O Espírito Santo é que faz as obras, sem Ele o crente não
pode fazer nada, pois o Espírito Santo precisa de um corpo para agir.Atos1: 4 e
8; Atos 3: 1 ao 13; Atos 14: 1 ao 16.
A função do Espírito Santo é levar o crente a fazer as
obras, ou seja, as mesmas ou obras maiores que Cristo fez. Sem Ele o homem não
faz. João 14: 9 ao 12; Mar. 16: 15 ao 18.
INTRODUÇÃO: O Espírito Santo na terra tem ministério.Espírito Santo foi incumbido de
trabalhar na igreja e na vida do crente, a liderança do Espírito Santo, na
frente da igreja e na vida do crente é fundamental. Sem o Espírito Santo é
fatal, uma igreja que começa dirigida pelo Espírito Santo ela cresce, se depois
a liderança deixar o Espírito Santo de lado, ela morre.
Se o crente for dirigido pelo Espírito Santo ele tem uma
vida de vitória e prospera, mas se ele o deixar ele cairá e morrerá. Salmos 51: 11.
Muitos têm deixado o espírito Santo de lado, muitos tem
seguido seu próprio raciocínio, ou tem usado estratégia de outros que não é o
OUTRO que ficou no lugar de Jesus. E isto tem custado caro para muitas igrejas
e crentes. Mat. 16: 18 e 19.
Não tem como entrar nesta guerra sem o Espírito Santo. Pois
a partir do momento em que você esta na frente de uma obra, ou se simplesmente
um crente de banco, saiba que você está numa guerra. Se É Ele que vai te ajudar a vencer. Sl. 143:10 ao 20.
Ele é o amigo, companheiro, ajudador em todos os momentos.
CONSOLADOR.
É o Espírito Santo é que vai mandar a palavra para você.
Palavras que vai fazer você não desistir que vai te animar a continuar.João 16:
33; João 17: 6 ao 16; João 14: 27.
Quando você estiver no meio de uma batalha, bem no meio da
guerra, é Ele que vai falar com você. II Com. 20: 15 ao 17; Jer. 20:11.
Quando você estiver no meio da tempestade Ele que vai fazer
você passar pelo meio dela sem ser atingido, Ele vai mandar a Palavra que vai
aumentar a sua fé. Mat. 8: 23 ao 26; Mar. 6: 45ao 51.
Quando o diabo se levantar contra a sua vida, querendo calar
a sua boca, O Espírito Santo vai te animar e você não vai se calar. Atos 18: 9
e 10.
O ESPIRITO DA VERDADE: JOÃO 14:17
O Espírito Santo é o Espírito da Verdade, é Ele quem nos
ensina o conhecimento da verdade é Ele que através da Palavra nos ensina e que
decodifica a Palavra, fazendo com que Ela tenha vida. João 6: 63; I Cor. 2: 1 ao
5.
O Espírito Santo é o Mestre, o Doutor, Ele que nos ensina
tudo sobre a palavra. Para aprender a Palavra só precisamos de três coisas: O
Espírito Santo, a Bíblia e a Igreja, estes três basta. Is. 48: 17; I João 2 :
24 ao 27; João 14: 26; Sal. 16: 7.
O Espírito Santo é quem tem a função de nos conduzir no
caminho da verdade e não nos deixar entrar pelos caminhos das heresias. I Tim.
4:1; Is. 30: 1,2 e 3.
ESTUDO BIBLICOS
89% da população brasileira é cristã, ou seja, tem a
Bíblia como livro fundamental. Em teoria, todas deveriam seguir os rigorosos
ensinamentos do livro, mas na prática a maioria só finge e fica de boa.
Menos mal, afinal tem algumas passagens, digamos,
contraditórias no livro sagrado. Por exemplo a quantidade de monstros
assustadores e fantasiosos existentes no livro. Alguns dizem que são metáforas,
outros dizem que não existem metáforas na bíblia. Então confira a lista e tire
suas próprias conclusões.
10. O Behemoth
Em Jó, um dos mais antigos livros da Bíblia, o Behemoth é
descrito como uma criatura gigantesca e poderosa que só pode ser domesticado
por Deus. Sua cauda é tão grande que faz ele “se mover como uma árvore”. Esta
descrição tem levado alguns criacionistas a crer que Behemoth era um
dinossauro. Mas a criatura mencionada tem um umbigo, ou seja, não saiu de um
ovo.
Estudiosos menos criativos têm sugerido que o Behemoth é
simplesmente uma descrição poética de uma criatura gigante real, como um
hipopótamo.
9. Primeira Besta
O livro do Apocalipse é ótimo para se encontrar monstros,
mas não há acordo sobre o conteúdo do livro. Uns acham que são visões do
futuro e outros acham que são descrições do passado.
A “primeira besta de Apocalipse”, chamado assim porque é
o primeiro a ser mencionado no livro e ninguém sugeriu um nome melhor, é um
monstro de sete cabeças e dez chifres que emerge do mar. Ele também possui os
pés de um urso, a boca de um leão e a aparência geral de um leopardo. Teólogos
e estudiosos da Bíblia têm interpretado esse animal como símbolo de tudo, desde
o Papado do século primeiro imperador romano Nero.
Já eu diria que é simplesmente um Megazorde. Ou não
parece?
8. A segunda besta
Esta besta, que logicamente vem depois da primeira, se levanta da terra. Ela tem dois chifres e fala “como um dragão”. Eu nunca ouvi um dragão falar, mas imagino que deve ser assustador. A função dele é realizar falsos milagres que incentivam as pessoas a adorarem a primeira besta. Ele também permite que a primeira besta mate qualquer um que não adora-los. Mais uma vez, as interpretações são variadas: tem sido descrito como um símbolo para tudo, desde o profeta Maomé ao moderno dos Estados Unidos.
7. Unicórnios
Unicórnios são mencionados nove vezes na Bíblia do Rei
Jaime, uma tradução medieval feita sob ordem do Rei Jaime I e que até hoje é a
oficial da igreja Anglicana. Infelizmente, os linguistas descobriram que re’em, palavra
hebraica traduzida como ‘unicórnio’ nesta Bíblia, na verdade, refere-se ao
auroque, um antepassado distante da vaca moderna que foram extintos no século
17. O que é uma pena, porque unicórnios são muito mais interessantes do que as
vacas grandes.
Na verdade, um monte de “criaturas míticas” na Bíblia do
Rei Jaime foram adicionados por tradutores medievais que estavam mais
interessados em serem poéticos do que em garantir que suas criaturas
existiam. Não duvido que esse tipo de erro de tradução não aconteça na versão
tradicional da Bíblia.
6. Gafanhotos de Abaddon
Esses caras são governados por Abaddon, o anjo do abismo, cujo nome significa “Destruidor”. Como eles aparecem em Apocalipse, obviamente não são gafanhotos normais: parecem cavalos de guerra, têm as caudas de escorpião, rostos humanos, cabelo comprido e usam coroas de ouro e couraças blindadas. Suas caudas de escorpião são usadas para picar suas vítimas, uma experiência que é tão dolorosa que as vítimas “buscarão a morte, e não a acharão”. Cacilda!
