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O êxito do apóstolo,A cruz e seu mensageiro:

sábado, 24 de fevereiro de 2018
Posted by FrTutorial no Brasil
A cruz e seu mensageiro:

O êxito do apóstolo


A mensagem da cruz tem influência profunda sobre Paulo. Sua vida é uma manifestação clara da vida de cruz. Ele não somente prega a cruz, mas também a vive. A cruz que ele proclama é a que ele vive diariamente. De modo que quando fala pela cruz, pode acrescentar à sua pregação sua própria experiência e testemunho. Por um lado, conhece a morte substitutiva de Cristo, e por outro ele toma a cruz do Senhor Jesus como sua experimentalmente. Em certo instante ele pode declarar: "Estou crucificado com Cristo" (Gálatas 2:19) e em outro, pode dizer: "Mas longe de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo" (Gálatas 6:14). Sua mansidão, paciência, fraque¬za, lágrimas, sofrimentos e cadeias — tudo isto expressa a vida de cruz. Porque vive a cruz, é digno de pregá-la. As pessoas muitas vezes podem falar assim mas podem não andar assim. Uma vez que Paulo vive o evangelho em sua vida, é capaz de gerar muitos filhos espirituais pelo evangelho. Tendo a vida de cruz, ele pode "reproduzir" a cruz nos corações dos outros.
 A cruz e seu mensageiro: experiência pessoal

 A cruz e seu mensageiro: experiência pessoal


Ao lermos 2 Coríntios 4 ficamos sabendo da experiência interior deste servo do Senhor. O segredo de toda a obra de Paulo encontra-se neste versículo: "De modo que em nós opera a morte; mas em vós, a vida" (v. 12). Ele morria diariamente; permitia que a morte da cruz ope¬rasse profundamente nele para que os outros pudessem ter vida. Aquele que não conhece a morte da cruz não tem a vida de cruz para dar aos outros. Paulo estava disposto a ficar no lugar da morte para que outros recebessem vida por intermédio dele. Somente o que morre pode conceder a vida. Mas, como morrer, Senhor?
Qual é o significado real desta morte? Esta morte é mais do que morte para o pecado, para o ego e para o mundo. É mais profunda do que isto. Esta morte é o espírito que nosso Senhor mostrou ao ser crucificado. Ele não morre por seus próprios pecados, pois não tem nenhum. Reconheçamos que sua cruz declara sua santida¬de. Ele é crucificado por amor dos outros. Donde depreende-se que sua morte é em obediência à vontade de Deus. E esse é o significado da morte aqui mencionada. De sorte que precisamos ser entregues à morte não somente por nós mesmos a fim de que morramos para o pecado, para o ego e para o mundo, mas também por obediên¬cia ao Senhor Jesus, enfrentando diariamente a hostilidade dos pecadores.

Sim, devemos deixar que a morte do Senhor opere obra tal em nós que possamos ter a experiência real de morrer para o ego e chegar ao estado de santidade. Mas devemos também deixar que o Espírito Santo realize um trabalho mais profundo em nós mediante a cruz de modo a fazer com que a vivamos. Devemos conhecer a vida da cruz e também sua morte.
Na morte da cruz, morremos para o pecado e para o caminhar adâmico; mas na vida da cruz, vivemos diaria¬mente no espírito da cruz. Isso significa que em nosso andar cotidiano exibimos o espírito de Cordeiro do Senhor Jesus ao sofrermos silencio¬samente: "Pois ele, [Jesus] quando ultrajado, não revidava com ultraje, quando maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente" (1 Pedro 2:23). Este tipo de morte é um passo além da morte para o pecado, para o ego e para o mundo. Que a cruz se torne nossa vida! Que possamos ser cruzes vivas! Que possamos magnificar a cruz em todas as coisas!


