Sabemos que vivemos porque amamos os nossos irmãos

sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Posted by Missões de um Missionário no Brasil
SABEMOS QUE VIVEMOS PORQUE AMAMOS OS NOSSOS
IRMÃOS
I João 3:13-24; 14
I – A Justificação Evangélica.
l. Por hereditariedade somos filhos da ira.
2. Sendo filhos da ira, condenados à morte.
3. Pelo Evangelho somos transformados da morte para a vida
gloriosa,
a) Isso nos é proporcionado por Cristo. - João 3:36.
b) Passamos a pertencer a um reino santo e justo.
4. Em tais condições sabemos que temos passado da morte para a
vida.

II – A Contrafação da Justificação Evangélica.
1. O ódio votado a um irmão é um sinal de nosso estado mortal e de
que ainda continuamos debaixo da sentença de morte. V. 14, ú.p.
2. Odiando um irmão tornamo-nos homicida. – V. 15.
a) Basta acariciarmos isso no coração.
3. Por que Deus reprova isso?
a) Porque todos somos a imagem de Deus. - Gên. 9:6.
(1) Assim fazendo, às vezes, injuriamos a Cristo.
b) Porque nos rouba a felicidade e a de outrem. - Heb. 12:14,15.

III – O Cumprimento da Lei de Cristo é Amor.
1. Amemo-nos por causa de Cristo.
a) É o mesmo Salvador de todos.
b) É o Seu íntimo desejo expresso em João 17.
2. Amemo-nos por causa da Verdade.
a) Seguimos um mesmo caminho e entraremos juntos no mesmo
céu. - Sal. 84:7.
b) Somos perseguidos e odiados pelos do mundo pela mesma causa.
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c) Seremos companheiros nas tribulações vindouras, quando cada
um precisará da simpatia de outrem.
d) Se a verdade que professamos é a Verdade salutar e salvadora,
devemos unir-nos e amar-nos.
3. Amemo-nos quando o mundo nos odeia.
a) Como cristãos, onde vamos encontrar afeto mútuo?
Amor é a lei primordial do Céu.
Amor será a lei fundamental do reino.
Somente aqueles que se adaptarem aqui na Terra, à norma do
novo reino, poderão fazer parte do mesmo.

PERDOANDO OFENSORES
Mat. 18:15-35; Efés. 4:32
I – Como se pode Proceder com um Ofensor - Mat. 15:22.
1. O primeiro passo. V. 15.
2. O segundo passo. V. 16.
3. O terceiro passo. V. 17.
4. Procedendo assim Deus o aprova. - V. 18.
II – Os Problemas Difíceis devem ser Entregues a Deus. Vs. 19-20.
III – Uma Dívida de Pedro Solvida por Cristo. - Vs. 21-22.
IV – Uma Importante Ilustração. - Vs. 23-24.
1. Um compromisso credor perdoa o seu devedor. - Vs. 23-27.
2. O perdoado não tem compaixão do seu devedor. - Vs. 28-30.
3. O ingrato é justamente castigado por seu credor. - Vs. 31-34.
V – Que Significa esta Ilustração Para Nós? - V. 35.
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A LÍNGUA - Tia. 3; 1:23

Fisiologicamente é um pequeno membro, mas social e
espiritualmente é a arma mais terrível de todos os tempos!
I – A Língua como fogo. - V. 5.
1. Um pequeno fósforo incendeia um bosque, e uma palavra mal
pensada tem destruído o que há de mais belo no mundo – a
harmonia, o amor, o lar, a igreja etc.

II – A Língua é um Mundo de Iniqüidade. - V. 6.
1. É como a cobra que esconde o veneno.
2. Há pessoas que têm duas caras, duas línguas:
a) Andam de casa em casa falando dos irmãos. - I Tim. 5:13.
b) Devemos fugir de tais pessoas como fugimos da lepra e da
bexiga. – Poderão afetar-nos.
3. Isso é fogo do inferno. - V. 6. - Satanás é o acusador dos irmãos.
- Apoc. 12:10.
4. Esse jogo causa morte. - Prov. 18:21.
5. O escândalo virá, mas, ai do causador. - Luc. 17:1; 1 Cor. 11:19.

