1. A
raiva é uma emoção violenta de caráter penoso, geralmente caracterizada na
Bíblia como um grave pecado (Mateus 5.22; Efésios 4.31; Colossenses 3.8), ainda
que algumas vezes é ocasionada por um justo motivo (Efésios 4.26). Neste caso,
o apóstolo Paulo adverte sobre o perigo de passar-se facilmente para o injusto
e pecaminoso.
A
raiva (ou ira) é uma obra da carne (Gálatas 5.19-20), um impulso, ou hábito, procedente
da velha maneira de viver (Colossenses 3.5-9), da qual devemos despojar-nos.
“Toda
a amargura. E ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmia e toda a malícia sejam
tiradas de entre vós”. Ef. 4:31
2. A IRA É DANINHA E PECAMINOSA.
Gera
contendas, ofensas, gritarias, blasfêmias, pleitos, inimizades, homicídios
(Efésios 4.31;
Colossenses 3.8; Tiago 3.13,18; Salmo 37.8; Eclesiastes 7.9). É
o pecado que atenta contra o amor ao próximo (I Coríntios 13.5; Provérbios
22.24-25). Cristo denuncia a ira como um pecado grave e digno de juízo (Mateus
5.21-25).
3.
COMO LIVRAR-NOS DA IRA.
a)
Devemos nos despojar do velho homem com seus feitos e revestir-nos do novo (Colossenses
3.8-15).
b)
Devemos fazer morrer, pelo Espírito, as obras da carne (Colossenses 3.5;
Romanos 8.13).
c)
Cada vez que incorremos neste pecado devemos confessá-lo sem deixar passar o
tempo (Efésios 4.26-27; I João 1.9; 2.9).
d)
Devemos reconciliar-nos com as pessoas afetadas e com Deus (Mateus 5.22-26). De
outro modo a nossa comunhão fica prejudicada (I Timóteo 2.8; I Pedro 3.7).
a) O
fruto do Espírito é o amor, paz, paciência, etc (Gálatas 5.22-23).
b) O
Espírito Santo opera em nossas vidas transformando nosso caráter a fim de que
sejamos semelhantes a Cristo (II Coríntios 3.18). Ele nos faz pacientes,
amáveis (II Timóteo 2.24), mansos (I Timóteo 3.3).
c)
Devemos reagir com amor frente a injustiças (I Pedro 3.8-18).
Ajuda
para desenvolver a lição:
Gl.
5:22,23. O Espírito Santo opera em nossas vidas transformando nosso caráter a
fim de que sejamos semelhantes a Cristo ( 2 Co. 3:18). Ele nos faz pacientes,
amáveis ( 2Tm. 2:24), temperados, mansos, benignos e gentis (1 Tm. 3:3).
Devemos reagir com amor frente a injustiças.
SUGESTÕES:
1.
Ouça um louvor (DVD, CD...) (Obs. CD de louvor na Livraria da Igreja procure tarde da bença )
2.
Oração Inicial orem jejuem.
4.
Encerrar estimulando os presentes a decorar o texto-chave, em seguida faça uma
oração agradecendo a Deus por cada vida presente.
(Obs.
Pesquisa realizada na Revista Fundamentos para fé e obediência. Vl. II).
O MATERIALISMO,A AVAREZA
Por materialismo aqui nos referimos ao uso corrente do termo no meio cristão, ou seja, uma desmedida preocupação pelos bens materiais, sua posse e aquisição, supondo que isso é o essencial da vida em detrimento da vida espiritual. Também atenta contra um sentido cristão de justiça social.
A mesma conotação é encontrada nas palavras avareza e cobiça. A atitude materialista, ávara ou cobiçosa é condenada energicamente pela Palavra de Deus. Marcos 7.20-23; Lucas 12.15; Romanos 1.29; Efésios 5.3; Colossenses 3.5; I Timóteo 6.6-10; Hebreus 13.5; II Coríntios 8.9.
1. O HOMEM SE TORNA MATERIALISTA AO CRER EM TRÊS
MENTIRAS:
Cada pessoa é dona do que possui;
A vida do homem consiste na abundância de bens que possui;
O homem pode dispor a seu modo do que possui, seja isto adquirido por herança, trabalho,
capacidade, vivacidade, engano ao próximo etc. Essas mentiras são do diabo, o pai da mentira, e têm colocado o homem no caminho da cobiça e da avareza. O homem está adormecido, não tem consciência desses pecados uma vez que creu nessas mentiras.