O êxito do apóstolo 

 A cruz e seu mensageiro: experiência pessoal

O motivo pelo qual Paulo pode outorgar vida aos outros é que para ele o viver é a cruz. EJe não somente se vale da morte da cruz negativamen-te, eliminando o que procede de Adão, mas também toma a cruz positivamente, como sua vida e a vive diariamente. Todos os dias ele aprende o significado da cruz do Senhor Jesus: "Levando sempre no corpo o morrer de Jesus para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo" (2 Coríntios 4:10). Ele está disposto a ser "sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal" (v. 11). Em sua experiência, portanto, Paulo pode ser "atri-bulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não des¬truídos" (vv. 8, 9). Ele permite que a morte do Senhor Jesus "opere" em sua vida (v. 12).
Uma morte que funcione deve ser uma "morte operante" — a vida da morte, a saber, a vida de cruz. Por causa do Senhor Jesus, Paulo está sempre pronto a ser entregue à morte. Não obstante palavras desagradáveis, atitudes sobranceiras, perseguição cruel e incompreensão não justificada, ele está disposto a suportar tudo por causa do Senhor. Paulo não abrirá a boca ao ser entregue à morte. Como seu Senhor que podia pedir ao Pai que lhe enviasse doze legiões de anjos a fim de livrá-lo, ele, em nenhuma circunstância, adotará expediente humano a fim de evitar essas coisas desagradáveis. Ele prefere ter a "morte viva" de Jesus — a vida e o espírito da cruz — operando em si para que possa apresentar o espírito da cruz em tudo o que fizer. Considera a cruz como todo-poderosa, por capacitá-lo a ter o desejo, por causa do Senhor Jesus, de ser entregue à morte e de sofrer as perseguições e as durezas do mundo.

Quão profundamente a cruz tem operado na vida de Paulo! E quão bom também seria que nós sofrêssemos em nosso corpo a morte de Jesus! Quem, hoje, pode dizer ao Senhor que está disposto a morrer, disposto a não resistir ao passar por toda espécie de circunstâncias opos¬tas e difíceis? Mas se desejamos que os outros recebam a cruz, primeiro devemos permitir que essa mesma cruz governe nosso caminhar. Pois somente à medida que permitirmos a cruz quei¬mar nosso próprio coração com o fogo dos sofrimentos e das adversidades é que seremos capazes de reproduzi-la nos corações dos outros. Por outras palavras, a vida de cruz é a vida que verdadeiramente pratica o sermão da montanha (veja Mateus capítulos 5-7, especialmente 5:38 e 44).
2 Coríntios 4 diz-nos claramente que a nossa não é uma simples pregação; manifestamos a vida do Senhor Jesus (vv. 10, 11). Devemos deixar que esta vida emane de nós. Só quando levarmos em nossos corpos a morte de Jesus, estando sempre prontos, por amor de Jesus, a ser entregues à morte, é que somos capazes de manifestar o espírito de Cordeiro do Calvário nas coisas em que sofremos por ele — quer tais coisas se relacionem com nosso nome, nossa alma, ou até mesmo com nosso corpo físico. Ao fazer isto, de nós emana a vida de Cristo (w. 10, 11): Quão triste é, porém, que nós tantas vezes tomamos a estrada fácil, não compreendendo não existir atalhos para a manifestação da vida do Senhor Jesus.

"De modo que em nós opera a morte; mas em vós, a vida" (v. 12). O "vós" aqui se refere aos crentes Coríntios e aos cristãos em todos os lugares. São o auditório de Paulo. Uma vez que a morte de Jesus tem operado em sua experiência, ele pode fazer com que a vida de Jesus opere em seus ouvintes de modo que recebam a vida espiritual. A palavra "vida" empregada aqui, no original grego é zoe vida espiritual, a vida mais alta. O que Paulo oferece aos homens não são discursos, pensamentos e uma cruz de madeira; ele lhes oferece a vida espiritual do próprio Senhor Jesus. Esta vida espiritual pode operar neles até que alcancem o objetivo da mensagem de Paulo.
Isto não é um exercício verbal vazio, mas uma operação da vida sobrenatural e do poder de Deus que entra no espírito sedento das pessoas que o ouvem, assim fazendo com que recebam a vida de cruz que o apóstolo de Deus proclama. Devemos atingir esta meta em nossa pregação da cruz e não podemos descansar até que a alcancemos.
Resumindo, então, todos aqueles que não vivem a cruz como Paulo o fez, dificilmente poderão esperar conseguir o resultado que Paulo conseguiu. Se nós mesmos não somos crucifica¬dos com os homens e com as mulheres, não podemos outorgar a vida às pessoas na pregação da cruz.