III – A Língua é Difícil de Domar, Mas há um Poder.
1. Os animais obedecem; as naus, também; mas a língua é bem
difícil, porém não impossível.
2. Há Um que pode nos dar força. - Ez. 36:26.
(1) A experiência apostólica. - Atos 2.
IV – Entregando-nos a Deus Desaparecem os Defeitos (14-17) e
Aparecem as Virtudes da Língua.
1. Sabedoria, imparcialidade etc. – Vs. 17 e 18.
V – Advertência Terrível. - Prov. 6:16-19; Sal. 101:5-7.
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VI – Conselhos Sábios.
Efés. 4:25-31; 5:4.
I Ped. 3:10.
Tia. 1:26. Prov. 13:3; 21:23.

O novo reino de Cristo – Amor

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O NOVO REINO DE CRISTO – AMOR
Mat. 20:20-28
I – O Pedido de João e Tiago.
Os pensamentos dos discípulos enquanto se encaminhavam para
Jerusalém, para a festa da Páscoa:
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1. Não disse Jesus "é chegado o reino"? - Mat. 10:7.
2. Não prometeu Jesus que muitos se assentariam nesse reino? Mat.
8:11.
3. Não prometeu Jesus recompensa? - Mat. 19:29.
4. Não prometeu Jesus que nos assentaríamos sobre doze tronos? -
Mat. 19:28.
5. Não disse Jesus que aquilo que os profetas dEle disseram deveria
cumprir-se?
6. Não profetizaram os profetas a glória do reino messiânico?


II – A Resposta – O Reino em Si - Vs. 22, 23.
1, Cristo não indeferiu o pedido, explicou-lhes que ocupar um tal
lugar depende das qualidades espirituais,
2. O reino é espiritual. - João 18:36.
3. Jesus será o rei, e os fiéis, os súditos. - Mat. 24:31-34.
4. Será estabelecido na vinda de Jesus. – Mat. 24:31.

III – A Virtude que nos Habilita a esse Reino.
1. O amor é a base. - Jer. 31:3; 1 João 4:8.
2. Aqui na Terra o amor é a prova do discipulado. - João 13:34,35.
a) É a adaptação para o reino. - I João 4:20,21.
b) Esse amor deve ser de resignação e desprendimento próprio. –
Exemplo de Paulo. - Fil, 1:20-21; 1 Cor. 10:33.
3. É a mensagem desde o princípio. - I João 3:11, 16.
a) Foi posta em prática na igreja apostólica. - Atos 4:32,33.
IV – Quem se Assentará no Trono? - Apoc. 3:21,22.
1. Tiago e João venceram. - Atos 12:2; 4:3; 5:40; Apoc. 1:9. O fim
de João.
2. Aprendamos e ponhamos em prática este amor, a fim de sermos

vencedores e podermos fazer parte desse reino!

As três milhas

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AS TRÊS MILHAS
Mat. 5:38, 48; Jo. 15:13
As três milhas encerram toda a filosofia da vida. – A primeira: o
mundo anda; a segunda: a família cristã; a terceira: Cristo e alguns
crentes. – A última é a perfeição.
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I – A Primeira Milha (a do mundo) – "Olho por olho".
1. A posição passiva da vida.
a) Esperamos que os outros nos tratem a fim de tratá-los
igualmente.
b) Nossa atitude para com a sociedade está baseada na atitude da
sociedade para conosco.
c) Não agimos por sentimentos internos livres, mas por reflexos
externos que operam sobre nosso coração.
2. O que resulta da vida.
a) Nunca conseguiremos agir acima da generalidade.

b) Fazem-nos um bem e retribuímos com outro.
c) Fazem-nos um mal, retribuímos com a mesma moeda.
d) Como na maioria dos casos recebemos mais inales que bens,
resultará disso uma paralisação espiritual, sem nenhum
progresso para a perfeição.
e) Como conseqüência, quando a sociedade fracassar,
fracassaremos com ela.