2. A AVAREZA DESTRÓI O HOMEM.
A avareza é filha do egoísmo. É idolatria (Colossenses 3.5; Efésios 5.5; Mateus 6.24) e o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males: mentiras, enganos, subornos, injustiças, roubos, rixas, inimizades (I Timóteo 6.6-10). A cobiça é o desejo desordenado de possuir coisas e riquezas com o fim de satisfazer as exigências egoísticas da vida (Mateus 13.22).
Os avarentos não podem herdar o reino de Deus (I Coríntios 6.10). A publicidade e a propaganda comercial apelam constantemente e exploram a cobiça do coração do homem (I João 2.16-17). Resumindo, especificamente, podemos dizer que a avareza:
Impede o homem de usar tranqüilamente, com liberdade e com alegria, os bens que possui (Eclesiastes 1.3-10).
Faz o homem duro e insensível para com os seus semelhantes (I Samuel 25.10-11; Neemias 5.1-12).
Converte o homem em escravo do dinheiro (Mateus 6.24; Lucas 16.13).
Faz o homem cair em idolatria (Efésios 5.5).
Atormenta o homem com desejos insaciáveis de aumentar suas riquezas.
Faz o homem suscetível aos subornos na administração da justiça (Êxodo 18.21; Salmo 15.5)
Leva o homem a trair os seus e a oprimir aos débeis (Provérbios 30.14);
Leva o homem a reter ou atrasar os pagamentos de seus assalariados (Tiago 5.1-5). Nas listas de pecados que se acham no Novo Testamento, primeiro aparecem os que dizem respeito ao sexo e em segundo lugar a avareza. Paulo os põe no mesmo nível de idolatria (Colossenses 3.5). Por tudo isso Deus reprova os ávaros: ver os casos de Acã (Josué 7); Nabal (I Samuel 25); Giazi (II Reis 5.20-27); Judas (João 12.6; Mateus 26.14-16); Ananias e Safira
(Atos 5.1-11). A palavra de Deus nos orienta respondendo com clareza as três mentiras básicas citadas anteriormente:
3 a. resposta - Jesus é o dono e Senhor de tudo o que possuímos (Filipenses 2.11; Atos 4.32; Lucas 14.33).
4a. resposta - A vida do homem não consiste na abundância dos bens que possui (Mateus 4.4; Lucas 12.15).
5a. resposta - É melhor dar que receber (Atos 20.35). Podemos dizer que a vontade de Deus é:
a) que trabalhemos (II Tessalonicenses 3.6-15).
b) que prosperemos (III João 2).
c) honradamente (I Timóteo 3.3; I Tessalonicenses 4.11,12)
d) não p/ acumular tesouros sobre a terra (Mateus 6.19-21; Lucas 12.32,34)
e) mas para termos o necessário (I Timóteo 6.6-10; I Tessalonicenses 4.11-12)
f) e para termos com o que ajudar os necessitados (Efésios 4.28; I Timóteo 6.17; I Coríntios 16.1-2; Atos 20.35)
g) nunca pondo os nossos interesses acima do reino de Deus (Mateus 6.19-34).
Ele
era homem; 100% humano.
Leia
os relatos de seus próprios discípulos e confirme esta verdade:
1.
Sua vida natural mostra sua condição humana
a) Ele está nas listas das genealogias
humanas – Mateus 1.1-16; Lucas 3.23-38.
b) Seu nascimento foi normal e humano –
Mateus 1.25; Lucas 2.7; Gálatas 4.4.
c) Seu crescimento e desenvolvimento foram
aparentemente normais – Lucas 2.40-52; Hebreus 5.8.
d) Ele esteve sujeito às limitações físicas
normais de um ser humano:
- Cansaço – João 4.6
- Fome – Mateus 21.18
- Sede – Mateus 11.19
e) Sofreu intensa agonia de alma e corpo
antes da morte física – Marcos 14.33-36; Lucas 22.63; Lucas 23.33.
f) Experimentou todas as categorias de
emoções humanas:
- Tristeza – Mateus 26.37
- Amor – João 11.5
- Compaixão – Mateus 9.36
- Surpresa – Lucas 7.9
- Ira – Marcos 3.5
g) Padeceu e morreu nas mãos dos homens –
Lucas 24.44; João 19.33.
2.