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imagem criança bandeira de missões

Missão e Visão da Igreja
“A fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo” (Cl 1.28b)
Visão Geral

Informações contidas nesta unidade:


• Missão e a Visão da igreja.

• As características do Cristão Frutífero e responder à pergunta “quem
deve servir”?.
• Os alvos do curso Cristão Frutífero.
• O processo de integração aos serviços do Corpo de Cristo.
• A estrutura de aperfeiçoamento dos santos da IPCG.
• Duas razões pelas quais é preciso servir.
• Três áreas de desenvolvimento pessoal para o serviço frutífero.
Conhecendo o Grupo
• Apresente-se ao grupo.
• Diga quais são as suas expectativas com relação a este curso.
Textos de Referência: Mc 10.43-44; Cl 1.4, 9-12;
1Pe 4.8-11; Mt 22.34-40; 1Co 13.1-3; Ef 2.8-10, 4.7-16
Capacitar o discípulo do Senhor Jesus a desenvolver caráter, habilidades e conhecimento para tornar-se “perfeito em Cristo”, produzindo frutos para a glória de Deus (Cl 1.28; Jo 15.16).

Missão e Visão da Igreja
planeta mão da menina

Nossas declarações de missão e visão são baseadas nas ordens de Cristo, registradas nos Evangelhos e no início no livro de Atos (Mt 28.16-20; Mc 16.14-18; Lc 24.44-49 e Jo 20.19-23) e nos ensinos gerais das Escrituras sobre a Igreja – o povo de Deus que adora, evangeliza, discipula, ama e serve segundo a graça e o poder do Senhor (At 2.42-47, 4.32-35; 1 Co 12.12-13; Ef 1.15-23, 2.11-22, 3.8-12; 1 Pe 2.9-10).
A afirmação de visão reflete ainda as confissões de fé de Augsburg, de 1530, francesa, de 1559, escocesa, de 1560, belga, de 1561 e de Westminster (Inglaterra, Escócia e Irlanda), de 1647.
Missão da IPCG: Glorificar a Deus fazendo discípulos maduros e reprodutivos.
Visão da IPCG: Ser uma igreja bíblica no ensino, modo de funcionamento e cumprimento da missão; autêntica na pregação, ministração dos sacramentos, prática da disciplina e oração; graciosa na vivência da comunhão, no acolhimento dos caídos e na prática do mútuo pastoreio; relevante como consciência profética da sociedade, na prática dos dons espirituais e no suprimento eficaz de necessidades. Nosso slogan: Bíblica, Autêntica, Graciosa e Relevante.

Missão e Visão da Igreja

O Cristão Frutífero

O cristão frutífero é aquele que apresenta cinco caractéristicas, conforme Cl 1.4, 9-12:
Figura 01: O Cristão Frutífero
• Ele é salvo, experimentou pessoalmente o novo nascimento, depositando sua fé em Cristo e recebendo-o como seu Senhor e Salvador (Cl 1.4).
• Ele é santo, vivendo de modo digno do Senhor, para o seu inteiro agrado (Cl 1.10a).
• Ele é um servo, que frutifica em toda boa obra (ministério e evangelismo – Cl 1.10b).
• Ele cresce no pleno conhecimento de Deus (Cl 1.10c).
• Ele é fortalecido com todo o poder espiritual, segundo a força da glória de Deus (Cl 1.11a).
Estas características tornam a vida do cristão uma bênção para todos os que o rodeiam e permitem o livre fluxo do amor e graça divinos, produzindo frutos espirituais.
Destaca-se para os objetivos deste curso a característica do serviço tal como orientada pelo próprio Senhor Jesus:

“Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10.42-45).
De acordo com este texto, o Senhor Jesus não veio para ser servido, e sim para servir. Ao assumir a postura de servo, Cristo não apenas cumpriu as exigências do propósito redentor de Deus Pai como também deixou-nos um exemplo.

Missão e Visão da Igreja


Os apóstolos também entenderam este princípio. Paulo ensina que Deus derramou a graça do Espírito sobre a Igreja e o resultado disso é o crescimento do Corpo de Cristo, em amor:
“Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda junta, segundo a cooperação de cada parte, efetua o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor” (Ef 4.15-16).
Inspirado pelo Espírito de Cristo, o apóstolo Pedro escreveu o seguinte:
“Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1Pe 4.10).