5. Os 200 milhões de cavaleiros
Este exército épico também aparece nas visões do Apocalipse, que não deve ser confundido com os Quatro Cavalheiros, aqueles que simbolizam Morte, Guerra, Fome e Peste. Aliás, não dá para confundi-los com ninguém. Seus cavalos têm cabeças de leões, caudas semelhantes a serpentes e cospem fumaça, fogo e enxofre de suas bocas. Eles chegam a matar um terço de toda a humanidade. São liderados por quatro anjos caídos, o que nunca é bom (vide o que Lúcifer fez/faz).
4. Bestas de Daniel
Como o Apocalipse, o livro de Daniel é cheio de visões que simbolizam eventos do mundo real. Em uma dessas visões, Daniel vê nada menos que quatro monstros emergirem do mar: um deles é um leão com asas de águia, que depois se transforma em uma criatura com aparência humana e tem suas asas arrancadas, outra é uma criatura parecida com um urso, outro parece um leopardo com quatro asas e quatro cabeças, e o último tem dentes de ferro e dez chifres, com os quais ele destrói toda a terra. Dizem que estes animais representam as quatro nações que existiam nos dias de Daniel.
3. O Dragão
Outra besta do Apocalipse, o grande dragão é descrito como tendo sete cabeças e dez chifres (algo que é típico do Apocalipse). Ele também tem uma cauda capaz de varrer um terço das estrelas do céu. O autor identifica mais tarde este dragão como o próprio Satanás, que luta contra os anjos de Deus e é lançado no inferno.
A Bíblia do Rei Jaime se refere a ‘dragões’ em outros lugares, mas como as menções de “unicórnios”, são erros de tradução. A maioria das versões modernas da Bíblia identifica-os como chacais, hienas ou cobras.
2. O Nephilim
Muita confusão envolve o Nephilim, ou “caído”, que aparecem em Gênesis e são descritos apenas como descendentes de “filhos de Deus” e “filhas dos homens”. Para alguns, isso significa que Nephilims são filhos de anjos e mulheres humanas (quem disse que anjos não tem sexo?). Outra explicação, menos interessante, é que a passagem se refere a mistura de duas tribos humanas: as descendentes do “piedoso” Seth e os descendentes do malvadão Cain. Se isso parece muito chato, não se preocupe: há também uma comunidade de Internet que acredita que o Nephilim eram extraterrestres. ETs bíblicos, minha gente!!!
1. Leviatã
O segundo maior monstro descrito no livro de Jó, Leviatã é uma enorme criatura marinha que não liga para as armas humanas, exala fogo e fumaça de suas narinas. Leviatã está provavelmente relacionado a outro monstro chamado Lotã, uma serpente de sete cabeças gigante que representa o caos primordial. Tal como acontece com muitas outras criaturas bíblica, existem algumas teorias menos emocionantes que insistem que Leviatã é só uma descrição poética de um crocodilo, apesar que crocodilos não soltavam fogo última vez que vi.
ESTUDO BIBLICOS
Pais Respeitem os seus Filhos
Cl 3.21 “Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo.”
É obrigação solene dos pais (gr. pateres) dar aos filhos a instrução e a disciplina condizente com a formação cristã. Os pais devem ser exemplos de vida e conduta cristãs, e se importar mais com a salvação dos filhos do que com seu emprego, profissão, trabalho na igreja ou posição social (cf. Sl 127.3).
(1) Segundo a palavra de Paulo em Ef 6.4 e Cl 3.21, bem como as instruções de Deus em
muitos trechos do AT (ver Gn 18.19 nota; Dt 6.7 nota; Sl 78.5 nota; Pv 4.1-4 nota; 6.20 nota), é responsabilidade dos pais dar aos filhos criação que os prepare para uma vida do agrado do Senhor. É a família, e não a igreja ou a Escola Dominical, que tem a principal responsabilidade do ensino bíblico e
espiritual dos filhos. A igreja e a Escola Dominical apenas ajudam os pais no ensino dos filhos.
(2) A essência da educação cristã dos filhos consiste nisto: o pai voltar-se para o coração dos filhos, a
fim de levar o coração dos filhos ao coração do Salvador (ver Lc 1.17 nota).
(3) Na criação dos filhos, os pais não devem ter favoritismo; devem ajudar, como também corrigir e castigar somente faltas intencionais, e dedicar sua vida aos filhos, com amor compassivo, bondade, humildade, mansidão e paciência (3.12-14, 21)
.
(4) Seguem-se quinze passos que os pais devem dar para levar os filhos a uma vida devotada a Cristo:
(a) Dediquem seus filhos a Deus no começo da vida deles (1Sm 1.28; Lc 2.22).
(b) Ensinem seus filhos a temer o Senhor e desviar-se do mal, a amar a justiça e a odiar a iniqüidade. Incutam neles a consciência da atitude de Deus para com o pecado e do seu julgamento contra ele
(ver Hb 1.9 nota).
(c) Ensinem seus filhos a obedecer aos pais, mediante a disciplina bíblica com amor (Dt 8.5; Pv 3.11,12; 13.24; 23.13,14; 29.15, 17; Hb 12.7).
(d) Protejam seus filhos da influência pecaminosa, sabendo que Satanás procurará destruí-los espiritualmente mediante a atração ao mundo ou através de companheiros imorais (Pv 13.20; 28.7; 2.15-17).
(e) Façam saber a seus filhos que Deus está sempre observando e avaliando aquilo que fazem, pensam e dizem (Sl 139.1-12).
(f) Levem seus filhos bem cedo na vida à fé pessoal em Cristo, ao arrependimento e ao batismo em água (Mt 19.14).
(g) Habituem seus filhos numa igreja espiritual, onde se fala a Palavra de Deus, se mantém os padrões de retidão e o Espírito Santo se manifesta. Ensinem seus filhos a observar o princípio: “Companheiro sou de todos os que te temem” (Sl 119.63; ver At 12.5 nota).
(h) Motivem seus filhos a permanecerem separados do mundo, a testemunhar e trabalhar para Deus
(2Co 6.14—7.1; Tg 4.4). Ensinem-lhes que são forasteiros e peregrinos neste mundo (Hb 11.13-16), que seu verdadeiro lar e cidadania estão no céu com Cristo (Fp 3.20; Cl 3.1-3).
(i) Instruam-nos sobre a importância do batismo no Espírito Santo (At 1.4,5, 8; 2.4, 39).
(j) Ensinem a seus filhos que Deus os ama e tem um propósito específico para suas vidas (Lc 1.13-17; Rm 8.29,30; 1Pe 1.3-9).
(l) Instruam seus filhos diariamente nas Sagradas Escrituras, na conversação e no culto doméstico (Dt 4.9; 6.5, 7; 1Tm 4.6; 2Tm 3.15).