II – A Segunda Milha (a da família) – "Ninguém tem maior amor do
que este".
1. A lei da amizade.
a) No mundo existe amizade sobre base egoísta.
b) Damos tanto quanto recebemos.
(1) Ainda que, às vezes, demos menos, ou nada, contudo
professamos amizade.
c) No texto, a amizade é estabelecida sobre base nova.
d) O que aqui governa a amizade não são as influências
externas, mas nosso coração.
2. Essa base é o sacrifício.
a) "Ninguém tem maior amor do que este".
b) Por que é o maior?
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(1) Maior que o de mãe - a mãe ama o que é seu, o fruto de
suas entranhas.
(2) "Dar sua vida" por um amigo, sangue que não é nosso – é a
prova maior de amor.
(3) Vivem assim os cristãos em suas relações fraternais?

III – A Terceira Milha (a da perfeição) – "Amai a vossos inimigos."
1. O que significa.
a) Amar a mãe? Os filhos?
b) Amar os parentes? Os amigos?
c) Amar os inimigos? Quem são eles?
(1) É amor sem retribuição. – Amar quando nos repulsam,
caluniam e ferem.
2. A perfeição do amor.
a) Jesus amou os Seus, mas também amou aos que O
crucificaram.
b) Este amor requer o domínio absoluto das paixões. – Quem o
pode praticar?
c) Requer que uma só lei, a lei do sacrifício e do amor, governe a
vida.
d) O que assim praticar terá chegado à mais alta perfeição,

seguindo de perto o ensino e o exemplo do divino Mestre.
e) Quando os homens tiverem aprendido a perdoarem-se
mutuamente, estaremos preparados para o Reino celestial, e


teremos alcançado a perfeição que redundará em felicidade.

O Novo Mandamento.

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O NOVO MANDAMENTO
Jo. 13:34

I – O Novo Mandamento.
1. Um princípio de vida.
2. Um impulso para o sacrifício.
II – Sua Novidade.
1 . Historicamente novo.
2. Novo em sua extensão.
3. Novo na compreensão.
III – Sua Medida.
1. Completa simpatia.
2. Completo sacrifício próprio. - "Como eu vos amei".
3. Obediência, a prova do amor. - Jo. 14:15.
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a) A Bíblia a prescreve.
b) A razão a sanciona.
c) O coração renovado a segue.
d) A experiência a ratifica.

DEVERES - Rom. 13:1
I – O Que Devemos a Deus.
1. Adoração.
2. Amor.
3. Aspiração.
4. Segurança.
5. Gratidão.
6. Obediência.

II – O Que Devemos aos Homens.
1. Boa Vontade.
2. Boas palavras.
3. Boas realizações.

III – Cumprir o Dever.
1. A exigência de Deus é justa.
2. Negligenciar isso é roubar a Deus.
3. É roubar ao nosso vizinho.
4. É roubar a nós mesmos.

O Amigo de Deus

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OS AMIGOS DE DEUS

Um amigo é alguém que sabe tudo a nosso respeito, e, não obstante,
nos ama.
I – As Relações de Abraão para com Deus.

A. O amigo de Deus.
1. Foi chamado o amigo de Deus. - Tia. 2:23.
2. Isso é melhor do que todos os louvores do mundo.
3 O homem confia no Seu amigo. – Confiamos nós em Jesus?
B. O amigo de Deus para sempre. - II Crôn. 20:7.
1. As cartas entre amigos, em geral, terminam com as expressões:
"Sempre amigo", "Amigo até à morte". – Jesus é nosso amigo
além da morte.
II – Três Atitudes Adotadas pelo Homem para com Jesus.
A. Estranhos.
l. Muitos são estranhos para com Deus. - Ef. 2:12.
2. Não têm Deus, nem Cristo, nem promessa, nem esperança.

3. São os mais miseráveis de todos os homens. - I Cor. 15:19.
B. Conhecidos
1. Deus convida os homens a com Ele se relacionarem. Jó 22:21.
2. "Une-te pois a Ele" agora. - Nunca esperar uma apresentação.
Amanhã poderá ser tarde demais e significar a perda da alma.
Quanto mais cedo O conhecermos, tanto melhor.
3. Apresentemo-nos. – É fácil estabelecer relações com Ele.
4. Alguns têm ligação apenas passageira. – Não mantêm boas
relações com o melhor Amigo que o pecador já teve.
C. Amigos.
1. Jesus disse: "Tenho vos chamado amigos". - João 15:15.
2. Somos Seus amigos se Lhe obedecermos. - João 15:14.
3. Necessitamos todos desse Amigo, e Ele quer a nossa amizade.