As expressões “pelo auxílio de toda junta”, “cooperação de cada parte” e “uns aos outros”, em Ef 4.16 e 1 Pe 4.10, indicam quem deve servir.
Em suma, a tarefa do serviço deve ser assumida
____ somente pelo pastor e oficiais e pastores.
Curso Cristão Frutífero

____ somente pelos líderes de Ministérios e Sociedades.
____ por todos os seguidores de Cristo.

O Mensageiro da Cruz

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Posted by FrTutorial no Brasil

O Mensageiro da Cruz

Em anos recentes muitos parecem estar cansa¬dos de ouvir a mensagem da cruz; entretanto, damos graças a Deus nosso Pai, e o louvamos, pois ele reservou, por amor de seu grande nome, muitos fiéis que não dobraram os joelhos a Baal. Achamos, entretanto, que todos os ser¬vos de Deus devem saber por que, embora fielmente proclamem a cruz, vêem tão pouco resultado. Por que as pessoas ouvem a palavra verdadeira de Deus e no entanto suas vidas demonstram tão pequena mudança? Cremos que este assunto deve receber nossa maior atenção. Nós, como trabalhadores do Senhor, devemos saber por que o evangelho que prega¬mos falha em ganhar pessoas. Que humilde¬mente oremos, pedindo que o Espírito de Deus derrame luz sobre nossos corações a fim de vermos onde falhamos.
Naturalmente, devemos dar atenção à palavra que pregamos. (Aqui não nos preocuparemos com os que pregam um evangelho errado, ou "outro" evangelho, pois sua fé já está em erro.). O que pregamos é a verdade, em perfeito acordo com a Bíblia. Nosso tema é a cruz do Senhor Jesus. O que proclamamos não é outro senão o Senhor Jesus, e este crucificado a fim de salvar os pecadores, tanto da pena como do poder do pecado. Sabemos que nosso Senhor morreu na cruz como substituto dos pecadores para que todos aqueles que crêem nele sejam salvos sem as obras. Entretanto, não somente sabemos que Cristo foi crucificado como nosso substituto, mas sabemos também que os pecadores e seus pecados foram crucificados com ele. Temos conhecimento completo do caminho da salva-ção. Estamos familiarizados com o segredo do morrer com Cristo e com o conseguir, pela fé, o poder de sua morte a fim de lidar com o ego e também com o pecado. Compreendemos clara¬mente todos os ensinamentos relacionados com este assunto apresentados na Bíblia; e podemos apresentá-los tão bem de modo que todos os apreciem — tão bem, de fato, que quando pregamos a cruz de Cristo, o auditório parece prestar muita atenção e grandemente comover-se. Talvez tenhamos eloqüência natural, o que aumenta ainda mais nossa capacidade de emo¬cionar as pessoas — e grandemente ajuda, achamos, nossa obra.

O Mensageiro da Cruz


Em tais circunstâncias, naturalmente espera¬mos que muitos incrédulos recebam a vida e que muitos crentes recebam a vida mais abundante. Entretanto, os resultados são outros, para sur¬presa nossa. Embora as pessoas, no auditório, pareçam estar emocionadas, descobrimos que meramente retêm na memória as palavras que falamos sem ganhar o que espiritualmente dese¬jamos para elas. Não há mudanças notáveis em sua vida. Compreendem o ensino mas sua vida diária não é afetada. Simplesmente armazenam o que ouvem, sem que isso tenha qualquer impacto prático em seus corações.

O motivo de um efeito tão contrário como este parece estar no fato de que o que você e eu possuímos é mera eloqüência, palavras ou sabe¬doria. Por trás de nossa palavra não existe o poder que estimula o coração. Nossa palavra e voz podem ser excelentes, entretanto, o poder de transformar vidas está ausente delas. Por outras palavras, embora possamos atrair as pes¬soas a fim de nos ouvir, o Espírito Santo não tem trabalhado juntamente conosco. E por isso nosso esforço não produz resultado permanente. Nossa palavra não causa nenhuma impressão indelével nas vidas das pessoas. As palavras podem fluir de nossa boca, mas de nosso espíri¬to nenhuma vida é liberada a fim de alimentar e vivificar o auditório espiritualmente árido.