(m) Mediante o exemplo e conselhos, encorajem seus filhos a uma vida de oração (At 6.4; Rm 12.12; Ef 6.18; Tg 5.16).
(n) Previnam seus filhos sobre suportar perseguições por amor à justiça (Mt 5.10-12). Eles devem saber que “todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3.12).
(o) Levem seus filhos diante de Deus em intercessão constante e fervorosa (Ef 6.18; Tg 5.16-18; ver Jo 17.1, nota sobre a oração de Jesus por seus discípulos, como modelo da oração dos pais por seus filhos).
(p) Tenham tanto amor e desvelo pelos filhos, que estejam dispostos a consumir suas vidas como sacrifício ao Senhor, para que se aprofundem na fé e se cumpra nas suas vidas a vontade do Senhor (ver Fp 2.17 nota).
Pela Graça de Deus nove
pessoas morreram para este mundo e nasceram como nova criatura em Jesus.
pois nosso Deus não olha
a pessoa pelo que ela tem , más sim pela sua essência.
Nós enquanto
igreja de Jesus Cristo na terra precisamos ter uma vida que glorifique a Deus e
comunicar este evangelho que é poder de Deus ao maior número possível de
pessoas para que Deus realmente possa achar utilidade através de nossas vidas e
através da sua igreja.
Nada pode dar
mais prazer a Deus do que ver as pessoas que ele criou engajando-se em sua
Obra,pois a uma carência tão grande de pessoas serias que se envolvam na
prática Espiritual de ajudar o próximo , precisamos de mais Samaritanos que ao
passarem pelo caminho não dêem as costas para os necessitados.
Precisamos de
igrejas que não sejam somente instituições , más que sejam realmente hospitais
para levar a cura tanto as doenças físicas como as doenças espirituais.
Que Deus
possa achar utilidade em nós ,e sejamos bênçãos para todos que Deus colocar em
nossos caminhos.
Deus abençoe
a todos.
Resposta:
Jesus ensinou claramente em João 3:16 que Ele salva qualquer um que acreditar
nEle: "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho
unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida
eterna." Esse "todo o que nele crê" inclui você e qualquer outra
pessoa no mundo.
A Bíblia diz
que, se a salvação fosse baseada em nossos próprios esforços, ninguém poderia
ser salvo: "pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos
3:23). Salmo 143:2 acrescenta: "... à tua vista não há justo nenhum
vivente." Romanos 3:10 afirma: "Não há justo, nem um sequer."
Nós não
podemos salvar a nós mesmos. Em vez disso, somos salvos quando cremos em Jesus
Cristo. Efésios 2:8-9 ensina: "Porque pela graça sois salvos, mediante a
fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se
glorie." Nós somos salvos pela graça de Deus, e a graça, por definição,
não pode ser conquistada. Não merecemos a salvação; nós simplesmente a
recebemos pela fé.
A graça de
Deus é suficiente para cobrir todo o pecado (Romanos 5:20). A Bíblia está cheia
de exemplos de pessoas que foram salvas de um passado bem pecaminoso. O
apóstolo Paulo escreveu a cristãos que tinham vivido em uma variedade de
condições pecaminosas, incluindo a imoralidade sexual, a idolatria, o
adultério, o homossexualismo, o roubo, a ganância e a embriaguez. Mas Paulo diz
que, após a salvação, "vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas
fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso
Deus" (1 Coríntios 6:9-11).
O próprio
apóstolo Paulo foi um perseguidor dos cristãos, aprovando a morte de Estêvão
(Atos 8:1) e prendendo os cristãos e jogando-os na prisão (Atos 8:3). Ele
escreveu mais tarde: "a mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor,
e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na
incredulidade. Transbordou, porém, a graça de nosso Senhor com a fé e o amor
que há em Cristo Jesus. Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo
Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o
principal"
(1 Timóteo 1:13-15).
Deus muitas
vezes escolhe salvar candidatos improváveis para servir os Seus propósitos. Ele
salvou um ladrão na cruz com apenas alguns minutos de vida (Lucas 23:42-43), um
perseguidor da igreja (Paulo), um pescador que lhe havia negado (Pedro), um
soldado romano e sua família (Atos 10), um escravo fugitivo (Onésimo em
Filemom) e muitos outros. Não há ninguém que vá além da capacidade de Deus de
salvar (Isaías 50:2). Devemos responder com fé e receber o Seu dom gratuito da
vida eterna.
A pecadora que ungiu os pés de Jesus, adentrou na casa do
fariseu Simão sem ser convidada e discreta e silenciosamente se agachou junto
aos pés de Jesus. Abriu seu pequeno frasco de alabastro (feito de gesso ou
semelhante) e derramou suavemente o óleo sobre a pele de Jesus, espalhou com as
mãos e recostou sua cabeça juntinho a Ele, especialmente sua face molhada de
lágrimas que caiam incessantemente. E quando já não podia enxugar os pés do
mestre , pois mãos e rosto estavam bem molhados, ela usa os cabelos como se
fosse um lenço. Que bela cena! Quanta gentileza e amor de Jesus por não se
sentir incomodado com a ação. Pelo contrário, Ele compreende perfeitamente a
grandeza de cada gesto, o significado de cada lágrima, o deslizar do óleo que
simbolizava exatamente o bálsamo curador da alma daquela mulher, outrora tão
desprezada e infeliz! Óleo ajuntado sob lágrimas de arrependimento. Jesus
estava no coração daquela mulher, que já não era pecadora, pois estava ali,
implorando perdão. Suspirando por misericórdia. Ela viu em Jesus o amor que não
havia visto em nenhum outro lugar. Cansada de tantos relacionamentos e homens
carnais, ela enfim encontrara descanso, um lugar para deixar o pesaroso jugo e
seguir em frente.
Fazendo um breve resgate dos costumes da época em Israel, as
mesas eram dispostas com três largos triclinium. Sendo
assim, os pés dos que estavam à mesa, ficavam livres. A mulher, então,
pôde sem impedimento chegar aos pés de Jesus. Depois dessa descrição
de costumes, fica fácil compreender a passagem: “E estando por detrás, aos seus
pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas e os enxugava com os
cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés e ungia-os com o bálsamo.” Lc
7:38.
Vejam, Simão convida Jesus para jantar e não faz para Ele,
às honras comuns dedicadas a um convidado.