4. Ele muito arriscou para chamar alguns de nós amigos Seus.
5. Seu extraordinário amor provou-o Ele com Sua morte por nós.
III – Quatro Maneiras de Relacionar-nos com Deus.
A. Pelo estudo da Bíblia. – Se não compreendemos a Bíblia,
peçamos ao Seu Autor que no-la explique.
B. Pela Oração. – Falemos com Deus, e esperemos que nos
responda.

C. No Lar. – Busquemos algum lugar solitário – o quarto, O porão,
o sótão – e peçamos que venha ter conosco ali.
D. Na Igreja. – Encontremo-nos com nossos amigos e com nosso

Amigo ali. – Concedamos a Deus uma oportunidade ali, e não
nos arrisquemos mais.
IV – Tornar-nos-emos Amigos de Jesus Agora?
A. Ele está batendo à porta do coração. - Apoc. 3:20.
B. Ele pára, bate, escuta, ama. - Não O desprezemos.
C. Ele é um Amigo mais chegado do que um irmão. - Prov. 18:24.
D. Ele chamou Lázaro "o nosso amigo". - João 11:11.
E. Eu aceitei a Sua amizade há cinqüenta e cinco anos. – Somos
agora velhos amigos; amigos confidenciais. – Que alegria me

será o encontrá-Lo quando vier nas nuvens de glória!

AMOR FRATERNAL - Efés. 4:32
I – Atitude Cristã.
1. Devemos ser benignos mutuamente.
2. Misericordiosos – sentir uns pelos outros.
3. Não devemos guardar sentimentos contra nossos irmãos.
a) O mundo nos despreza, odeia e persegue.
b) Devemos buscar simpatia e conforto mútuos na fraternidade
cristã.
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II – Nosso Parentesco na Igreja.
l. Um amigo igual a irmão. – Prov. 18:24.
a) Este amigo é Jesus. - Jer. 31:3.
2. Jesus considera os discípulos como Seus verdadeiros irmãos.
Mat. 12:46-50.
3. A maneira como nos amamos indica quanto amamos a Deus..
– I João. 4:7-8.
a) Por isso Satanás procura lançar discórdia na igreja.

III – Maneiras como Maculamos o Amor Fraternal.
1. Recordando coisas passadas. - Fil. 3:13-14.
2. Dureza de palavras. - Prov, 17:9; 15Sl-3.
3. Falta de amizade. - Prov. 18:24.
4. Ciúme, inveja etc. - Cant. 8:6. - O melhor remédio. - Tia. 5:16.

Contraste entre o Amor e os Dons Espirituais

Posted by Missões de um Missionário no Brasil
PERMANÊNCIA E PREEMINÊNCIA DO AMOR
I Cor. 13:13
I – Contraste entre o Amor e os Dons Espirituais.
1. O amor nunca falha. - I Cor. 13:8, pp.
a) O amor, que é fruto do Espírito, nunca falha, porque sofre, crê,
espera e suporta todas as coisas. - Entre as suas virtudes está a
sua permanência.
2. Transitoriedade da profecia, das línguas e do conhecimento.
I Cor. 13:8, ú.p.
3. A profecia e as novas situações. - Jonas 3:4-10; Jer. 17:25.
4. Conhecimento parcial. - I Cor. 3:9.
5. Conhecimento contra amor. - I Cor. 8:1-3.


II – Segredos do Amor Permanente.
1. Exemplo e prova de amor. - João 15:9-10.
2. Amor aperfeiçoado. - I João 2:5-6; 4:12, 16.
3. Compreensão do todo-abrangente amor de Cristo. Efés. 3:17-19.
III – A Virtude Culminante.
1. Virtudes permanentes. - I Cor. 13:13, pp.
2. A grandeza da fé. - Heb. 10:38-39; 11:1, 6.
3. A importância da esperança. - Rom. 8:24-25.
4. O amor, virtude culminante. - I Cor. 13:13, ú.p.

MEDIDA E ASPECTO DO AMOR DIVINO
Rom. 8:35-39
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A medida do amor divino é o infinito... – Temos quatro aspectos do
amor de Deus:
1. Sua largura – Significa que não há barreiras para ele, e nos
lembra da extensão dos conselhos divinos.
2. Sua extensão – Diz-nos do pré-conhecimento divino e de Seu
pensar em nós e através dos séculos.
3. Sua altura – Aponta nosso Senhor no Céu como a meta para o
penitente.
4. Sua profundidade – Declara a possibilidade do amor descendo ao
abismo mais profundo da miséria humana para o propósito da
redenção.
Considerar a filosofia do Cristianismo.