O Mensageiro da Cruz

Ultimamente a palavra de Deus tem-me cha¬mado a atenção contra este tipo de pregação. Não devemos procurar ser oradores aclamados pelas pessoas (pois não é o nosso Senhor o doador da vida?); antes, devemos ser meros canais através dos quais a vida dele possa fluir ao coração do homem. Por exemplo, ao pregar¬mos a cruz, devemos ser aqueles que podem conceder a vida da cruz aos outros. O que me fere grandemente é que, embora muitos hoje estejam pregando a cruz, os ouvintes não pare¬cem receber a vida de Deus. As pessoas ouvem nossas palavras; parecem aprová-las e alegre¬mente recebê-las; entretanto a vida de Deus não está presente.

Quão freqüentemente, ao proclamarmos a mensagem da cruz as pessoas aparentam perceber o
significado e o motivo para tal morte e podem parecer que estão profundamente comovidas nesse instante; porém não testemu¬nhamos a graça de Deus operando em seu meio e fazendo com que elas realmente recebam a vida de regeneração. Ou, como outro exemplo, podemos pregar sobre o aspecto da co-morte da cruz. Explicamos o ensinamento tão clara e persuasivamente que muitas pessoas logo começam a orar e podem até mesmo decidir-se a morrer instantaneamente com Cristo a fim de experimentar a vitória sobre o pecado e o eu. Com o passar do tempo, entretanto, não perce¬bemos nelas a vida abundante de Deus.

Tais resultados imperfeitos trazem-me muita angústia. Levam-me a humilhar-me perante Deus e a buscar sua luz. Ora, se você partilhar da mesma experiência, gostaria que se juntasse a mim em tristeza perante o Senhor e que juntos nos arrependêssemos de nosso fracasso. O que nos falta hoje são homens e mulheres que verdadeiramente preguem a cruz, e que a pre¬guem especialmente no poder do Espírito Santo.

Com relação a isto, leiamos a seguinte porção da Palavra de Deus:
"Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem, ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiam em linguagem persua¬siva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder" (1 Coríntios 2:1-4).
Nesta passagem podemos ver o esboço de três coisas: primeiro, a mensagem que Paulo prega; segundo, o próprio Paulo; e terceiro, como Paulo proclama sua mensagem.