Lucas 7:44- Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa,
e não me deste água para os pés; mas esta com suas lágrimas os regou e com
seus cabelos os enxugou.
|
Lucas 7:45 Não me deste ósculo; ela, porém,
desde que entrei, não tem cessado de beijar-me os pés.
|
Lucas 7:46 Não me ungiste a cabeça com óleo;
mas esta com bálsamo ungiu-me os pés.
|
Lucas 7:47 Por isso te digo: Perdoados lhe são
os pecados, que são muitos; porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se
perdoa, pouco ama.
|
O fato é que o fariseu ficou incomodado com a presença da
mulher, seu modo de tratar Jesus e a não reação Dele. Ela não era digna, será
que não percebia isso? Jesus leu os pensamentos maldosos e preconceituosos de
Simão, mas o fariseu foi incapaz de saber o que se passava no íntimo da
pecadora arrependida. Ninguém compreende tão bem um coração carente e amoroso
quanto Jesus. Ninguém sabe julgar perfeitamente e além da aparência, somente
Ele! Podemos nos enganar sobre o que seja bom e justo. O fariseu se achava
superior a mulher que ungia os pés de Jesus. Ele tinha uma vida social estável,
pertencia a elite religiosa local, tinha influência. Aos seus próprios olhos,
justo. Mas existia uma diferença essencial entre o fariseu e a pecadora
arrependida. Jesus estava sentado à mesa da casa de Simão, quanto à pecadora;
Jesus estava em seu coração. Eis a diferença de um cristão para um fariseu: o
lugar que cada um reserva para Jesus em suas vidas. O homem, não é justo por si
mesmo, mas em Cristo se torna justo: “Sabendo que o homem não é justificado
pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus
Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei;
porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.” Gálatas 2:16.
A mulher amava a Jesus acima de tudo, não teve medo do que
iria enfrentar por sua fé. Diz I João 4:18 “ O verdadeiro amor lança fora todo
o medo”, acho mesmo que esse versículo pode ser usado com fins impróprios, mas
não é esse o caso. Verdadeiramente ele se aplica a situação da pecadora que
ungiu os pés de Jesus, ela não teve medo de entrar na casa de Simão sem ser
convidada e prestar honras a um homem que tinha certeza ser o Messias Salvador.
Ela foi corajosa, mais que isso, ela muito amou. E assim Jesus a descreve para
os presentes: “uma mulher que amou por demais porque teve uma grande dívida
perdoada” Lucas 7:47. Simão amou pouco a Jesus, e amou demais o mundo.
A mulher que ungiu os pés de Jesus, estava visivelmente
grata por tudo e prestou - Lhe uma adoração sincera. Os gestos dela, repletos
de amor e simplicidade, impressionaram a Jesus muito mais que o
jantar de luxo oferecido por Simão. Com um frasco de unguento, ela unge os pés
de Jesus. Por que os pés? Já me perguntei tantas vezes, já que a unção
sacerdotal era sobre a cabeça. Quem sabe, para retribuir o conforto de
andar em um novo Caminho, de não mais pisar os pés em lugares inseguros e
escuros. Quem sabe, para proporcionar descanso a Jesus, pelas muitas caminhadas
feitas salvando vidas, nas quais ela se incluía. Um descanso que ela
experimentava agora. Não nos é dado o valor do unguento, mas certamente foi
ajuntado com zelo e guardado com muito cuidado para a ocasião. Que nós também,
possamos ter zelo com nosso culto, nosso relacionamento com Deus. Que tenhamos
momentos de derramar lágrimas e agradecer com todo o coração por tudo que Jesus
é. Que agradar aos homens não seja mais importante em nossas vidas, do
que agradar a Deus.
O livro de Eclesiastes e o mundo pós-moderno
.
POR JESUS CRISTO
Quase todo mundo diz que já vivemos na pós-modernidade. E o
que seria essa pós-modernidade? Para Gene Edward, a pós-modernidade é tentar
“reordenar o pensamento e a cultura numa
base inteiramente diferente, aceitando a realidade como construção social e evitando
completamente o “discurso totalizante”[1], ou seja, é uma visão que permeia
toda a cultura, influenciando todas as áreas da vida, exemplo, o hedonismo (por
causa do hedonismo, entendo eu, surge o permissivismo), relativismo e o
niilismo[2]. E o que essas visões têm em comum? Bom, se o prazer da vida é me
satisfazer, não crendo que nada pode ser absoluto e que nada tem sentido nesta
vida, comamos e bebamos que amanhã morreremos (1Co 15.32).
Mas, qual é a ligação entre o livro de Eclesiastes e esses pensamentos?
O livro de Eclesiastes repete em média 37 a 39 vezes
(depende da tradução) a palavra “vaidade”. E todas as vezes que escutamos a
palavra “vaidade”, nos lembramos de pessoas que são cuidadosas, que cortam o
cabelo com certo estilo, mulheres que usam maquiagem e tentam a todo custo
preservar sua beleza. Ou seja, chamamos essas pessoas de “vaidosas”. Mas será
que “vaidade” significa isso mesmo? O que diz o livro de Eclesiastes?
A palavra “vaidade” no livro de Eclesiastes tem pelo menos
três significados: 1) Sem valor, vazio; 2)
passageiro, transitório; 3)
enigmático, de difícil entendimento.[3] Enquanto o pós-modernismo busca sentido
para seus prazeres e ao mesmo tempo não define o sentido do “porquê”, visto que
a verdade é relativa, Eclesiastes mostra que debaixo do sol tudo é vaidade.
Como já foram definidos acima os significados de “vaidade”,
vamos ver qual a resposta de Salomão à esse pensamento.
Eclesiastes e o hedonismo
Eclesiastes 2.11: “Contudo, quando avaliei tudo o que as
minhas mãos haviam feito e o trabalho que eu tanto me esforçara para realizar,
percebi que tudo foi inútil, foi correr atrás do vento; não há qualquer
proveito no que se faz debaixo do sol” (NVI).
Eclesiastes 2.23: “Porque todos os seus dias são dores, e a
sua ocupação é aflição; até de noite não descansa o seu coração; também isto é
vaidade”. (AC)
O pregador não está condenando o trabalho em si, mas o
trabalho como uma forma de satisfazer, é inútil. Nos Estados Unidos surgiu uma
expressão para o viciado em trabalho: Workaholic. Um workaholic não é somente
uma pessoa viciada em trabalho, mas é uma pessoa que busca ser competitivo,
chegando ao ponto de provar algo a ele mesmo ou a alguém. E como todo vício é
prejudicial à saúde, o viciado em trabalho não foge à regra. Mas, se não
bastasse estragar a sua saúde, o viciado em trabalho prejudica a sua família e
acima de tudo, quando se trata de um crente, isso afeta o seu relacionamento
com Deus. Pois, um viciado em trabalho não mede esforços para fazer qualquer
coisa para ser reconhecido, sendo possível até mesmo pisar em alguém, se
esquecendo que devemos amar uns aos outros. E se esse relacionamento social
está se arruinando, é porque o relacionamento com Deus está indo ou já foi para
o mesmo caminho.
Não obstante, há outro termo que já está sendo sucesso no
Brasil por causa de alguns comerciais de certos produtos, é chamado de Life a
Holic, que em uma tradução “mais do que livre”, significa o viciado em viver a
vida intensamente. E o ‘viver a vida intensamente’ é fazer tudo que vem a mão
fazer como se fosse o último dia de sua vida, pois não se sabe o que vem
depois. Portanto, além do hedonismo envolto nessas concepções de vida, existe
também o permissivismo, que permite alguns tipos de comportamento ético e moral
a todo instante.