Sua vida religiosa mostra sua condição humana
a) Jesus Cristo participou da adoração
pública – Lucas 4.16.
b) Estudou, meditou e explicou as
Escrituras – Mateus 4.4ss; Mateus 19.4; Lucas 2.46; Lucas 24.47.
c) Orava publicamente – Lucas 3.21.
d) Orava individualmente (às vezes, a noite
toda) – Lucas 6.12.
e) Foi submisso a Deus e era totalmente
dependente dele – João 6.38; João 12.49.
3.
Seu conhecimento limitado mostra sua condição humana
Embora Cristo fosse incomparavelmente superior
aos homens no seu conhecimento (João 1.47; João 4.29; Lucas 6.8; Lucas 9.47) e
compreendesse a Escritura do Antigo Testamento de maneira singular (Mateus
22.29; Mateus 26.54-56; Lucas 4.21ss; Lucas 24.27; Lucas 24.44ss), contudo, o
conhecimento de Cristo mostrava-se de alguma forma limitado (Marcos 5.30ss;
Marcos 6.38; Marcos 9.21; Lucas 2.46; Marcos 13.32).
4.
Suas tentações mostram sua condição humana
Em Hebreus 4.15 está escrito que Cristo foi
tentado como nós em todas as coisas, mas nunca pecou.
Neste ponto podem surgir duas objeções:
a) As tentações de Cristo não foram reais,
porque ele não tinha natureza pecaminosa como nós. A resposta a esta objeção é
que os puros também sofrem tentações, assim como Adão e os anjos, antes da
queda.
b) Cristo não podia pecar, dada a sua
natureza sem pecado. Respondemos que é preciso considerar
a intensidade das
tentações. Em nosso caso, Deus filtra as tentações antes que elas cheguem até
nós (I Coríntios 10.13). Qual seria a medida da intensidade da tentação que
Deus permitiu a Jesus? (Mateus 4.4ss; Lucas 22.44). O fato de ele ser tentado
como nós revela que Cristo tinha a nossa natureza.
É preciso ressaltar que Jesus Cristo,
embora humano, estava livre da depravação moral provocada pela queda (Hebreus
4.15; Hebreus 7.26; II Coríntios 5.21) e de qualquer transgressão pessoal. Ele
foi um ser humano sui generis, quer dizer, único no gênero.
No entanto, segundo a Bíblia, não pode
haver dúvida de que Cristo era de natureza humana, como nós, mas, com a
diferença que ele não tinha a natureza corrupta que nós temos, nem praticou
qualquer pecado em toda a sua vida.
O Batismo Cerimonial Nas Àguas
sábado, 14 de setembro de 2013
Posted by Francisco Souza
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Estudo Biblico
O Batismo Cerimonial Nas Àguas
SEU SIGNIFICADO
O Batismo Cerimonial “É uma manifestação externa de uma graça interna.” É o testemunho público da fé que a pessoa tem no Senhor Jesus Cristo. O crente está confirmando publicamente seu compromisso com Deus e com a Igreja.
SEU SIMBOLISMO
O Batismo Cerimonial com água simboliza a ação purificadora do sangue de Jesus Cristo na vida do salvo, ou ainda, o lavar regenerador e renovador produzido pelo Espírito Santo no pecador perdido no ato da conversão. Veja Hb 9.13,14; Tt 3.5,6; 1 Pe 1.2; Ez 36.25.
A SUA OBRIGATORIEDADE
O Batismo Cerimonial é obrigatório porque é uma ordenança deixada por Jesus à Sua Igreja. “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. (Mt 28.19). Veja ainda: At 2.38; 8.36-38; 10.47,48. EM QUE NOME DEVE SER REALIZADO? O Batismo Cerimonial deve ser realizado em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, isto é, em nome da Santíssima Trindade, conforme o ensino de nosso Senhor Jesus Cristo encontrado em Mateus 28.19,20.
POR QUEM DEVE SERADMINISTRADO?
O batismo cerimonial deve ser administrado por um Ministro Evangélico, devidamente credenciado. Lembremo-nos que a ordem de batizar aos que cressem foi dada aos Apóstolos, ministros devidamente credenciados pelo Senhor Jesus para pregarem o Evangelho e realizarem atos pastorais. (Mt 28.19; At 2.38; 8.38; 16.33; 1 Co 1.14,16).
QUEM DEVE SER BATIZADO?