O MAIOR

João 3:16
1. Porque Deus amou – O maior Amante.
2. O mundo – A maior comunidade.
3. De tal maneira – O maior grau.
4. Que deu – A maior ação.
5. O Seu Filho Unigênito – O maior dom.
6. Para que todo aquele que – A maior oportunidade.
7. nEle – A maior atração.
8. Crê – A maior sinceridade.
9. Não pereça – A maior promessa.
10. Mas – A maior diferença.
11. Tenha – A maior segurança.

12. A Vida Eterna – A maior posse.

O Comportamento do Amor

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O COMPORTAMENTO DO AMOR
I Cor. 13:5-6
I – Como o Amor se. Conduz.
1. Conduta sempre decorosa. - I Cor. 13:5, pp.
a) O amor sempre é bondoso e cortês, sempre se comporta do
melhor modo possível, sempre anda nos caminhos da retidão e
das boas maneiras.
2. Comportamento exemplar de Davi, sob provocação. - Sal. 101:2;
1 Sam. 18:5, 14, 15, 28-30.
3. Conduta irrepreensível de Paulo. - I Tes. 2:10; I Tim. 3:2.
II – Desprendimento do Amor.

1. Não busca os seus interesse s. - I Cor. 13:5.
2. Há uma bênção em dar. - Atos 20:35; 1 Cor. 10:24; Fil. 2:3-4.
3. A grandeza do ministério. - João 6:38; Mar. 10:43-45.

III – A Tranqüilidade do Amor.
l. Não se irrita. - I Cor. 13:5.
2. Não se ofende. – Sal. 119:165.
3. Jesus orou pelos inimigos. - Luc. 23:34; I Pedro 2:21-23.
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IV – Amor à Justiça.
1. Não tem prazer no mal. - I Cor. 13:6.
2. Comparações insensatas. II Cor. 10:12; Luc. 18:10-11; Mat. 7:1-5.
3. Como tratar os inimigos. - Mat. 5:43-48;
a) Vereda de Cristo, pág, 172.

OS PENSAMENTOS DO AMOR

Fil. 4:8
I – As Saídas da Vida.
1. O amor não pensa no mal. - I Cor. 13:5, ú.p.
2. Do coração procedem as saídas da vida. - Prov. 4:23; 23:7.
a) Saídas - literalmente, "fontes". - O coração é uma fonte.
Os pensamentos constituem uma fonte, e fonte de caráter e
conduta. - Tiago 3:11.
3. Os maus pensamentos vêm do coração. - Mar. 7:20-23.

II – Maus Pensamentos.
1. Nos dias de Noé. - Gên. 6:5-12.

2. Nos dias de Ló. - Gên, 18:20; 19:12-13; Luc. 17:26-30.
3. Nos dias dos apóstolos. - Rom. 1:24-27.
4. Devem ser evitados pelos filhos de Deus. - Ef. 5:1-8; Col. 3:1-10.
III – O Amor Destrói toda a Má Suspeita.
1. As imaginações são más por natureza. - I Tim. 6:4-5; Gên. 8:21;
Rom. 1:21.
2. O conhecimento que Deus tem do coração. - I Crôn. 28:9.
3. A atitude do amor para com as faltas alheias. - Prov. 10:12; I Ped.
4:8; Sal. 32:1-2.
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IV – O Amor não Gera Temores.
1. Não andar cuidadosos. - Mat. 6:25-34.

2. Esquecer as lutas passadas. - Fil. 3:13-15.

A Humildade do Amor

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A HUMILDADE DO AMOR
Sal. 138:6
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,,Humildade vem de humus, "terra". A pessoa humilde não se exalta -
nivela-se com a terra.
I – O Pecado do Orgulho.
l. Não há orgulho no amor, - I Cor. 13:4 ú.p.
2. Deus condena a soberba. - I Sam. 2:3; Prov. 8:13.
3. Contraste entre o orgulho e a humildade. – Prov. 11:2; 16:8; S.
Luc, 14:11.
II – O Espírito Satânico.
1. A ambição de Lúcifer. – Is. 14:12-15.
2. O padrão da grandeza. – Mat. 18:1-4.