Logo, toda busca pelo prazer pessoal, o sucesso e a
realização profissional neste mundo como um fim em si mesmo é vaidade, não tem
valor algum. Isso não é ser um desmancha prazer, mas é ser realista sobre tudo
quanto acontece debaixo do sol.
Eclesiastes e o niilismo
Bom, se tudo é vaidade, não tem sentido, é breve ou
passageiro, logo, o niilismo está certo e Salomão corrobora com isso, certo? De
modo nenhum! Mesmo quando o pregador escreve “por mais que se esforce para
descobrir o sentido das coisas, o homem não o encontrará” (Ec 8.17), ele não
quer dizer que nada tem sentido, mas mesmo que eu me esforce ao máximo eu não
conseguirei saber plenamente o que Deus está fazendo. Confessar a ignorância é
o primeiro passo para o verdadeiro conhecimento (1Co 8.2).
Se a sensação do momento é viver a vida intensamente, o
pregador nos mostra como devemos viver essa vida nos versos de 1-6 do capitulo
11: Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás
(vs.1).
De forma inteligente a pessoa que vive debaixo do sol deve
ter uma vida de fé. O capítulo 11 de Eclesiastes não mostra em nenhum momento a
palavra “fé”, mas a ideia por detrás das palavras do
pregador pode ser definida
assim.
Não se sabe ao certo qual interpretação se encaixa neste
texto, se é uma linguagem de comércios marítimos ou se é uma referência ao
plantio de sementes sobre uma superfície com algum tipo de fluxo de água. Mas o
que podemos ver nas duas interpretações é que todos os trabalhos devem ser
feitos com esforço, como diz Derek Kidner, também pode ser um incentivo à ação,
pois, se há riscos por toda parte, é melhor falhar sendo arrojado do que
agarrando os recursos e guardando-os para nós mesmos[4]. Portanto, a nossa
pequenez diante do conhecimento e das obras de Deus não eximem a nossa
responsabilidade, mas nos incentiva a fazer com empenho, pois sabemos quem
controla todas as coisas e fez todas as coisas, é Deus. Portanto, viver a vida
intensamente para um cristão, é viver intensamente para Deus, mesmo quando não
conseguimos entender as obras de Deus, mas confiando inteiramente no Deus que
criou e controla todas as coisas.
Eclesiastes e o relativismo
Eclesiastes 11.9,10 “Alegre-se, jovem, na sua mocidade! Seja
feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde seu coração
mandar, até onde a sua vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas
Deus o trará a julgamento. Afaste do coração a ansiedade e acabe com o
sofrimento do seu corpo, pois a juventude e o vigor são passageiros”.
Se o pregador mostra o contrário do hedonismo e do niilismo,
com o foco do esforço crendo no Deus soberano e criador de todas as coisas,
mostra também que a verdadeira felicidade ou como curtir a vida de verdade,
quando diz “siga por onde seu coração mandar, até onde a sua vista alcançar”
não quer dizer faça o que vem a mente e aproveite tudo que der para você fazer,
mas esse coração deve se lembrar de que Deus trará juízo de todas as nossas
obras, logo, tendo em vista o julgamento de Deus, todas as nossas obras devem
glorificar a Deus. Isso implica que nossas obras e nossa alegria devem ser
feitas segundo a vontade de Deus, isso quebra qualquer relativismo, pois a
vontade de Deus é verdade absoluta. Mas também todo e qualquer tipo de niilismo
é posto abaixo pelo pregador, pois se não há significado nos “porquês da vida”,
o pregador de forma intrínseca, mostra que o significado do “porquê devo
viver”, é viver para Deus e com Deus.
Não obstante, se a vontade de Deus deve guiar o nosso viver
e não as preocupações da vida presente debaixo do sol, muito menos trabalhar ou
viver como se não houvesse ninguém ou nada.
Eclesiastes 12.13,14 Agora que já se ouviu tudo, aqui está a
conclusão: “Tema a Deus e guarde os seus mandamentos, pois isso é o essencial
para o homem. Pois Deus trará a julgamento tudo o que foi feito, inclusive tudo
o que está escondido, seja bom, seja mal.”
O pregador volta ao tema do capítulo 11, o fato de Deus
trazer o julgamento. Mas agora ele mostra o verdadeiro sentido da vida, anulando
todo e qualquer tipo de niilismo, hedonismo e/ou relativismo. Desde o verso
primeiro do capítulo 12, o pregador mostra uma vida em fase de transição desde
a juventude, quando tudo é festa e vigor, com a velhice e a morte se
aproximando e volte ao pó, sendo tudo isso vaidade. Mas, por que é vaidade
viver a vida desde a nossa juventude até a nossa velhice? A vaidade é
compreendida a partir do momento que entendemos que tudo quanto há debaixo do
sol é transitório e que na morte nós voltamos para Deus e tornamos ao pó. Com a
revelação do Novo Testamento podemos entender claramente como viver debaixo do
sol com a mente no céu: “Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as
coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas
coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Cl 3.1,2).
Uma vida regenerada é uma vida que busca temer a Deus
guardando seus mandamentos, e é este o amor de Deus, porque seus mandamentos
não são penosos (1 Jo 5.3). E se entendermos que devemos temer a Deus, este
Deus está em todos os lugares e, se devemos temê-lo é porque há ordenanças que
Ele nos passou. Sendo assim, toda a nossa alegria deve ser em Deus e a nossa
verdade deve ser a verdade de Deus.
Conclusão
Apesar do livro de Eclesiastes ter certas passagens de
difícil interpretação, ele continua sendo inspirado por Deus, sendo um
verdadeiro manual para entendermos a vida debaixo do sol. Enquanto estamos
neste mundo devemos viver uma vida relacionável com o próximo, mas nunca nos
esquecendo de que a verdadeira comunhão que temos é com Deus. Também devemos
viver uma vida alegre, pois a Bíblia diz que devemos ser alegres, começando por
nossa salvação. Mas a nossa alegria deve ser primeiramente em Deus e por seus
feitos em nossas vidas, e não uma alegria em mim mesmo como o fim de todas as
coisas. E se a nossa vida deve ser centrada em Deus, logo, já temos um
propósito para as nossas vidas e a verdade de Deus deve ser absoluta em nós e
para nós.
COMO ORAR
A) TEMPO E LUGAR PARA ORAÇÃO
oração
Devemos orar de manhã (Marc. 1:35), antes das refeições (Atos 27:35), nas vigílias e em ocasiões especiais (Luc. 6:12-13), a sós, secretamente (Mat. 6:6), de madrugada (Prov. 8:17) e na Igreja (Atos 1:14). Devemos orar em todo tempo e lugar que nos seja possível (1a Tim. 2:8). Nos cultos das Igrejas é comum uma pessoa orar, e os demais acompanharem em espírito, dizendo o Amém no final. Também podemos orar todos juntos. No culto domestico, em casa, cada membro da família poderá orar, um de cada vez. Devemos ensinar a nossos filhos os caminhos de Deus e a oração.