O batismo deve ser administrado naquelas pessoas que crêem no Senhor Jesus Cristo como único e suficiente Salvador. “... Eis aqui água; que impede que eu seja batizado? E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus... e Filipe o batizou”. (At 8.36). Veja ainda, o caso do carcereiro que foi batizado após aceitar Jesus como Salvador pessoal. (At 16.30-33). Veja ainda At 8.12,13.
QUANDO DEVE SERADMINISTRADO O BATISMO?
O Batismo deve ser administrado nos que crêem, após uma pública profissão de fé. “... E, respondendo ele (o eunuco), disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus... e (Filipe) o batizou”.(At 8.37,38). Veja ainda: Atos 16.30-33. Para minimizar o problema de batizar uma pessoa que não seja convertida, manda o bom senso e a prudência que os candidatos ao batismo freqüentem uma classe onde seja ministrado um curso de preparação para o batismo. Logo após esse curso, o candidato deverá ser examinado pelos oficiais da Igreja e o seu nome submetido a apreciação da Igreja reunida em assembléia. Cumpridas essas formalidades, desde que sejam satisfatórias, o candidato está apto para ser batizado por um Pastor evangélico.
SUA FINALIDADE
O batismo Cerimonial tem as seguintes finalidades: a) Obedecer a uma ordem deixada por Jesus; b) Testemunhar publicamente da nova vida do salvo; c) Unir o crente a Igreja local e visível. O Batismo Cerimonial une o crente a Igreja visível e local, habilitando-o a participar da Ceia Memorial, bem como, atribuindo-lhe os direitos e as responsabilidades inerentes a esta união. (Mt 28.19,20; At 2.41).
SUAS LIMITAÇÕES
O Batismo Cerimonial não salva nem complementa nada na salvação de alguém, isto quer dizer que ele não tem poder salvífico. A salvação é uma dádiva de Deus recebida unicamente pela fé em Jesus Cristo. (Ef 2.8; Rm 1.16,17; At 16.31). O Batismo também não fará o crente mais santificado, nem mais forte, nem mais abençoado. (Lc 23.42,43). Então, perguntaria alguém, por que batizar se o batismo não tem virtude salvadora nem santificadora? A resposta a esta pergunta é simples: Batizamos as pessoas porque Jesus mandou que os que cressem nEle fossem batizados (Mt 28.18,20).
As Reuniões da Igreja
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Posted by Francisco Souza
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Estudo Biblico
As Reuniões da Igreja
AS REUNIÕES DA IGREJA Depois que ressoa bem forte em nossas mentes o testemunho de Jesus obreiro, vemos que nossa obra não se baseia em reuniões e sim em relacionamentos; pela graça e bondade de Deus, hoje podemos ver que Jesus nunca foi um “massificador”, e sim um “relacionador”. Ele é o nosso modelo e queremos continuar debaixo de seus princípios. Porém quando temos um entendimento claro dessas verdades e elas começam a ser praticadas em nossa congregação, vemos que é maravilhoso nos reunirmos para juntos compartilharmos o que Jesus tem feito em nós. Antes, porém, de prosseguirmos, vamos ver algumas coisas importantes.
2.
AS REUNIÕES NÃO SÃO PARA:
a)
Centralizar a edificação da Igreja. Isso é feito nas juntas e ligamentos.
Efésios 4:15,16
b)
Fazer discípulos. Isso é feito nas ruas. Atos 5:11-16,21 (templo se refere ao
pórtico que era um lugar ao ar livre onde o povo comum transitava)
c)
Manifestar o brilhantismo de alguns poucos pregadores. Todos devem ter algo da
parte do Senhor. I Coríntios 14:26
3.
OS TIPOS DE REUNIÕES SÃO:
a)
Igreja nas Casas. Nessa o objetivo é o desenvolvimento e a supervisão do
serviço dosantos . Atos 2:46; Romanos 16:10,14,15; I Coríntios 16:15,19;
Colossenses 4:15.
b)
Congregacionais. Nessa reunião ocorre a celebração. É nessa que vamos nos deter
um pouco. I Coríntios 14:23.
4. A
REUNIÃO CONGREGACIONAL
Que
fazer, pois, irmãos? Quando vos congregais, cada um de vós tem salmo, tem
doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para
edificação.
I
Coríntios 14:26 Se, pois, toda a igreja se reunir num mesmo lugar, I Coríntios
14:23.
5.