3. O orgulho contribui para os perigos dos últimos dias.
II Tim. 3:1-5.

III – O Espírito de Cristo.
l. Cristo, nosso exemplo de humildade. – Mat. 11:28-29; Fil. 2:5-9.
2. Consideremo-nos uns aos outros em humildade de espírito.
Fil. 2:2-4.
3. Paulo não se jactava. - II Cor. 10:1,13-18; 12:5, 6.
I
V – A Virtude da Mansidão.
1. O oitavo fruto do Espírito. - Gal. 5:22-23.
2. Virtudes quê acompanham a mansidão. - Ef. 4:2,3; Col. 3:12-13.
3. Onde Deus habita. - Is. 57:15; Sal. 37:29; 149:4.
4. A habitação dos mansos. - Mat. 5:5; Sal. 37:29; 149:4.
A PACIÊNCIA DO AMOR
Apoc. 14:12
I – A Paciência do Amor.
1. Tudo sofre. - I Cor, 13:7, pp.
2. A paciência de Cristo. - Is. 53:4-6; I Ped. 2:21-23.
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3. O domínio próprio de Cristo. – Is. 53:7; Mat. 26:62-63; 27:12-14;
Luc. 23:8-9.
4. Oração para o domínio das palavras. - Sal, 19:14; 141:3.
II – A Confiança do Amor.
1. Tudo crê. - I Cor. 13:7.
2. A base da confiança. – Mar. 11:22; Heb. 11:1.
3. A manifestação da confiança de Paulo. - II Cor. 7:16; Gál. 5:10;
Fil. 1:6.

III –A Esperança todo-abrangente do Amor.
l. Tudo espera. - I Cor. 13:7.
2. O exemplo de Abraão. – Rom. 14:18, 20-21.
3. A fonte da esperança. - Rom. 8:24-25; 15:4.
IV – A Tolerância do Amor.
1. Tudo suporta. - I Cor. 13:7, ú.p.
2. Propósito e resultado das provações. - Tiago 1:2-4; Mat. 24:13.
3. A tolerância dos remanescentes. - Apoc. 7:14; Apoc. 14:12.
O CRESCIMENTO DO AMOR
Efés. 4:15
I – Desenvolvimento Espiritual.
1. Crescimento na experiência espiritual. - I Cor. 13:8-11.
2. Exemplos de desenvolvimento espiritual. - I Sam. 2:26; Luc. 1:63
e 8.
3. Ação de graças pelo crescimento da fé e do amor. - II Tess. 1:3.
II – Onde Começa a Vida Espiritual.
1. "Necessário vos é nascer de novo". - João 3:1-7.
2. Crianças em Cristo. - I Cor. 3:1-3; Heb. 5:12-14.
3. Alimentados pela Palavra, - I Ped. 1:23; 2:1-2.
4. Simplicidade de criança. - Mat. 18:2-4.
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III – Atingir a Maturidade Espiritual.

1. Crescimento em graça. - II Ped. 3:18.
2. Ilustração do crescimento espiritual. - Sal. 92:12; Efés. 2:5, 10,
20-22.
3. Alvo máximo do desenvolvimento espiritual. - Efés. 4:11-15.
IV – Nossa Plenitude.
1. Vida mais abundante. - João 10:10.
2. Orar pela plenitude completa. - Col. 4:12.

3. Completa nÉle. - Col. 2:6-7, 9, 10.

O caráter do amor.

Posted by Missões de um Missionário no Brasil
O CARÁTER DO AMOR - Tiago 3:17
I – O Espírito de Longanimidade.
1. O amor é sofredor. - I Cor. 13:4 pp.
a) O amor é paciente e bondoso.

2. A longanimidade é um dos frutos do Espírito. - Gal. 5:22.
a) Longanimidade significa grandeza de ânimo. Disposição
natural do ânimo para suportar com serenidade e resignação as
contrariedades, insultos, vexames e ofensas, sem procurar
vingança ou retribuição.