B) POSTURA DO CORPO EM ORAÇÃO
A postura do corpo em oração não é determinada na Bíblia. Podemos orar em qualquer posição: de joelhos (Luc. 22:41), prostrado (Mat. 26:39), em pé (João 17) e assentados (Atos 2:2). A posição mais conveniente é de joelhos e de olhos fechados. Se alguém está doente, de cama, sem poder levantar-se, poderá orar deitado, foi o caso do rei Ezequias (Isaias 38:1-5).
C) POSTURA DA VOZ EM ORAÇÃO
Podemos orar em nossa língua ou língua espiritual; pode-mos orar em voz alta, baixa ou em silêncio
. Em voz alta (Atos 1:24), baixa (Luc. 22:46), em silêncio (Ef. 6:18) e em línguas (1a Cor. 14:4-5 e vs. 13, 15, 18, 27, 28).
5) POSSÍVEIS RESPOSTAS ÀS ORAÇÕES
A) SIM: A resposta às nossas orações será sim, se estiverem dentro dos princípios que Jesus ensinou em Mat. 6:9-10. Isto é, reconhecermos a grandeza e a santidade de Deus; que o Seu nome seja santificado e a Sua vontade feita em nós; que Ele reine em nós e através de nós, e que tudo o que pedirmos seja para o nosso bem e glorificação do nome do Senhor (1a João 5:14-15; João 14:13-14; Marc. 11:24).
B) NÃO: A resposta às nossas orações será não, se estiverem contra a vontade de Deus ou se forem um mal para nós (1a João 5:14; Tiago 4:3). Outros impedimentos são: se existir em nós pecado que cause impedimento, orarmos com dúvida ou falta de perdão (1a Ped. 3:7; Ef. 5:22 e v. 25; Is. 59:1-2; Prov. 1:28-31; 28:9; Tiago 1:6-7; Marc. 11:25-26). Já Mat. 18:23-35 trata do perdão, e diz nos versos 33 a 35, que não seremos atendidos se do íntimo do coração não perdoarmos aos outros.
C) AGUARDE: A resposta às nossas orações será aguarde, quando Deus quer provar a nossa fé, paciência e perseverança ou quando ainda não é o momento próprio (Col. 4:2; Atos 2:42). Deus quer ser adorado e glorificado; e que sejamos agradecidos pelas bênçãos que nos concede. Em Luc. 17:12-19 registra a cura de dez leprosos. Jesus reclamou porque só um voltou para dar glória a Deus.
6) FORMAS MAIS COMUNS DE ORAÇÃO
A) PETIÇÃO OU SÚPLICA: Petição ou súplica é quando se roga a Deus por si, por alguém ou por alguma coisa (Mat. 8:2-3; Atos 1:24).
B) INTERCESSÃO: Intercessão é quando se pede por alguém ou se ajuda alguém em oração (Atos 12:5). Devemos orar pelas autoridades do país e não as maldizer (1a Tim. 2:1-3; Rom. 13:1-7).
C) AÇÕES DE GRAÇAS: Ações de graças é quando nós agradecemos a Deus por bênçãos que Ele
nos concedeu ou concedeu a outros por quem intercedemos (Fil. 4:6; Rom. 1:8).
D) ADORAÇÃO: Adoração é quando queremos glorificar e exaltar a Deus adorando-O por Sua grandeza, por suas obras, pelo seu poder e, acima de tudo, pelo grande amor com que nos salvou em Cristo Jesus (João 4:23-24; Sal. 75:1; 138:1-3; 29:2). Quando cantamos e louvamos a Deus, isto também é uma forma de adoração. Existem outras formas de oração além destas, como no caso do “Pai Nosso” (Mat. 6:9-13). O importante e bíblico é que a oração seja feita com fé, reverentemente e que os seus propósitos glorifiquem a Deus.
A) TEMPO E LUGAR PARA ORAÇÃO
oração
Devemos orar de manhã (Marc. 1:35), antes das refeições (Atos 27:35), nas vigílias e em ocasiões especiais (Luc. 6:12-13), a sós, secretamente (Mat. 6:6), de madrugada (Prov. 8:17) e na Igreja (Atos 1:14). Devemos orar em todo tempo e lugar que nos seja possível (1a Tim. 2:8). Nos cultos das Igrejas é comum uma pessoa orar, e os demais acompanharem em espírito, dizendo o Amém no final. Também podemos orar todos juntos. No culto domestico, em casa, cada membro da família poderá orar, um de cada vez. Devemos ensinar a nossos filhos os caminhos de Deus e a oração.
B) POSTURA DO CORPO EM ORAÇÃO
A postura do corpo em oração não é determinada na Bíblia. Podemos orar em qualquer posição: de joelhos (Luc. 22:41), prostrado (Mat. 26:39), em pé (João 17) e assentados (Atos 2:2). A posição mais conveniente é de joelhos e de olhos fechados. Se alguém está doente, de cama, sem poder levantar-se, poderá orar deitado, foi o caso do rei Ezequias (Isaias 38:1-5).C) POSTURA DA VOZ EM ORAÇÃO
Podemos orar em nossa língua ou língua espiritual; pode-mos orar em voz alta, baixa ou em silêncio
. Em voz alta (Atos 1:24), baixa (Luc. 22:46), em silêncio (Ef. 6:18) e em línguas (1a Cor. 14:4-5 e vs. 13, 15, 18, 27, 28).
5) POSSÍVEIS RESPOSTAS ÀS ORAÇÕES
A) SIM: A resposta às nossas orações será sim, se estiverem dentro dos princípios que Jesus ensinou em Mat. 6:9-10. Isto é, reconhecermos a grandeza e a santidade de Deus; que o Seu nome seja santificado e a Sua vontade feita em nós; que Ele reine em nós e através de nós, e que tudo o que pedirmos seja para o nosso bem e glorificação do nome do Senhor (1a João 5:14-15; João 14:13-14; Marc. 11:24).
B) NÃO: A resposta às nossas orações será não, se estiverem contra a vontade de Deus ou se forem um mal para nós (1a João 5:14; Tiago 4:3). Outros impedimentos são: se existir em nós pecado que cause impedimento, orarmos com dúvida ou falta de perdão (1a Ped. 3:7; Ef. 5:22 e v. 25; Is. 59:1-2; Prov. 1:28-31; 28:9; Tiago 1:6-7; Marc. 11:25-26). Já Mat. 18:23-35 trata do perdão, e diz nos versos 33 a 35, que não seremos atendidos se do íntimo do coração não perdoarmos aos outros.C) AGUARDE: A resposta às nossas orações será aguarde, quando Deus quer provar a nossa fé, paciência e perseverança ou quando ainda não é o momento próprio (Col. 4:2; Atos 2:42). Deus quer ser adorado e glorificado; e que sejamos agradecidos pelas bênçãos que nos concede. Em Luc. 17:12-19 registra a cura de dez leprosos. Jesus reclamou porque só um voltou para dar glória a Deus.