ACUMULANDO “TER” NOS DIAS NORMAIS
O
suprimento abundante nas reuniões não vem na hora da reunião, mas exatamente em
nossa própria casa. Aquilo que tenho enquanto estou em casa, terei na reunião.
O que não tenho enquanto estou em casa não terei na reunião. O “ter” referido
aqui não é devido a inclinações pessoais, nem é produto de pensamentos próprios
ou de impulsos emocionais do momento. É aquilo que recebemos diariamente pela
vida íntima com o Senhor dentro de nós, andando no
Espírito,
enchendo-se do Espírito. Devemos ter o coração cheio da Palavra de Deus para
que possamos exercer nosso sacerdócio na reunião de maneira efetiva. Cada um
supre a necessidade da Igreja com o que tem, não com o que não tem. Por
exemplo, hoje você tem algumas frases que considera preciosa e durante a semana
elas sempre te encorajam. Isso você “tem” e pode dar a algum irmão durante o
encontro.
6. A
DIREÇÃO DO ESPÍRITO NA REUNIÃO.
Devemos
estar atentos para não nos encontrarmos “travando” a direção do Espírito.
Quando há um pequeno silêncio durante a reunião temos a tendência de querer fazer
alguma coisa para preencher o “vazio”. A dependência de Deus também deve se
manifestar nas reuniões. Não podemos fazer aquilo que Deus não mandou e nem
deixar de fazer o que Deus nos mandar.
7.
ASPECTOS PRÁTICOS DE NOSSA ATITUDE NA REUNIÃO.
a)
Entender que a reunião começa quando eu chego. Não devemos apenas cumprimentar
os irmãos, devemos já começar a ministrar, contar testemunhos uns para os
outros, etc.
b)
Tem que haver um encargo pelo encontro. Não podemos ir “secos” para o encontro,
se porém estivermos assim, devemos ir até um irmão ou grupo de irmãos e pedir
que orem juntamente conosco.
c)
Devemos ensinar os discípulos a participarem ativamente da reunião. Se vermos
algum sentado, ir até ele e encorajá-lo a ir orar com algum irmão.
d)
Devemos nos despir de toda malícia. Esse é um tempo em que nos abraçamos,
ministramos um ao outro, profetizamos. Devemos fugir de uma atitude fria em que
se evita até chegar perto um do outro, principalmente irmãos e irmãs. Muitas
vezes isso é fruto de malícia. O bom senso determina onde há exagero.
A Ceia Do Senhor
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Posted by Francisco Souza
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Estudo Biblico
A CEIA DO SENHOR
Esse item é de demasiada importância para que possamos ter uma visão clara da nossa relação prática no Corpo. Primeiramente vamos ver como essa ordenança foi encarada pela Igreja. Quando a Igreja ficou se enamorando com a filosofia, vários pensadores na Igreja surgiram.
Esses
mesmos pensadores não se contentavam com a simplicidade da Palavra de Deus e começaram
a formular doutrinas muito complicadas e estranhas, dentre elas a doutrina chamada
transubstanciação. Segundo essa doutrina, que foi assimilada pelo catolicismo,
os elementos (pão e vinho) se transformam literalmente no corpo e sangue de
Cristo, querendo afirmar que quando isso ocorre há uma repetição do sacrifício
de Cristo. Por outro lado, durante a reforma, Martinho Lutero trouxe um
equilíbrio a toda essa questão com a chamada doutrina da consubstanciação.
Segundo ele a presença de Jesus está nos elementos mas não há transformação
física dos elementos.
Com o tempo as denominações evangélicas deixaram até de
crer que Jesus se faz presente nos elementos, dando à ceia um lugar de simples
símbolo.
Quando o homem sai da simplicidade ele percorre um longo caminho para
entender o que é simples. Vamos ler alguns versículos. Enquanto comiam, Jesus
tomou o pão e, abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai,
comei; isto é o meu corpo. E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo:
Bebei dele todos; pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é
derramado por muitos para remissão dos pecados. Mateus 26:24-26 Disse-lhes
Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem,
e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós mesmos.
Quem come a minha carne
e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Porque
a minha carne verdadeiramente é comida, e o meu sangue verdadeiramente é
bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.
João 6:53-56 Jesus não está formulando uma doutrina teológica, porém está
falando de algo vivo para a Igreja. Cremos que a presença de Jesus está nos
elementos, quando participamos com um coração de fé e submissão ao Senhor,
porém não cremos que os elementos se transformam fisicamente. Agora nos resta
responder 4 perguntas básicas que pretendemos, de maneira objetiva, esclarecer:
QUEM DEVE
CELEBRÁ-LA?