3. Um atributo de Deus. - Ex. 34:6; Sal. 86:15.
4. Leva ao arrependimento. - Rom. 2:4.
II – O Espírito de Bondade.
1. O amor é benigno, paciente. - I Cor. 13:4; Gal. 5 :22.
2. A benignidade divina. - Sal. 17:7; 36:7; Jer. 31:3.
a) O espírito benévolo e gentil de Jacó. - Gên. 33:14.
3. Brandura, o segredo da grandeza. - II Sam. 22:36

III – O Amor não Inveja.

1. O amor não é invejoso. - I Cor. 13:4.
2. O efeito devastador da inveja. - Prov. 27:4.
3. Confronto entre a inveja e o amor. - Cant. 8:6-7.
a) A inveja é uma das mais satânicas características que podem
existir no coração humano.
b) A inveja é uma das obras da carne. - Gal. 5:19-21.

O Novo Mandamento do amor

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O MANDAMENTO DO AMOR
João 13:34
O novo mandamento era, desde o principio, a Lei fundamental das
relações humanas e se tornou novo ao ser exaltado na vida e na morte de
Cristo.
I – O Novo Mandamento.
1. "Como Eu vos amei a vós." - João 13:34.
2. O amor é implantado pelo Espírito Santo. - Rom, 5:5.
3. O supremo sacrifício do amor. - João 15:13; Rom. 5:6-10; I João
3:16.

II – O Novo Não Anula o Velho.
1. Cristo não mudou a lei. - Mat. 5 :17-20.

2. Ele engrandeceu a lei. - Is. 42:2.
3. Ele renovou um velho mandamento. - Lev. 19:17-18; João 13:34.
III – Interpretação Inspirada.
1. O velho e o novo mandamentos. - I João 2:7-8.
2. A mensagem que vem do princípio. - I João 3:11.
3. O ódio gera a morte. - I João 3:12, 15.
12
IV – Evidência do Discipulado.
1. Revelação a todos os homens. - João 13:34, 35.
a) Não é pela peculiaridade do vestuário, ortodoxia da crença,
austeridade de vida ou pelos ritos e cerimônias que os
seguidores de Cristo são reconhecidos. O amor é o emblema
de sua ordem, a bandeira de sua religião.
2. Testemunhas perante o mundo. - João 17:21-26.
3. Genuíno amor fraternal. – Rom. 12:9-10.
A SUPREMACIA DO AMOR
I Cor. 13:1
I – A Vida Transcendente.
l. Um caminho mais excelente. - I Cor. 12:31; 13:1.
2. O agente divino. - Gal. 5:22-23.
3. A voz do amor para a edificação. - I Cor. 13:1; 14:7-12.
II – O Amor Satura os Dons.
1. O elemento essencial nos dons espirituais. - I Cor. 13:2.
2. O dom supremo. - I Cor. 14:1-4.
3. O dom de profecia. - Amós 3:7.
4. A fonte e a importância do dom da sabedoria. – Prov. 4:7-9; 9:10;
Oséias 4:6.
5. O dom da fé. - Heb. 11:1-6.
6. A fé eficaz. - S. Mat, 17:14-21; Gal. 5:6.
III – A Supremacia do Amor.
1. Nas boas obras. - I Cor. 13:3 pp.; Mat. 6:1-4.
2. No martírio. - I Cor. 13:3 ú.p.
a) Este texto indica a possibilidade de sofrer martírio por motivos
menos dignos, como sejam o amor-próprio, o orgulho de
opinião, a insubordinação.
3. A suprema manifestação do amor. - João 15:12-13; Rom. 5:7-8

O poder do Amor

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O PODER DO AMOR
I João 3:16
I – O Amor em Ação.
1. O dom do amor de Deus. - João 3:16.
2. O poder impelente do amor. - II Cor. 5:14.
3. Ministério do amor, - Luc. 7:36-48.
II – O Amor que Gera Amor.
l. Suprema manifestação de amor. - I João 4:9, 10.
2. Perfeito amor. - I João 4:11-13.
3. A fonte do amor. - I João 4:16, 19.
III – Como é Possível Conhecer os Filhos de Deus.
l. Amam-se mutuamente. - I João 4:20-21.
2. Evidência da experiência cristã. - I João 3:14-15.
3. Os filhos de Deus. - I João 3:1-3.
IV – Deus Reprova o Arrefecimento do Amor.
1. Abandono do primeiro amor. - Apoc. 2:1-5.
2. Condição morna. - Apoc. 3:14-17.
3. O remédio. - Apoc. 3:18-22.