6) FORMAS MAIS COMUNS DE ORAÇÃO
A) PETIÇÃO OU SÚPLICA: Petição ou súplica é quando se roga a Deus por si, por alguém ou por alguma coisa (Mat. 8:2-3; Atos 1:24).
B) INTERCESSÃO: Intercessão é quando se pede por alguém ou se ajuda alguém em oração (Atos 12:5). Devemos orar pelas autoridades do país e não as maldizer (1a Tim. 2:1-3; Rom. 13:1-7).
C) AÇÕES DE GRAÇAS: Ações de graças é quando nós agradecemos a Deus por bênçãos que Ele
nos concedeu ou concedeu a outros por quem intercedemos (Fil. 4:6; Rom. 1:8).
D) ADORAÇÃO: Adoração é quando queremos glorificar e exaltar a Deus adorando-O por Sua grandeza, por suas obras, pelo seu poder e, acima de tudo, pelo grande amor com que nos salvou em Cristo Jesus (João 4:23-24; Sal. 75:1; 138:1-3; 29:2). Quando cantamos e louvamos a Deus, isto também é uma forma de adoração. Existem outras formas de oração além destas, como no caso do “Pai Nosso” (Mat. 6:9-13). O importante e bíblico é que a oração seja feita com fé, reverentemente e que os seus propósitos glorifiquem a Deus.
Uma vida no altar do Senhor Jesus. Uma vida Consagrada,.Um\ Pregoeiro do Evangelho. Fazendo discípulos no ide do Pai O.. #Milagre Acontecer com muitos Testemunho e Experiencia !!!... Zap Zap 11 94626-0652 >>> http://gracaprofetica.blogspot.com.br/ http://brasilfe.blogspot.com/ http://pastorfranciscosouza.blogspot.com/
Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê
Romanos 1:16
"Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça;" 2 Coríntios 9
Irmãos, quero lembrá-los do evangelho que preguei a vocês, o qual vocês receberam e no qual estão firmes. Por meio deste evangelho vocês são salvos, desde que se apeguem firmemente à palavra que preguei; caso contrário, vocês têm crido em vão. Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras,
1 Coríntios 15:1-4- E Deus é poderoso para fazer que lhes seja acrescentada toda a graça, para que em todas as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que é necessário, vocês transbordem em toda boa obra. Como está escrito: "Distribuiu, deu os seus bens aos necessitados; a sua justiça dura para sempre". Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come, também lhes suprirá e
aumentará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça. Vocês serão enriquecidos de todas as formas, para que possam ser generosos em qualquer ocasião e, por nosso intermédio, a sua generosidade resulte em ação de graças a Deus.” (II Coríntios 9:7-11)
Esse texto é muito claro ao dizer que colhemos o que plantamos. Mas quero chamar sua atenção para o trecho que diz que o Senhor dá semente e pão para comer. Você precisa discernir o que é semente e
o que é pão. Deus nos dá os dois tipos de porção: semente ao que semeia e pão ao que come.
Dentre tudo o que Deus colocou nas suas mãos, você precisa saber o que é semente e o que é pão, senão você comerá a semente como pão e não terá colheita no futuro. Algumas coisas que estão nas
nossas mãos não foram dadas para comer, mas para plantar, porque senão não teremos garantia de colheita.
Em Êxodo 2, vemos que Moisés nasceu num tempo crítico, quando todos os meninos deveriam ser mortos. Moisés era uma semente de Deus para libertar um povo. Joquebede, por um tempo, escondeu a semente. Corremos o risco de retermos a semente por não entendermos que é semente. Mas se não plantarmos a semente, não virá colheita, não virá libertação.
Satanás fica de olho nas sementes que estão na nossa mão e lança um decreto de morte, para que tenhamos medo de lançar a semente. O inimigo sabe que uma semente lançada pode ser fruto de libertação e grande colheita.
Todos nós já passamos pela experiência de ir a um Congresso, a um Culto, ser tocado para semear algo, mas retermos a semente.
Saiba, porém, que toda semente que tem o propósito de libertar uma geração, terá que ser plantada um dia. Este é o tempo de não retermos mais as sementes. Se você não semear, ela morrerá em sua mão.
Se Joquebede tivesse guardado a semente, ela iria aparecer em algum momento, seria descoberta e seria morta.
Qual foi a semente que um dia Deus pediu a você e você não entregou?
Joquebede preparou a barca, lançou-a na água e pediu que Miriã a acompanhasse. Quando a filha de Faraó encontrou Moisés, Miriã prontamente apareceu dizendo que conhecia uma hebreia que poderia ser ama de leite daquele menino. A filha de Faraó, então, entregou Moisés e ainda disse que Joquebede receberia um salário para cuidar do menino.
Toda semente que você planta, ela volta com um salário, com uma recompensa, com uma colheita. Ela não retorna como pão, mas como provisão.
Compreenda o que é semente e o que é pão, e você nunca terá falta nem de semente nem de pão. Deus dá semente para semeador e pão para o que come. Então, nunca faltará semente nem provisão.
O diabo não sabe qual a semente que tem um propósito específico, então ele manda matar todas, mas Deus lhe dará discernimento para você não guardar a semente. Então, plante a semente da libertação.
Não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê
Romanos 1:16
"Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça;" 2 Coríntios 9
Irmãos, quero lembrá-los do evangelho que preguei a vocês, o qual vocês receberam e no qual estão firmes. Por meio deste evangelho vocês são salvos, desde que se apeguem firmemente à palavra que preguei; caso contrário, vocês têm crido em vão. Pois o que primeiramente lhes transmiti foi o que recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou no terceiro dia, segundo as Escrituras,
1 Coríntios 15:1-4- E Deus é poderoso para fazer que lhes seja acrescentada toda a graça, para que em todas as coisas, em todo o tempo, tendo tudo o que é necessário, vocês transbordem em toda boa obra. Como está escrito: "Distribuiu, deu os seus bens aos necessitados; a sua justiça dura para sempre". Aquele que supre a semente ao que semeia e o pão ao que come, também lhes suprirá e aumentará a semente e fará crescer os frutos da sua justiça. Vocês serão enriquecidos de todas as formas, para que possam ser generosos em qualquer ocasião e, por nosso intermédio, a sua generosidade resulte em ação de graças a Deus.” (II Coríntios 9:7-11)
Esse texto é muito claro ao dizer que colhemos o que plantamos. Mas quero chamar sua atenção para o trecho que diz que o Senhor dá semente e pão para comer. Você precisa discernir o que é semente eo que é pão. Deus nos dá os dois tipos de porção: semente ao que semeia e pão ao que come.
Dentre tudo o que Deus colocou nas suas mãos, você precisa saber o que é semente e o que é pão, senão você comerá a semente como pão e não terá colheita no futuro. Algumas coisas que estão nas
nossas mãos não foram dadas para comer, mas para plantar, porque senão não teremos garantia de colheita.