A
Igreja : Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o
povo adquirido, para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das
trevas para a sua maravilhosa luz; I Pedro 2:9 Em nenhuma parte do novo
testamento diz que só um pastor , ou diácono podem partir o pão. Todos os
discípulos são sacerdotes, todos tem acesso direto ao Pai, em nome de Jesus
Cristo.
QUANDO
E ONDE CELEBRAR?
Sempre
que a Igreja se encontrar (entende-se que dois ou três são Igreja). ...e
perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas
orações. Em cada alma havia temor, e muitos prodígios e sinais eram feitos
pelos apóstolos. Atos 2:42,43
E,
perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam
com alegria e singeleza de coração, Atos 2:46 Veja que isso é feito nas casas.
Paulo fala em I Coríntios 11 de “um mesmo lugar” que também deve ser a casa de
algum irmão. Não há menção de ser feita nas ruas ou praças, indicando ser algo
reservado para discípulos.
COMOCELEBRAR?
a)
Examinando-se. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba
do cálice. I Coríntios 11:28 Devemos estar com a nossa vida na luz, sem pecados
encobertos: ...mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão
uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado. I
João 1:7
b)
Comer com alegria. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo
o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração. Atos 2:46
c)
Todos juntos, esperando uns pelos outros. Portanto, meus irmãos, quando vos
ajuntais para comer, esperai uns pelos outros. I Coríntios 11:33
d)
Sabendo que não é uma simples refeição. ...porque quando comeis, cada um toma
antes de outrem a sua própria ceia; e assim um fica com fome e outro se
embriaga. Não tendes porventura casas onde comer e beber? Ou desprezais a
igreja de Deus, e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei?
isto não vos louvo. I Coríntios 11:21,22
O
QUEACEIA PRODUZ EM NÓS?
a)
Vida. Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a
carne do Filho do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis vida em vós
mesmos. João 6:53
b) A
lembrança viva do sacrifício de Jesus por nós. Porque todas as vezes que
comerdes deste pão e beberdes do cálice estareis anunciando a morte do Senhor,
até que ele venha. I Coríntios 11:26
c)
Intimidade e comunhão com os irmãos. Quando ceamos juntos temos a oportunidade
de ministrar uns aos outros, confessar pecados e profetizar. Isso traz uma
maior aproximação entre os irmãos.
OUTRAS
CONSIDERAÇÕES
Quando no ato da ceia nos e
xaminamos e contemplamos pecado em nós devemos confessá-lo
e não deixar de participar da ceia
Temos que ver o real valor que o Senhor dá a ceia. Temos a tendência de não
darmos valor aos símbolos porque Deus na maioria das vezes não dá realmente
nenhum valor. Porém devemos dar valor aos símbolos que Ele valoriza (o batismo,
a vara, o óleo, pão, vinho). Portanto devemos pedir
que o Senhor nos abra os
olhos sobre esse tremendo assunto.
A
disciplina na congregação ajuda a sanear a Igreja para que também não ocorram
graves problemas resultantes de se tomar a ceia descuidadamente. Porque quem
come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo
do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e enfermos, e muitos que dormem.
I Coríntios 11:29,30
Dízimos O que é dizimo?
O conceito é simples: decima parte ou 10 %
Consiste em devolvermos ao Senhor a decima parte (ou seja 10 %) de tudo que ele nos dá. Por que Deus quer 10 por cento? 1) Porque Ele é misericordioso e bom. • De quem é todo ouro, toda prata e todo dinheiro? (do Senhor) • De que é o mundo e tudo que nele há? (do Senhor)
Nós plantamos, colhemos, trabalhamos, recebemos, vivemos e respiramos no mundo que é do Senhor. E ele só pede em troca 10 % do que recebemos. Ex.: arrendamento de terras (1/3 ou 1/2 para o dono da terra)
2) Quer produzir em nós fé e obediência Deus não precisa de dinheiro. Ele não precisa do nosso dinheiro.
Mas quer que sejamos fiéis e obedientes, desprendidos do dinheiro e atentos as necessidades uns dos outros. Para isso precisamos ter fé que Ele cuida de nós, depender Dele para nosso sustento. Precisamos saber que nosso sustento vem do Senhor e não do salário.
