real havia derrubado o altar de adoração ao Deus verdadeiro e em seu lugar levantado outros altares para adoração aos deuses pagãos. Como profeta de Deus, coube a Elias a missão de restaurar o altar do Senhor que estava em ruínas (1 Rs 18.30).

comenta que a prioridade do profeta Elias foi reparar o altar. Isso foi feito rapidamente visto que ele pode ter contado com a ajuda do próprio povo. Esse altar foi reparado especificamente para aquele momento. Poole ainda observa que esse altar fora construído pelos antepassados objetivando a oferta do sacrifício, mas por haver sido negligenciado necessitava de reparos. Os danos causados a esse altar, que estava quebrado, pode ter sido feito pelos próprios sacerdotes de Baal ou por seguidores do baalismo que rivalizavam com o culto ao Deus verdadeiro.14
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