Em Êxodo 2, vemos que Moisés nasceu num tempo crítico, quando todos os meninos deveriam ser mortos. Moisés era uma semente de Deus para libertar um povo. Joquebede, por um tempo, escondeu a semente. Corremos o risco de retermos a semente por não entendermos que é semente. Mas se não plantarmos a semente, não virá colheita, não virá libertação.
Satanás fica de olho nas sementes que estão na nossa mão e lança um decreto de morte, para que tenhamos medo de lançar a semente. O inimigo sabe que uma semente lançada pode ser fruto de libertação e grande colheita.
Todos nós já passamos pela experiência de ir a um Congresso, a um Culto, ser tocado para semear algo, mas retermos a semente.Saiba, porém, que toda semente que tem o propósito de libertar uma geração, terá que ser plantada um dia. Este é o tempo de não retermos mais as sementes. Se você não semear, ela morrerá em sua mão.
Se Joquebede tivesse guardado a semente, ela iria aparecer em algum momento, seria descoberta e seria morta.
Qual foi a semente que um dia Deus pediu a você e você não entregou?
Joquebede preparou a barca, lançou-a na água e pediu que Miriã a acompanhasse. Quando a filha de Faraó encontrou Moisés, Miriã prontamente apareceu dizendo que conhecia uma hebreia que poderia ser ama de leite daquele menino. A filha de Faraó, então, entregou Moisés e ainda disse que Joquebede receberia um salário para cuidar do menino.
Toda semente que você planta, ela volta com um salário, com uma recompensa, com uma colheita. Ela não retorna como pão, mas como provisão.
Compreenda o que é semente e o que é pão, e você nunca terá falta nem de semente nem de pão. Deus dá semente para semeador e pão para o que come. Então, nunca faltará semente nem provisão.
O diabo não sabe qual a semente que tem um propósito específico, então ele manda matar todas, mas Deus lhe dará discernimento para você não guardar a semente. Então, plante a semente da libertação.
O dízimo pertence a Deus, não à igreja.
“Também, tanto dos cereais do campo como
dos frutos das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor.”
(Lv. 27.30). A igreja não tem nenhum direito de se igualar a
Deus. Quando a igreja é fiel ao seu Senhor, então e somente
então ela tem o direito de receber o dízimo. Se os homens
contribuem com uma igreja que nega a Jesus Cristo, que
prega um evangelho social anticristão, e que proclama outro
plano de salvação, dar o dízimo a essa igreja não é dar o
dízimo a Deus, mas contra Ele. Significa participar de um
empreendimento anticristão “22
.
Em Atos 2.45 diz que os irmãos mais ricos vendiam
suas propriedades e as entregava aos apóstolos, mas em Atos 3.6 Pedro diz ao paralitico que não possuía recursos
financeiros. Para onde ia o dinheiro que era e lançado aos pés
dos apóstolos? A resposta dessa pergunta aparece no mesmo
versículo 45, onde Lucas explica o que se fazia com o
dinheiro ofertado: “Vendendo suas propriedades e bens,
distribuíam a cada um conforme a sua necessidade” (grifo
meu). Em Atos 6.1-7, Lucas relata sobre a assistência dada às
viúvas. O serviço social da igreja primitiva funcionava com
toda excelência. Sem dúvida alguma a obra do Espírito Santo
moldou aqueles irmãos e os capacitou para o exercício da
caridade. Que façamos o mesmo.
meu). Em Atos 6.1-7, Lucas relata sobre a assistência dada às
viúvas. O serviço social da igreja primitiva funcionava com
toda excelência. Sem dúvida alguma a obra do Espírito Santo
moldou aqueles irmãos e os capacitou para o exercício da
caridade. Que façamos o mesmo.
No Novo Testamento a palavra DÍZIMO aparece 9 vezes e ligadas a duas situações:
1) Mt 23.23 = Partindo dos lábios de Jesus em relação aos fariseus. Jesus aqui reafirma a necessidade do dízimo, ao mesmo tempo que denuncia sua prática como demonstração de piedade exterior (Lc 18.12) – “Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.” Também Jesus denuncia a prática do dízimo como substituição de valores do Reino tais quais: justiça, misericórdia e fé (Lc 11.42).
2) Hb 7. 1-10 = Eis as lições desse texto: a) O Pai da fé deu dízimo de tudo – v. 2; b) O pai da fé deu o dízimo do melhor – v. 4; c) A entrega dos dízimos se deu não por pressão da lei, uma vez que o povo israelita ainda não existia e, portanto, muito menos a lei judaica – v. 6; d) Hebreus nos faz perceber e reconhecer a superioridade do valor do dízimo que é dado a Cristo (imortal) em relação ao dado aos sacerdotes (mortais) – v. 8; e) O autor destaca que os que administram os dízimos também devem ser dizimistas – v. 9.
Ser ou não ser dizimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na “pérola que
encontramos.”
Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na entrega dos dízimos. Para justificar esta atitude criam vários justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiria templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social.
Eis as justificativas clássicas dos não-dizimistas:
I. JUSTIFICATIVA TEOLÓGICA
Ah, eu não sou dizimista, porque DÍZIMO é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.
Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se é a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei?
Veja: a lei dizia: Não matarás = EU PORÉM VOS DIGO AQUELE QUE ODIAR É RÉU DE JUÍZO
a lei dizia: Não adulterarás = EU PORÉM VOS DIGO QUALQUER QUE OLHAR COM INTENÇÃO IMPURA…
a lei dizia: Olho por olho, dente por dente = EU PORÉM VOS DIGO: SE ALGUÉM TE FERIR A FACE DIREITA, DÁ-LHE TAMBÉM A ESQUERDA.
A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada.
Mt 23.23 = justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.
II. JUSTIFICATIVA SENTIMENTAL
Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7 “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não
com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” = espontânea e com alegria.
Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não pagar dízimo é roubar de Deus.
Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?
III. JUSTIFICATIVA FINANCEIRA
“O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento.
1) O dízimo não é sobra = Dízimo é primícias. “Honra ao Senhor com as primícias da tua renda.” Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor.
2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição = Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta
área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa.
3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar = Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céu com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.
IV. JUSTIFICATIVA ASSISTENCIAL
“Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo.
“ A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo.
A ordem é: TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO PARA QUE HAJA MANTIMENTO NA MINHA CASA.
A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados.
Mas será que damos realmente os “nossos” dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?
V. JUSTIFICATIVA POLÍTICA
Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós
julgá-los mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis.
Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito?
Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.
VI. JUSTIFICATIVA MÍOPE
Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho?
AINDA, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É DO SENHOR. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.
VII. JUSTIFICATIVA CONTÁBIL
“Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho.”
Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso
dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês?
Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto-proteção? Será desinteresse?
VIII. JUSTIFICATIVA ECLESIOLÓGICA
“Não sou membro da igreja”
Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros?
Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?









.jpg)


.jpg)
.jpg)
.jpg)



.jpg)