O que diz a bíblia? Dt 14:22 "Certamente darás os dízimos de todo o produto da tua semente que cada ano se recolher do campo." Lv 27:30 "Também todos os dízimos da terra, quer dos cereais, quer do fruto das árvores, pertencem ao senhor; santos são ao Senhor."
O dízimo pertence ao Senhor , é propriedade dele. Não nossa. (Este é um conceito fundamental.) O
dízimo não é parte da nossa renda que damos ao Senhor. São os 10% pertencentes a Deus dentre tudo que Ele nos dá. ( É Dele ).
Nós não damos o dízimo, nos devolvemos o dízimo ao Senhor. (é propriedade dele) Por isso não devemos retirar do que sobra e sim das primícias da nossa renda. Pv 3:9 Muitas pessoas que não devolvem o dízimo e retém para si, ou usam o dinheiro do dizimo para outras coisas, estão usando dinheiro do Senhor e não seu. (Estão sendo infiéis e desobedientes) Ex.: Este conceito estava presente estava presente desde a criação o mundo, no jardim do Éden (Adão , Eva e a Árvore). Desobedecendo este principio eles trouxeram problemas para si e para toda humanidade.
Dar o dízimo é uma questão de fidelidade e obediência ao Senhor.Quando não somos fiéis no dízimo e usamos o dinheiro que é do Senhor para outras coisas, estamos roubando a Deus. Ml 3:8-9 "Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas. Vós sois amaldiçoados com a maldição; porque a mim me roubais, sim, vós, esta nação toda." Quando não damos o dízimo trazemos maldição para nós mesmos.
Às vezes a pessoa não dá o dízimo e acaba gastando mais com farmácia. Não dá porque nunca sobra. (mas não é para dar a sobra) Não dá porque está sempre em dificuldade financeira. (mas se continuar a roubar a Deus vai continuar assim) Não estou dizendo que toda dificuldade financeira é proveniente da retenção do dízimo, ou que o dízimo é uma fórmula mágica para reverter qualquer crise financeira. Mas existe um princípio de fé e obediência por traz do dízimo que se seguirmos seremos abençoados. Ml 3:10-11 "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos advenha a maior abastança. Também por amor de vós reprovarei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem a vossa vide no campo lançará o seu fruto antes do tempo, diz o Senhor dos exércitos." Sempre que obedecemos um princípio de Deus nós somos abençoados; e nesse caso não é diferente. O Senhor diz que: • Abrirá as janelas do céu. • Repreenderá o devorador • Fará nossa terra dar frutos.
Isto é conseqüência de fé e obediência. Este texto também nos mostra para quem devemos entregar os dízimos O texto diz "minha casa" Qual é a casa de Deus?
A Igreja.
Casa do tesouro (Cristo é o tesouro)
Nós devolvemos os dízimos à Igreja, ou mais especificamente, aos homens que Deus colocou para governar a Igreja. Não vamos entrar aqui na questão de como os dízimos são aplicados. Mas vemos no V.T. que ele tinha uma finalidade específica: Era para sustento dos LEVITAS: Povo que cuidava da casa de Deus. Dt 26:12 Nm 18:21
Quando o povo de Israel chegou à terra prometida, foi feita uma divisão da terra entre as tribos de Israel. Os levitas não receberam nenhuma parte. Deus os separou para si. Eles só trabalhariam para o Senhor e o próprio Senhor cuidaria deles.
Por isso Deus reverteu os dízimos para eles. O povo de Israel é uma figura da Igreja; e os levitas representam as pessoas que servem na casa de Deus, ou seja, os presbíteros e diáconos que governam e administram a igreja. Vemos então que o dinheiro do dízimo não é para construção de templos, aquisição de bens para a igreja, reformas, campanhas, etc. Este dinheiro deve vir de outra fonte.
O dízimo é para sustento dos obreiros. (pessoas que se dedicam exclusivamente a obra de Deus)Algumas pessoas dizem:
" Esta coisa de dízimo vem da lei, e como estou
livre da lei não preciso dar "
Este é um grande engano, pois a lei estabelece o dízimo e
o coloca como uma ordenança (embora ninguém deva dar o dízimo por obrigação) ,
mas o dízimo existe muito antes da lei.
O conceito de dízimo não vem da lei.
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Vimos que o princípio
do dízimo já estava no Éden (fidelidade)
·
Vemos também que 700
anos antes da lei, Abraão deu o dízimo de todos os seus bens a Melquezedeque,
sacerdote do Deus Altíssimo. (figura de Jesus)
Gn 14:18-20
·
Melquezedeque era
rei, não precisava ser sustentado por Abraão.
