Posted by : FrTutorial no Brasil quarta-feira, 14 de março de 2018



Quem realmente pode batizar uma pessoa ? 


O BATISMO, ENTÃO PODE SER ADMINISTRADO SOMENTE POR AQUELES A QUEM A IGREJA AUTORIZA.

Sem dúvidas que a Igreja como um todo, não pode batizar; ela deve realizar a ordenança por meio daqueles a quem ela autoriza, tanto como Jesus batizou por meio dos apóstolos (João 4: 1,2).
Isto levanta duas questões, que consideremos agora; a saber:
(1) Pode a Igreja autorizar qualquer um de seus membros a realizar a ordenança do batismo?
Para fazer o alcance desta pergunta mais claro, podemos apresentá-la como segue: a realização do batismo esta limitada ao ministério, ou pode um leigo oficiar?

O Novo testamento não é tão claro neste ponto como noutros, mas o peso da evidência é em favor da administração do batismo como uma função peculiar do ministério. Filipe foi primeiro um diácono e então um pregador. A tradição tem que Ananias, que batizou Paulo, foi mais tarde Biso de Damasco. A verisimilitude é que ele já era um ancião quando batizou Paulo. Em todos os outros casos de batismo está evidente que foi administrado por um ancião.
(2) Deveria ser considerada a ordenação como conferindo ao ministério autoridade para batizar sem outra ação por parte da Igreja?

Os apóstolos que tiveram de Cristo sua comissão, e outros, tais como Felipe e Ananias, que estiveram intimamente associados aos apóstolos em alguns casos, pelo menos, autorizados diretamente pelo Espírito Santo, batizaram crentes sem terem o juízo da Igreja sobre o assunto. Tal foi necessário no tempo quando as Igrejas foram poucas e vagarosas e difíceis às viagens. Foi parte do regime indicador do cristianismo. Mas a regra permanente é que o batismo põe alguém no corpo de Cristo, a Igreja; e, desde que a Igreja é uma democracia e está responsável a Deus pela fiel execução da grande comissão, ela, devêra, quando possível e de todo praticável, opinar sobre cada candidato ao batismo.

(3) Devêra um pregador, indo a um campo abandonado, ser autorizado a batizar crentes sem outra ação por parte de qualquer Igreja?
















Respondemos que isto deveria ser feito só quando absolutamente necessário, como quando um missionário vai para um campo estrangeiro onde não há verdadeira igreja acessível. Onde tudo é praticável, os candidatos ao batismo deveriam ser levados a uma igreja visinha em que possam pedir o batismo. Nalguns casos pode ser achado conveniente à igreja enviar um grupo de membros seus ao lugar onde os candidatos estão, para recebê-los. Onde nenhum desses planos é fatível, os candidatos podem ser movidos a fazerem pedido de batismo por escrito às mãos de alguma Igreja. Em todo caso as igrejas deveriam seguir o curso que estiver no máximo de harmonia com a democracia da Igreja e o que for mais seguro em principio.

II. O CANDIDATO

Quais são as qualificações, se alguma, devem ser possuídas pelo candidato antes de o batismo ser devidamente administrado? A posição de alguns é que a única qualificação requerida de adultos é "um desejo de fugir da ira vindoura e salvar-se de seus pecados" (Wesley) (*). Outros ensinam que uma simples fé intelectual na deidade de Jesus Cristo qualifica alguém para o batismo, sustentando também que o batismo tem eficácia salvadora. Para uma discussão das passagens em que se baseiam para ensinar que a fé evangélica é uma simples crença intelectual que Jesus Cristo é o filho de Deus, vide o capítulo sobre arrependimento e fé. É também sustentado por alguns que as criancinhas dos crentes podem adequadamente receber o batismo.


Mas, que dizem as escrituras? As escrituras são claras e iniludíveis no seu ensino que:

1. A FÉ SALVADORA PESSOAL É UM PRÉ-REQUISITO DO BATISMO.

A fé salvadora é confiança e firmeza em Jesus Cristo como salvador pessoal todo-suficiente de alguém. Para mais discussão vide o capítulo supra referido.
(1) Não há nas escrituras indicação alguma de qualquer pessoa que alguma vez foi batizado sem fé.
A. Onde se dão as minúcias, aí está claramente indicada à fé dos batizandos.
Para casos destes, vide Atos 2:41; 8:12-37; 18:8; 19:4. Duas destas passagens (Atos 8:37 e 19:4) bastam para mostrar que a conexão de fé com batismo nestas mesmas não é incidental nem acidental. Em Atos 8:37 temos a declaração virtual de Filipe que o Eunuco não podia ser batizado, salvo se cresse. Em Atos 19:4 está claro que Paulo batizou os doze homens porque não tinham compreendido corretamente a pregação de João Batista, de fé no Messias vindouro (pregação imperfeitamente transmitida por Apolos a eles, quiçá), logo, não tinham crido, a assim tornaram inválidos o seu primeiro batismo.

B. Noutras passagens onde os pormenores não estão feitos explícitos, está subentendida a fé dos batizandos.
Vide Mat. 3:1,2,6; Mat. 28:19; Marcos 16:16; João 4:1; Atos 9:17-18; 10:47; 16:30-33. João pregou o arrependimento e exigiu frutos dignos do arrependimento daqueles que ele batizou. E o arrependimento e a fé são graças sincrônicas, inseparáveis. Na grande comissão Jesus engatou fé com batismo (Marcos 16:16) e colocou discipular antes de os batizar (Mat. 28:19). A versão Revista Inglesa retamente traduz esta passagem para que se leia: "Fazei discípulos de dotas as nações", em vez de "ensinai todas as nações"; porque a palavra traduzida "ensinando" no verso seguinte é diferente da palavra no verso 19, que esta traduzida por "ensinai" na versão comum. 

Que os discípulos não se fazem por batismo está evidente em João 4:1, que indica que tanto João como Jesus "fizeram e batizaram discípulos". Em o Novo Testamento os discípulos foram primeiro feitos e então batizados e a versão da grande comissão por Marcos mostra que os discípulos foram feitos por meio da pregação do evangelho e fé nele. O alegado batismo de criancinhas irresponsáveis no caso do batismo de família será tratado quando viermos a falar do batismo infantil.

(2) O Simbolismo da Ordenança Exige fé por parte do batizando.
O simbolismo do batismo está claramente estabelecido em Rom. 6:2-5 e Col2:12. ele significa nossa morte para o pecado e ressurreição para andarmos em novidade de vida. Semelhante experiência só pode vir por intermédio da fé. A passagem de Colossenses nos informa que ela vem "pela fé no poder de Deus" (*) .

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