O Espirito Santo

domingo, 18 de fevereiro de 2018
Posted by FrTutorial no Brasil

O ESPÍRITO SANTO

A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO

INTRODUÇÃO
Estudando a divindade do Espírito Santo encontramos uma tendência moderna que procura minimizar a importância das doutrinas. Em nenhum lugar essa apatia em relação as doutrinas é tão perigosa, a não ser quando tem em vista o conhecimento de Deus. Errar em relação à doutrina acerca de qualquer Pessoa de Deus é o mesmo que perverter a doutrina da Trindade, perdendo assim a pureza do real conhecimento que é proveniente do Deus verdadeiro. Não há salvação ou serviço quando não existe um conhecimento puro a respeito da Pessoa de Deus (Jr 9:23,24; João 17:3; Daniel 11:32; Oséias 6:6).
Estudar a pessoa de Deus é a atividade de maior proveito na qual o Seu povo pode se ocupar (Fil 3:8). Nada mais expande a nossa mente enquanto nos humilha. Quando aprendemos de Deus fica fortalecida a nossa comunhão com Ele e nossos corações ficam tranqüilizam-se (Jó 22:21). Sabendo que temos o Espírito Santo habitando em nós recebemos gozo e confiança de Deus. Estas verdades devem animar a nossa fé ( I João 4:4) e provocar repúdio do pecado (I Cor 6:18,19). Que Deus use essa lição para confirmar essa grande verdade da divindade do Espírito Santo.
I A TRINDADE
A Bíblia nos ensina que enquanto há um só Deus (Deuteronômio 6:4), há três personalidades na divindade (Mateus 28:19; I João 5:7). Neste estudo da divindade do Espírito Santo seria ajudador se relembrássemos do relacionamento entre as Pessoas do Deus Trino.
A. Deus, o Espírito Santo - Teologicamente falamos do Espírito Santo como a Terceira Pessoa da Trindade e é Ele quem Procede do Pai e do Filho (João 15:26; Salmos 104:30; Gálatas 4:6; Filipenses 1:19). "Processão Eterna" esta frase é usada para descrever o relacionamento do Espírito Santo com o Pai e o Filho.
B. Deus, o Filho - Jesus Cristo é o Filho unigênito do Pai. Cristo tem sido sempre o Filho do pai (Gálatas 4:4; João 3:16; Isaías 9:6). "Geração Eterna" esta frase é usada para descrever o relacionamento do Filho entre o pai. Teologicamente falamos de Cristo como a Segunda Pessoa da Trindade.
C. Deus, o Pai - O pai nem "procede" e nem é "gerado" por ninguém e assim falamos dEle como a Primeira Pessoa da Trindade. Devemos lembrar-nos que estes termos nunca podem implicar inferioridade às Pessoas Divinas. Mesmo que estes relacionamentos a nos não sejam compreendidos mentalmente, eles devem ser aceitos ou logo nos afastaremos da doutrina do Trinitarianismo para o Unitarianismo. Talvez fosse bom concluirmos esta parte do estudo com uma citação da velha Confissão da Fé Batista da Filadélfia:
"Neste Ser divino e infinito há três Pessoas, o Pai, a Palavra (Filho), e o Espírito Santo, de uma só substância, poder e eternidade, cada uma tendo toda a essência divina, sem dividir a tal: O pai não é gerado nem procedido de; o Filho é gerado eternamente pelo Pai; o Espírito Santo procede do Pai e do Filho; completamente infinito, sem começo, portanto, só um Deus, Que não é dividido em natureza nem ser, mas distingüido por propriedades peculiares e relativas, e por relações pessoais; qual doutrina senão a da Trindade é o alicerce de toda e qualquer comunhão com Deus, e dependência confortável nEle."
II. A Divindade do Espírito Santo
As provas da divindade do Espírito Santo podem ser divididas em cinco categorias.
A. O Espírito Santo é chamado Deus - (Atos 5:3-4, 9; I Coríntios 3:16; Efésios 2:22; II Coríntios 3:17). O Espírito é chamado Adonai (Compare Atos 28:25 com Isaías 6:8-9). O Espírito é chamado Jeová (Compare Hebreus 10:15-16 com Jeremias 31:31-34).1
B. O Espírito Santo está associado ao Pai e ao Filho num mesmo nível de igualdade - (Mateus 28:19) [Observe que a palavra "nome" está no singular significado assim que o poder, a glória e a autoridade do Pai, do Filho, e do Espírito Santo é uma só] (I João 5:7; II Coríntios 13:14).
C.  Os atributos de Deus são dados ao Espírito Santo.
1. Eternidade - Hebreus 9:14.
2. Vida - Romanos 8:2.
3. Onipresença - Salmos 139:7-8.
4. Santidade - Mateus 28:19.
5. Onisciência - I Coríntios 2:10.
6. Soberania - João 3:8; I Coríntios 12:11.
7. Onipotência - Gênesis 1:1-2; João 3:5
D.  As obras de Deus são dadas ao Espírito Santo.
1. A criação - Jó 33:4.
2. A encarnação - Mateus 1:18
3. A Regeneração - (Compare João 3:8 com I João 4:7).
4. A Ressurreição - Romanos 8:11
5. A inspiração da Palavra de Deus - (Compare II Pedro 1:21 com II Reis 21:10).
E. A natureza do pecado ‘sem perdão’ revela a dignidade do Espírito Santo - Mateus 12:31-32.
Conclusão
A importância desta lição tem ênfase quando contabiliza o grande número de seitas que Satanás tem instigado a atacar a verdade da divindade do Espírito Santo. Que isso possa incitar-nos a um maior cuidado ao darmos ao Espírito Santo Seu devido lugar em nosso amor e adoração

Misericórdia para os dias de vergonha

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Posted by FrTutorial no Brasil