·
Abraão deu o dízimo
num sinal de reconhecimento da soberania e autoridade de Melquezedeque. (reverência)
·
Nem era uma exigência
de Deus. Ele deu espontaneamente.
·
Mais tarde seu neto
Jacó seguiu seu exemplo e deu o dízimo quando teve a revelação da casa de Deus.
Gn 28:22
Ø A lei regulamenta o dízimo, mas o princípio do dízimo é
muito mais profundo, e não depende da lei.
A graça sempre excede
a lei, vai além. A velha aliança era baseada na lei de Moisés, mas a nova
aliança é baseada na graça.
Velha Aliança
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Nova Aliança
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Deus precisou fazer
uma marca na carne para mostrar a aliança (circuncisão) Gn17:10-11
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Deus faz uma marca
no coração, no nosso espírito
Fp 3:3 Ef 2:11-15
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Deus deu a lei
escrita em tábuas de pedra
Ex 31:18
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Deus Grava sua lei
em nossos corações
Hb 10:16
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Deus estabelece um
percentual da renda de todo homem para lhe ser devolvido, a fim de
lembrar-lhe que tudo o que possui provém do Senhor. Gn 28:22 Dt 14:23
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Deus não estabelece
um percentual, mas nos deixa livres para dar tudo. Uma vez que
renunciamos a tudo por Jesus, nada mais é nosso , é tudo dele. Lc 14:33
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Fala de uma nação
terrena (Israel) com promessas terrenas e esperanças terrenas.
At 1:6
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Fala de uma nação
espiritual (Igreja), celestial, com promessas e esperanças eternas. Fp
3:20-21 I Jo 3:1-2
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A Nova Aliança é
muito superior a Velha, ela vai sempre além.
No sermão do monte
cristo faz uma comparação entre os mandamentos de Moisés (lei) e os seus
mandamentos (graça).
Lei
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Graça
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Proibia-se o homicídio
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Mt 5:21-23
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Proíbe-se até a ira.
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Proibia-se o adultério
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Mt 5:27-28
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Proíbe-se ate o olhar impuro
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Exigia-se o amor ao próximo, mas permitia o ódio ao
inimigo.
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Mt 5:43-44
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Exige-se o amor ao próximo, aos irmãos, aos inimigos e
também orar pelos que vos perseguem.
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Exigia-se o dízimo
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Mt3:8 Lc 14:25-33
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Exige-se a vida e tudo Quanto possui.
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Deste modo vemos que
pela graça Deus não exige 10%. Ele exige tudo.
Ø O mínimo que podemos dar é o dízimo, conforme diz a lei (e
estaremos seguindo a lei). Mas pela graça estamos livres para dar mais.
Mt 5:20
"Pois eu vos
digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo
nenhum entrareis no reino dos céus."
O significado mais
profundo do dízimo é:
à "Deus não é Senhor
apenas de 10% de minhas finanças, Ele é
Senhor de tudo (100%)."
As bênçãos que seguem o dízimo
O que queremos
mostrar aqui não é que se você der o dízimo deus vai enriquecê-lo, ou que todos
os seus problemas financeiros serão solucionados. Não é com esse objetivo que
devemos dar o dízimo.
Pv 3:9
"Honra ao Senhor
com os teus bens, e com as primícias de toda a tua renda."
Rm 11:16
"Se as primícias
são santas, também a massa o é; e se a raiz é santa, também os ramos o
são."
Devolvendo o dízimo
estamos honrando a Deus e em conseqüência disto santificando toda a nossa renda.
Ø Damos uma parte a Deus e Ele faz prosperar o restante.
Ml 3:10-11
"Trazei todos
os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e
depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos exércitos, se eu não vos abrir
as janelas do céu, e não derramar sobre vós tal bênção, que dela vos
advenha a maior abastança. Também por amor de vós reprovarei o
devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra; nem a vossa vide
no campo lançará o seu fruto antes do tempo, diz o Senhor dos exércitos."
Diz que devemos
provar (experimentar) o Senhor. Ele abrirá as janelas do céu e derramará as bênçãos
sem medidas
·
O contribuinte fiel
não passa necessidades.
·
Deus faz o seu pouco
prosperar e ser suficiente.












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