A LEI DO AMOR

Rom. 13:8
I – O Amor, Base da Obediência.
1. Obediência aceitável. - João 14:15, 21-24.
2. Evidências do amor. - I João 5:2-3.
3. A provisão do novo concerto. - Jer. 31:31-34; Heb. 8:6-12.
II – A Vida de Amor.
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1. Andar em amor. - I João 2:6; Ef. 5:1-2.
2. A profissão não basta. - Mat. 7:21-27.
3. Abundar em caridade. - I Tes. 3:12.
III – O Amor, Súmula da Lei.
l. Jesus dá a essência da lei. - Mat. 22:36-40.
2. O cumprimento da Lei. - Rom. 13:8-10.
3. "Ao teu próximo...". - Gal. 5:14.
IV – A Lei no Coração.
l. No "coração de Cristo. - Sal. 40:7-8.
2. A provisão do novo concerto. – Jer. 31:31-34; Heb. 8:6-12.
3. Cartas vivas. - Cor. 3:3, 17-18.
A REGRA DO AMOR
Mat. 7:12
Mateus (7:12) foi acertadamente chamado a "regra áurea".
Quanta alegria e paz o mundo conheceria se todos pusessem em
prática essa regra!

I – A Regra Áurea da Vida.
1. Como tratar os outros. – Mat. 7 :12.
2. O argueiro e a trave. - Mat. 7:1-5.
3. Inescusável julgar os outros. - Rom. 2:1-3.
II – Resignação na Vingança.
1. Odiados pelo mundo. - João 15:18-20.
2. Sofrem injustamente. - I Ped. 2:19-23.
3. Regozijam-se na sorte comum dos cristãos. - II Tim. 3:12; Mat.
5:10-12.
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III – Atitude para com os Inimigos.
1. Amai aos vossos inimigos. - Mat. 5:43-48.
2. A outra face. - Luc. 6:27-29.
3. Os filhos do Altíssimo. - Luc. 6:31-35.
IV – Nossa Posição no Juízo.
1. "Com a mesma medida". - Luc. 6:36-38.
2. Trabalho abnegado e o juízo. - Mat. 25:34-46.
3 . Nosso exemplo no sofrimento. - Is. 53:4-5; Heb. 12 : 2-3.

O caminho do amor

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O CAMINHO DO AMOR
I João 4:7-8
I – A Ambição Condenada e Recomendada.
l. Proibição no décimo mandamento, - Ex. 20:17; Rom. 7:7.
2. Maus companheiros da cobiça. - Ef. 5:3-5.
a) Essa espécie de ambição é um desejo egoísta, desordenado, de
possuir por qualquer preço o que pertence a outrem, ainda que
seja injusto e ilegal.
3. Coisas que devemos desejar. - I Cor. 12:31.
II – Os Dons do Espírito.
l. Como procurar os dons espirituais. - I Cor, 14:1.
2. Concessão dos dons espirituais. - Ef. 4:8, 11-15.
3. Propósito e duração dos dons espirituais. - I Cor. 1:6-8.
4. Diversidade dos dons e suas manifestações. - I Cor. 12:1, 4, 7-12,
14-25.

I
II – O Dom do Amor.

1. O "caminho ainda mais excelente". - I Cor. 12:31; 1 Cor. 13.
2. O fruto por excelência. - Gal. 5:22; Rom. 5:5.
3. A fonte do amor. - 1 João 4:7, 8, 16.
IV – O Amor Esfria nos Últimos Dias.
l. Multiplicação da iniqüidade. - Mat. 24 :9-12.
2. Motivo dos tempos perigosos. - II Tim. 3:1-5.
3. Miséria, perplexidade, temor. - Luc. 21:25-27.
4. O amor, antídoto do medo. - I João 4:17-18.

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2014 O Ano da colheita TOMA POSE “Eis que te farei frutificar e multiplicar, e tornar- te -ei uma multidão de povos, porque o senhor teu Deus te há de abençoar em toda a tua colheita, e em todo o trabalho das tuas mãos; por isso certamente te alegraras. ’ (Gênesis 48:4a, Deuteronômio 16:15b)  

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