Misericórdia para os dias de vergonha



O ladrão vê. Paredes sujas e um chão encardido. A LUZ do Sol racionada se comprimindo por entre rachaduras. A cela na prisão é escura. Os dias dele, mais ainda. Ratos se escondem apressada mente em buracos nos cantos. Se pudesse, ele faria o mesmo.
O ladrão ouve. Pés de soldados se arrastando. A porta da pri­são se abrindo com um estrondo. Um guarda com a compaixão de uma viúva negra.
— Levante-se! Sua hora chegou!
O ladrão vê. Rostos desafiadores, lado a lado, ao longo de um caminho de pedras. Homens cuspindo, revoltados, mulheres virando a cara. Enquanto o ladrão sobe ao cimo da montanha, um soldado o puxa para baixo. Outro pressiona seu antebraço contra uma tora e o segura com um joelho. Ele vê o soldado pegar a marreta e um prego grande.
O ladrão ouve. Batidas. Batidas do martelo que ressoam na cabeça. Batidas do coração. Os soldados bulam enquanto levan­tam a cruz. A base faz um estampido ao ser encaixada no buraco.
O ladrão sente. Dor. De tirar o fôlego, de parar o coração. Todas as suas fibras pegando fogo.
O ladrão ouve. Grunhidos. Gemidos guturais. Morte. Nada mais. A morte dele mesmo. Gólgota — que quer dizer lugar da Caveira, o monte onde Jesus foi crucificado — toca essa morte como um acorde menor. Nada de canções de esperança. Nada de sonetos de vida. Apenas os acordes dissonantes da morte.
Dor. Morte. Ele as vê; ele as ouve. Mas, a seguir, o ladrão vê e ouve outra coisa:
— Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo (Lucas 23:34).
Uma flauta soa alegremente no campo de batalha. Uma nu­vem de chuva encobre o sol do deserto. Uma rosa desabrocha no monte da morte.
Jesus ora em uma cruz romana.
Eis como o ladrão reage. Zombaria. "Igualmente o insultavam os ladrões que haviam sido crucificados com ele" (Mateus 27:44).
Tendo sido ferido, o ladrão fere. Tendo sido machucado, o ladrão machuca. Até no Gólgota há alguma hierarquia, e esse la­drão se recusa a ficar no degrau de baixo. Ele se une aos zomba-dores, que dizem:
— Salvou os outros, mas não é capaz de salvar a si mesmo! E é o rei de Israel! Desça agora da cruz, e creremos nele. Ele confiou em Deus. Que Deus o salve agora, se dele tem compaixão, pois disse: "Sou o Filho de Deus!" (Mateus 27:42,43).
Mas Jesus se recusa a retaliar. O ladrão, pela primeira vez naque­le dia (pela primeira vez em quantos dias?), vê bondade. Não olhares arremetedores nem palavras amaldiçoadoras, mas paciência.
O ladrão se comove. Ele pára de zombar do Cristo e tenta fazer os outros pararem também:
— Nós estamos sendo punidos com justiça, porque estamos recebendo o que os nossos atos merecem. — Ele confessa ao cri­minoso na outra cruz. — Mas este homem não cometeu nenhum mal (Lucas 23:41).
O ladrão sente que está ao lado de um homem enviado pelos céus e faz um pedido:
— Jesus, lembra-te de mim quando entrares no teu Reino (Lucas 23:42).
E Jesus, cujo trabalho envolve aceitar imigrantes ilegais e levá-los para seu Salão Oval, responde:
— Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso (Lucas 23:43).
E o mau dia do ladrão encontra a dádiva graciosa de um Deus misericordioso.
O que o ladrão vê agora? Ele vê um filho confiar sua mãe a um amigo e honrar seu amigo com sua mãe (João 19:26, 27). Ele­ve o Deus que escreveu um livro sobre graça. C) Deus que convenceu Adão e Eva a sair detrás dos arbustos e um sanguinário Moisés a sair do deserto. O Deus que reservou um lugar para Davi, em­bora Davi tenha cometido adultério com Bate-Seba. O Deus que não desistiu de Elias, embora Elias tivesse desistido de Deus. Isso é o que o ladrão vê.
O que ele ouve? Ele ouve o que Moisés ouviu quando era um fugitivo no deserto, o que Elias ouviu quando estava depri­mido no deserto, o que o Davi ouviu depois de seu adultério com Bate-Seba. Ele ouve o que...
um Pedro inconstante ouviu após o galo cantar,
os discípulos atirados pela tempestade ouviram após
o vento parar,
a mulher que traía o marido ouviu depois que os homens
foram embora,
a samaritana que se casou várias vezes ouviu antes de os
discípulos chegarem,
o endurecido Saul ouviu depois que a luz brilhou,
o paraplégico ouviu quando seus amigos o passaram
pela abertura no telhado,
o cego ouviu quando Jesus o encontrou na rua,
os discípulos logo ouviriam de Jesus na praia um dia
de manhã cedo.
Ele ouve a língua oficial de Cristo: Graça. Imerecida. Ines­perada. Graça. Jesus lhe respondeu: '"Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso'" (Lucas 23:43).
Paraíso. O céu intermediário. A casa dos justos até o retorno de Cristo. A árvore da vida está lá. Os santos estão lá. Deus está lá. E agora o ladrão, que começou o dia em uma prisão romana, estará lá.
Com Jesus. Não há entrada pelos fundos. Não há chega­das tarde da noite. No paraíso não existe noite nem cidadãos de segunda classe. O ladrão passa pelos portões pisando no tapete vermelho de Jesus.
Hoje. Imediatamente. Sem se purificar no Purgatório. Sem reabilitação no Hades. A graça vem como a luz do sol e ilumina o dia sombrio do ladrão. O monte da execução vira o monte da transfiguração.
Talvez você precise do mesmo. Os erros de ontem fazem o papel do esquadrão da morte romano: eles o acompanham ao cal­vário da vergonha. Os rostos do passado estão no caminho. Vozes berram seus crimes enquanto você passa:
Você negligenciou seu pai e eu!
Você deixou o vício roubar sua juventude!
Você prometeu que voltaria!
Logo você é crucificado na cruz de seus erros. Erros idiotas. O que você vê? Morte. O que você sente? Vergonha. O que você ouve?
Ah, essa é a pergunta. O que você ouve? Você consegue es­cutar Jesus no meio de seus acusadores? Ele garante: "Hoje você estará comigo no paraíso."
Hoje. Este é o dia. No meio desse dia angustiante, Jesus faz um milagre. Enquanto outros crucificam seu passado, ele abre as portas para seu futuro. Paraíso. Jesus trata com misericórdia seus dias de vergonha.
Ele levará sua culpa, se você lhe pedir isso. Tudo que ele espera é que você peça. As palavras do ladrão bastam. "Nós es­tamos sendo punidos com justiça, porque estamos recebendo o que os nossos atos merecem. Mas este homem não cometeu nenhum mal..."
Nós estamos errados. Ele está certo.
Nós pecamos. Ele é o Salvador.
Nós precisamos de graça. Jesus pode nos dar.
Então peça ao Senhor: "Lembra-te de mim quando entrares no teu Reino."
E quando você pedir, aquele que falou novamente proferirá estas palavras: "Hoje você estará comigo no paraíso."1

Para começar bem o dia


Da próxima vez que seu dia tomar a direção errada, aqui está o que você deve fazer. Mergulhe na graça de Deus. Preencha seu dia com o amor dele. Tempere sua mente na misericórdia do Senhor. Ele pagou suas dívi­das. "Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro" (1 Pedro 2:24).
Quando você perder a paciência com seu filho, Cristo intervém: "Eu paguei por isso." Quando você conta uma mentira, e todo o céu treme, seu Salvador levanta a voz: "Minha morte cobriu esse pecado." Quando você prati­ca a luxúria, cobiça, inveja ou julga, Jesus se posiciona diante do tribunal e aponta para a cruz ensangüentada. "Eu já provi. Já tirei os pecados do mundo."
Que dádiva ele lhe deu! Você ganhou a melhor lote­ria da história da humanidade, sem ter de pagar pelo bilhete! Sua alma está protegida, sua salvação é garanti­da. Seu nome está escrito no único livro que interessa. Você está apenas a alguns grãos da ampulheta de ter uma existência sem lágrimas, sem escuridão, sem dor. Do que mais você precisa?

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